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DEG/CM1 GESTÃO 4-Gestão dos Processos e Operações e o posicionamento estratégico 4.1-Estratégia.

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1 DEG/CM1 GESTÃO 4-Gestão dos Processos e Operações e o posicionamento estratégico 4.1-Estratégia

2 DEG/CM2 O que é estratégia? É o plano da gestão para fazer crescer o negócio, atrair e deixar satisfeitos os clientes, competir com sucesso, conduzir as operações, e atingir determinados objectivos de desempenho organizacional (Thompson et al., 2007). É o plano de acção que determina a alocação de recursos e outras actividades que ajudam a organização a atingir os seus objectivos. A estratégia centra-se nas core competencies, no desenvolvimento de sinergias e em criar valor para os clientes (Daft, 2003).

3 DEG/CM3 O processo de formulação e execução da estratégia ( Fonte: Thompson et al., 2007 )

4 DEG/CM4 Visão e missão A visão preocupa-se com o futuro (where we are going): que mercados perseguir, quais os produtos, tecnologia e clientes onde nos iremos focar, e o tipo de empresa que pretendemos criar. A declaração de missão de uma empresa centra-se no negócio actual (who we are and what we do): nos produtos e serviços oferecidos actualmente, na área geográfica onde a empresa actua, nas necessidades dos clientes que estão a ser servidas e nas capacidades que a empresa possui.

5 DEG/CM5 Objectivos Os objectivos convertem a visão em alvos de desempenho específicos e permitem monitorar o desempenho da organização. Objectivos são necessários a todos os níveis da organização Objectivos bem definidos são: quantificáveis, mensuráveis e incluem um prazo para serem atingidos. Tipos de objectivos: financeiros e estratégicos curto prazo e longo prazo (3-5 anos).

6 DEG/CM6 Formulação da Estratégia As três grandes perguntas estratégicas a fazer são ( Thompson et al., 2007 ): Qual é a situação actual da empresa? Para onde precisamos de ir a partir de onde estamos? Como vamos lá chegar? A resposta da empresa a esta última pergunta é a sua estratégia.

7 DEG/CM7 Níveis de estratégia nas organizações Estratégia ao nível corporativo (Corporate-Level Strategy): Em que negócios estamos ou queremos estar? Estratégia ao nível do negócio (Business-Level Strategy): Como devemos competir? Como construir vantagem competitiva sustentável? Estratégia ao nível funcional (Functional-Level Strategy): Como deve, em detalhe, cada área funcional apoiar a estratégia ao nível do negócio? Empresa diversificada TexteisQuímicosAutomóveis MarketingFinançasProdução …

8 DEG/CM8 Formulação da Estratégia Estratégia ao nível corporativo Concentração num único negócio ou diversificar? Como diversificar? diversificação relacionada vs não-relacionada Como capturar sinergias entre as várias áreas de negócio? Estabelecimento de prioridades de investimento e alocação dos recursos da companhia aos negócios mais promissores

9 DEG/CM9 Formulação da Estratégia Estratégia ao nível corporativo - Matriz BCG ( Fonte: Daft, 2003 )

10 DEG/CM10 Formulação da Estratégia Estratégia ao nível do negócio Como conseguir um desempenho bem sucedido num negócio específico? O que fazer para construir vantagem competitiva sustentável Unificar as actividades estratégicas das áreas funcionais Conseguir aprovação da estratégia ao nível do negócio pelos gestores de topo (ao nível corporativo) Estratégia ao nível funcional Como apoiar a estratégia ao nível do negócio? É o plano para função, actividade ou processo de negócio relevante do ponto de vista estratégico Indica em detalhe como actividades chave devem ser geridas Específica como os objectivos funcionais vão ser atingidos

11 DEG/CM11 Implementação e execução da estratégia Tarefa mais difícil e demorada do que a formulação da estratégia É uma actividade orientada para as operações que visa que as actividades chave do negócio sejam desempenhadas de modo a apoiarem a estratégia Envolve a criação de strong fits entre a estratégia escolhida e a organização, em aspectos como: Liderança Desenho da estrutura organizacional Sistemas Recursos humanos.

12 DEG/CM12 Implementação e execução da estratégia (Fonte: Daft, 2003) Environment Organization Strategy Performance Leadership Persuasion Motivation Culture/values Structural Design Organization Chart Teams Centralization/decentralization Facilities, task design Human Resources Recruitment/selection Transfers/promotions/training Layoffs/recalls Source: Adapted from Jay R. Galbraith and Robert K. Kazanjian, strategy Implementation: Structure, Systems and Process, 2d ed. (St. Paul, Minn.: West, 1986), 115, Used with permission. Information and Control Systems Pay, reward system Budget allocations Information systems Rules/procedures

13 DEG/CM13 Monitorização dos desenvolvimentos, avaliação do desempenho e fazendo as correções necessárias As tarefas de formular e implementar a estratégia não são um exercício único por várias razões, incluindo: As condições competitivas mudam As necessidades e quereres dos consumidores alteram- se Novas oportunidades aparecem Novas ideias surgem Alguns apectos da implementação da estratégia podem não estar a correr como o previsto …. … e torna-se necessário tomar medidas correctivas.

