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O que são as doenças cardiovasculares? De um modo geral, são o conjunto de doenças que afectam o aparelho cardiovascular, designadamente o coração e os.

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2 O que são as doenças cardiovasculares? De um modo geral, são o conjunto de doenças que afectam o aparelho cardiovascular, designadamente o coração e os vasos sanguíneos.

3 As doenças cardiovasculares são responsáveis por cerca de 40% dos óbitos em Portugal. As suas consequências mais importantes são: o enfarte do miocárdio, o acidente vascular cerebral e a morte – são frequentemente súbitas e inesperadas. A maior parte das doenças cardiovasculares resulta de um estilo de vida inapropriado e de factores de risco modificáveis.

4 Quais são os factores de risco? Idade História familiar Tabagismo Sedentarismo Diabetes Obesidade Hábitos alimentares incorrectos Colesterol Hipertensão Arterial Stress

5 Idade e História familiar Estes dois factores encontram-se entre as condições que aumentam o risco de uma pessoa vir a desenvolver doenças no aparelho cardiovascular.

6 Tabagismo É considerado o factor de risco mais importante na União Europeia, estando relacionado com cerca de 50 % das causas de morte evitáveis. Os efeitos nocivos do tabaco são cumulativos. O risco aumenta quando a exposição se inicia antes dos 15 anos de idade. As mulheres que recorrem à anticoncepção oral (toma da pílula) e que fumam estão sujeitas a um maior risco de acidente cardiovascular: por exemplo, o risco de enfarte do miocárdio aumenta de seis a oito vezes.

7 Os fumadores de mais de um maço de cigarros por dia têm quatro vezes mais enfartes do miocárdio do que os não fumadores. Os não fumadores, quando têm enfartes, têm- nos dez anos mais tarde que os consumidores de tabaco. O tabagismo favorece o aparecimento da Angina de Peito, do Enfarte do Miocárdio e da Doença Arterial Periférica, e pode levar, inclusive, à morte.

8 Sedentarismo A inactividade física é hoje reconhecida como um importante factor de risco para as doenças cardiovasculares. A falta de prática regular de exercício físico moderado potencia outros factores de risco susceptíveis de provocarem doenças cardiovasculares, tais como a hipertensão arterial, a obesidade, a diabetes ou a hipercolesterolemia.

9 Diabetes Mellitus e Obesidade Os riscos de um acidente vascular cerebral ou do desenvolvimento de uma outra doença cardiovascular aumentam com o excesso de peso, mesmo na ausência de outros factores de risco. A obesidade abdominal está associada a um maior risco de desenvolvimento de diabetes e doenças cardiovasculares.

10 Maus hábitos alimentares A alimentação constitui um factor na protecção da saúde e, quando desequilibrada, pode contribuir para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, entre outras. O excesso de sal, gorduras, álcool e açúcares de absorção rápida na alimentação, e a ausência de legumes, vegetais e frutos frescos, são factores de risco associados às doenças cardiovasculares. Para ser saudável, a alimentação deve ser variada e poli fraccionada (muitas refeições ao longo do dia).

11 Colesterol elevado Manifesta-se quando os valores do colesterol no sangue são superiores aos níveis máximos recomendados. O colesterol é indispensável ao organismo, quaisquer que sejam as células orgânicas que necessitem de regenerar-se, substituir-se ou desenvolver-se.

12 Hipertensão Arterial Situações em que se verificam valores de pressão arterial elevados. Consideram-se como valores elevados os de pressão arterial sistólica (máxima) superiores ou iguais a 140 mm Hg (milímetros de mercúrio) e/ou valores de pressão arterial diastólica (mínima) superiores ou iguais a 90 mm Hg.

13 Stress excessivo O stress é inevitável enquanto vivemos, sendo uma consequência do ritmo de vida actual. É difícil definir com exactidão o stress porque os factores diferem de pessoa para pessoa. No entanto, a sensação de descontrolo é sempre prejudicial e pode ser um sinal para abrandar o ritmo de vida.

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15 O Que É Arteriosclerose? A arteriosclerose é um tipo menos comum de doença vascular que afecta principalmente as camadas interna e média das paredes de pequenas artérias (arteríolas) musculares. Essa doença afecta principalmente indivíduos com hipertensão arterial

16 Como se desenvolve a arteriosclerose? A aterosclerose começa quando os monócitos (um tipo de leucócito) migram da corrente sanguínea para a parede arterial e transformam em células que acumulam material gorduroso. No decorrer do tempo, ocorre a formação de um espessamento irregular (placa) no revestimento interno da artéria.

17 Quais são os factores de risco para a aterosclerose? Estudos identificaram que certos indivíduos têm maior propensão ao desenvolvimento dessa doença. São aqueles que apresentam os chamados factores de risco para aterosclerose, como o tabagismo, a alteração dos lípides ou gorduras sanguíneas (colesterol e/ou triglicerideos), o aumento da pressão arterial, a diabetes, a obesidade, a vida sedentária e stress emocional. Idosos, indivíduos do sexo masculino, mulheres após a menopausa e pessoas com antecedentes familiares de aterosclerose também têm maior tendência a desenvolver a doença.

18 Como a aterosclerose pode comprometer o organismo? A aterosclerose pode afectar as artérias de órgãos vitais como o cérebro, coração e rins. Se a aterosclerose não for evitada, ela pode comprometer o funcionamento desses órgãos e até mesmo levar à morte. A aterosclerose pode causar derrame cerebral, enfarte do coração, claudicação intermitente etc. Nos países desenvolvidos e em desenvolvimento, como o Brasil, a aterosclerose é a principal causa de doenças e óbitos na população de mais de 50 anos.

19 Como evitar a aterosclerose? A aterosclerose pode ser evitada combatendo-se os factores de risco - nível de colesterol alto no sangue, hipertensão arterial, tabagismo, obesidade e sedentarismo, ou seja, dependendo do factor de risco do indivíduo, a prevenção consiste em diminuir o nível de colesterol no sangue, diminuir a pressão sanguínea, deixar de fumar, perder peso ou começar um programa de exercícios. Evitar alimentos que produzem aumento de colesterol no sangue (os alimentos de origem animal - carnes e derivados, frutos do mar, leites e derivados, etc.) e ingerir alimentos sem colesterol (frutas, legumes, verduras, tubérculos e cereais) são hábitos que contribuem para controlar o nível de colesterol no sangue.

20 A prática de exercícios pode levar à redução de peso, que por sua vez ajuda a diminuir o nível de colesterol no sangue. Parar de fumar ajuda a diminuir o nível de colesterol no sangue e a diminuir a pressão sanguínea. O fumo diminui o nível de "colesterol bom" no sangue - HDL colesterol - e aumenta o nível de "colesterol ruim" no sangue - LDL colesterol, contrai a parede arterial, diminuindo ainda mais o fluxo sanguíneo na artéria já obstruída pelo colesterol.

21 Um corte longitudinal de uma arteria com um ateroma.

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23 Um AVC é, um Acidente Vascular Cerebral, ou seja, é uma patologia associada a alterações nos vasos do cérebro. O que é um A.V.C.?

24 Estas alterações dos vasos do cérebro são de 2 tipos: Isquémicas implicam uma redução no fluxo sanguíneo cerebral. Esse fluxo permite transportar para o cérebro oxigénio e nutrientes essenciais ao funcionamento das células que o constituem. Se esse fluxo é reduzido ou interrompido, as células cerebrais deixam de receber esses elementos essenciais e acabam por morrer. Hemorrágicas correspondem a alterações da permeabilidade dos vasos sanguíneos cerebrais ou mesmo a ruptura dos mesmos. Quando há saída de sangue desses vasos provoca a formação de um aglomerado de sangue que comprime as estruturas cerebrais, alterando o seu funcionamento.

25 Porque é que o AVC acontece? Depende do tipo de AVC que estamos a falar. No caso do AVC isquémico existem 2 causas principais: a trombose e a embolia. A trombose acontece quando uma artéria por qualquer razão vai ficando cada vez mais estreita e acaba por se ocluir (a razão mais frequente é a aterosclerose). A embolia acontece quando algo que circula na corrente sanguínea chega a uma artéria com menor calibre e a oclui (mais frequentemente trata-se de coágulos de sangue que se formam nas artérias fora do cérebro ou no coração). Existem outras causas mas são menos frequentes e não serão discutidas aqui. No caso do AVC hemorrágico as 2 causas mais importantes são: traumatismo craniano e a existência de alteração das artérias, nomeadamente aneurismas, malformações arterio-venosas, mas mais frequentemente alterações causadas pela existência de hipertensão arterial.