14 DEG/CM14 Quem intervém na formulação da estratégia? A estratégia ao nível corporativo - CEO e gestores de topo Estratégia ao nível do negócio – gestores das unidades de negócio Estratégias funcionais – gestores ao nível funcional Nível operacional Influência nos dois sentidos

15 DEG/CM15 Análise de SWOT É necessário avaliar a envolvente externa da empresa (de modo a compreender quais as principais oportunidades e ameaças que a empresa enfrenta - Opportunities e Threats) A envolvente externa da empresa é constituída pela macro envolvente, que inclui as componentes político-legal, económica, social e tecnológica, e pela envolvente imediata (task), que inclui os concorrentes, fornecedores, distribuidores, clientes e os outros stakeholders da empresa. É também necessário avaliar internamente a empresa – ver slide seguinte (de modo a compreender quais as principais forças e fraquezas da empresa relativamente aos principais concorrentes – Strengths e Weaknesses) O resultado desta análise é depois sintetizado num quadro ou matriz de SWOT

16 DEG/CM16 Checklist for Analyzing Strengths and Weaknesses (Fonte: Daft, 2003) Sources: Based on Howard H. Stevenson, Defining Corporate Strengths and Weaknesses, Sloan Management Review 17 (spring 1976), 51-68; and M.L.Kastens, Long-Range Planning for Your Business (New York: American Management Association, 1976). Management and Organization Management quality Degree of centralization Organization charts Planning, information, control systems Finance Profit margin Debt-equity ratio Inventory ratio Return on investment Credit rating Marketing Distribution channels Market share Advertising efficiency Customer satisfaction Product quality Service reputation Sales force turnover Production Plant location Machinery obsolescence Purchasing system Quality control Productivity/efficiency Human Resources Employee experience, education Union status Turnover, absenteeism Work satisfaction Grievances Research and Development Basic applied research Laboratory capabilities Research programs New-product innovations Technology innovations

17 DEG/CM17 Modelo das cinco forças competitivas (Porter, 1980) Poder negocial dos Fornecedores Potencial de entrada de novos concorrentes (de outra indústria) Produtos Substitutos (de outra indústria) Poder negocial dos Clientes Rivalidade interna (na indústria)

18 DEG/CM18 Modelo das cinco forças competitivas (Porter, 1980) 1) Identificar as causas específicas associadas com cada uma das 5 forças competitivas 2) Avaliar a intensidade de cada força competitiva (muito forte, forte, moderada or fraca) 3) Determinar se a força colectiva das 5 forças competitivas sugere se se está perante uma indústria que possibilita a obtenção de lucros atractivos; normalmente: maior competição interna resulta em menores lucros maior facilidade de entrada de firmas de outras indústrias, assim como a disponibilidade de produtos substitutos, resulta em preços mais baixos e menores lucros a existência de um pequeno e importante grupo de fornecedores e clientes tende a fazer subir os custos dos inputs e a baixar os preços e, por consequência, a fazer descer os lucros na indústria.

19 DEG/CM19 Estratégias genéricas competitivas Porter (1980) sugere que as empresas devem escolher uma entre as quatro estratégias genéricas ao nível do negócio, de modo a obterem vantagens competitivas: Estratégia de baixo-custo Estratégia de diferenciação Estratégia de nicho ou foco (apenas um segmento de mercado) Baixo-custo Diferenciação A tentativa de perseguir ao mesmo tempo uma estratégia de diferenciação e de baixo-custo não permitiria obter vantagem competitiva sustentável e a empresa acabaria por ficar stuck in the middle.

20 DEG/CM20 Estratégias genéricas competitivas Diferenciação - envolve uma tentativa de distinguir os produtos/ serviços da firma dos da concorrência de um modo a captar a preferência dos clientes para a oferta da empresa Liderança de baixo-custo: o objectivo é agressivamente conseguir custos mais baixos do que a concorrência (custos totais; não apenas custos de produção), de preferência utilizando abordagens que sejam difíceis de igualar ou copiar pelos rivais Nicho ou foco - envolve concentrar a atenção da empresa num pequeno segmento do mercado e servir os clientes desse nicho melhor do que os rivais

21 DEG/CM21 Estratégia de Integração vertical Estratégia que visa a criação de valor através: da produção própria dos inputs necessários (backward vertical integration) e/ou da distribuição própria dos produtos produzidos pela empresa (forward vertical integration) A integração vertical pode ser do tipo parcial, para trás ou para a frente, ou total

22 DEG/CM22 Estratégia de Integração vertical Este tipo de estratégia tem potencial, por exemplo, para reduzir custos (e.g. custos das matérias primas e custos com o canal de distribuição), diminuir a dependência de fornecedores ou de distribuidores, e aumentar a visibilidade da empresa junto ao cliente final. Como possíveis desvantagens associadas às estratégias de integração vertical, referem-se, por exemplo, uma maior necessidade de recursos, a existência de fornecedores fixos que podem significar menor flexibilidade para lidar com novas necessidades dos clientes, e uma maior necessidade de coordenação resultante da nova cadeia de valor

23 DEG/CM23 Global strategy (Fonte Daft, 2003)


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