26 Quais são os factores de risco de AVC? Idade (acima dos anos) Sexo masculino (embora seja mais frequente nos homens, nas mulheres há mais mortalidade) História de AVC na família mais próxima Hipertensão arterial Diabetes Hiperlipidémia (gorduras no sangue) Tabagismo Alcoolismo (especialmente no caso do AVC hemorrágico) Anticonceptivos orais (pílula)

27 O que é que me pode proteger de ter um A.V.C.? Exercício físico regular de intensidade moderada pelo menos 3 vezes por semana Consumo de pequenas quantidades de bebidas alcoólicas, especialmente o vinho tinto (só para o AVC isquémico, no caso do hemorrágico devem-se evitar completamente as bebidas alcoólicas) Dieta rica em peixe, cálcio e potássio Controlar os factores de risco acima descritos Seguir os conselhos do seu médico, especialmente no caso de ser hipertenso, diabético ou ter problemas de coração.

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29 O que é? Angina ou angina peitoris, ou ainda angina de peito, é uma dor ou desconforto localizada tipicamente no centro do peito. As pessoas descrevem-na como um peso, um aperto, um desconforto ou ainda como uma pressão geralmente localizada atrás do osso esterno. Algumas vezes a dor pode se estender para os braços (mais frequente o esquerdo), pescoço, queixo ou raramente nas costas.

30 Por que ocorre? A dor aparece quando o suprimento de sangue para uma parte do coração é insuficiente em relação ás suas necessidades. Nesta situação o coração não recebe a quantidade de oxigénio e nutrientes necessários para funcionar, o que se traduz em isquemia (dor).

31 Em que situações pode ocorrer? Ocorre mais frequentemente durante o exercício ou 'stress' emocional, pois nestas situações a frequência cardíaca (número de batimentos do coração) e a pressão arterial aumentam e consequentemente o coração necessita de mais oxigénio para que o músculo cardíaco funcione. O fornecimento de sangue para o músculo cardíaco é feito pelas artérias coronárias. Modificações nesse fornecimento geralmente causadas por algum grau de entupimento (arteriosclerose) nas artérias coronárias podem lhe causar este problema.

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33 O que é? É provocado por uma diminuição mais prolongada do suprimento de sangue para o músculo cardíaco. Contudo, enquanto que na angina este suprimento é reduzido temporariamente, levando a dor no peito, no enfarte ocorre uma interrupção total e abrupta do fluxo de sangue para o músculo cardíaco, secundária ao entupimento total de uma artéria coronária. Nesta situação, a dor é mais intensa e dura mais tempo. Como regra geral, a angina não causa danos permanentes ao músculo cardíaco, o enfarte sim.

34 Como é feito o diagnóstico? Os médicos podem chegar ao diagnóstico de angina pela descrição dos sintomas sentidos, tendo a sua confirmação através de alguns exames. Algumas vezes, apesar do diagnóstico de angina, o electrocardiograma em repouso é normal, por isto o seu médico pode solicitar um teste de esforço para confirmação do diagnóstico. Neste teste é feito exercício em bicicleta ou tapete rolante para aumentar as necessidades de sangue e oxigénio do músculo cardíaco. O seu médico ainda poderá solicitar exames como uma cintilografia miocárdica, utilizando um radioisotopo que vai perfundir o coração. Se for necessário o conhecimento da anatomia de suas coronárias, seu médico pedirá um cateterismo cardíaco (coronariografia). A escolha dos exames depende de alguns factores, como gravidade dos sintomas e dos exames prévios, idade e patologias associadas.

35 Como é feito o tratamento? Existem três formas de tratamento: o tratamento médico (fármacos anti-isquémicos), a angioplastia coronária e a cirurgia de revascularização miocárdica. O tratamento médico consiste no uso de certos fármacos com acção vasodilatadora nas coronárias e outras vasos e sobre a frequência cardíaca, que reduzem o grau de isquemia miocárdica, como os nitratos, os bloqueadores dos canais de cálcio e sobretudo os beta-bloqueadores. O nitrato sublingual é o que age mais rápido (em dez minutos a dor deve desaparecer). Caso isto não aconteça, procure o mais breve possível um serviço de emergência. Se as crises de angina persistirem, apesar da medicação, ou se as obstruções nas artérias coronárias forem muito graves, poderão ser indicadas a angioplastia coronária ou a cirurgia de revascularização miocárdica.

36 Na cirurgia de revascularização miocárdica, uma veia é retirada da perna que é colocada sobre a artéria entupida, ultrapassando o local do bloqueio. Um tipo de ponte especial poderá ser feita utilizando-se uma artéria chamada mamária interna (actualmente este é o método de eleição na cirurgia de revascularização).

37 Bibliografia dia+da+saude/doencas/doencas+do+aparelho+circula torio/doencascardiovasculares.htm; ; ose.php ; /textos_interativos_09.htm ; ;

38 Trabalho realizado por: Joana Soares nº9 Patrícia Freitas nº17 Sandra Gomes nº18 Sara Lourenço nº19 11º E


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