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a) Justificativa b) OBJETIVO n O Curso de Aprendizagem Industrial – Especializações da Ferramentaria tem por objetivo o desenvolvimento de competências.

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2 a) Justificativa

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6 b) OBJETIVO n O Curso de Aprendizagem Industrial – Especializações da Ferramentaria tem por objetivo o desenvolvimento de competências na elaboração e execução de projetos da área, por meio da mobilização de conhecimentos, habilidades e atitudes referentes a construção e manutenção de ferramentas, dispositivos, estampos, moldes e modelos para termoplásticos, fundidos e forjados.

7 II - REQUISITOS DE ACESSO A inscrição e a matrícula no Curso de Aprendizagem Industrial - Especialização estão abertas a : n concluintes do Curso de Aprendizagem Industrial, no segmento da metalmecânica (Ajustador Mecânico, Mecânico Geral, Operador de Máquinas-Ferramenta e Mecânico de Usinagem), preferencialmente empregados; n candidatos, preferencialmente empregados, com experiência profissional no segmento industrial da metalmecânica, que comprovem as competências consideradas pré-requisitos do curso

8 III - PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO n O itinerário de formação do Curso de Aprendizagem Industrial – Especializações da Ferramentaria abrange os seguintes perfis profissionais identificáveis no mercado de trabalho: n Ferramenteiro de Dispositivos n Ferramenteiro de Corte, Dobra e Repuxo n Ferramenteiro de Moldes para Termoplásticos n Ferramenteiro de Moldes para Fundição

9 Perfil do Ferramenteiro de Moldes para Termoplásticos n Constrói e repara, em oficinas de construção e de manutenção específicas, moldes para termoplásticos n Planeja e define a seqüência dos processos de montagem e construção de moldes n Constrói moldes de sopro, de injeção e de extrusão. n Desenvolve, sob coordenação, projetos de construção de moldes para termoplásticos n Testa moldes e elementos construtivos n Recupera moldes desgastados e Faz controle dimensional de moldes para termoplásticos n Faz controle dimensional de moldes para termoplásticos n Demonstra competências pessoais necessárias ao desempenho das funções, referentes a habilidades mentais e sensório-motoras, qualidades pessoais e de comunicação, e competências sociais.

10 Quadro da Organização Curricular

11 Itinerário de Formação

12 PROJETO SENAI -DN/MTE - CBO 2000 OBJETIVO: DESENVOLVIMENTO DE CURRÍCULO BASEADO EM COMPETÊNCIAS APLICANDO A METODOLOGIA DACUM

13 Etapas para o Desenvolvimento e Implementação dos Programas Baseados em Competências DESENVOLVIMENTO DE CURRÍCULO BASEADO EM COMPETÊNCIAS APLICANDO A METODOLOGIA DACUM

14 Etapas para o Desenvolvimento e Implementação dos Programas Baseados em Competências

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16 PROJETO PILOTO - FERRAMENTARIA Caracterização da Necessidade Atendimento as demandas atuais e futuras das empresas industriais do Estado de São Paulo relativas aos profissionais da família dos Ferramenteiros e Modeladores de Metais, conforme dados de estudo de demanda, para os próximos cinco anos, efetuado pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Em função da tendência atual de crescimento sustentado da economia e da expansão do nível de emprego, formulamos com base na pesquisa do MTE, algumas projeções para os próximos cinco anos , prevê-se a expansão entre a novos postos de trabalho Ampliação do atendimento a um significativo contingente de jovens na faixa de 14 a 18 anos, proporcionando-lhes a oportunidade de obtenção de uma qualificação de nível básico mais especializada. Caracterização da Necessidade Atendimento as demandas atuais e futuras das empresas industriais do Estado de São Paulo relativas aos profissionais da família dos Ferramenteiros e Modeladores de Metais, conforme dados de estudo de demanda, para os próximos cinco anos, efetuado pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Em função da tendência atual de crescimento sustentado da economia e da expansão do nível de emprego, formulamos com base na pesquisa do MTE, algumas projeções para os próximos cinco anos , prevê-se a expansão entre a novos postos de trabalho Ampliação do atendimento a um significativo contingente de jovens na faixa de 14 a 18 anos, proporcionando-lhes a oportunidade de obtenção de uma qualificação de nível básico mais especializada.

17 FAMÍLIA OCUPACIONAL : FERRAMENTEIROS E AFINS COMPOSIÇÃO PRELIMINAR DA ESTRUTURA DO PROGRAMA FORMATIVO BASEADO EM COMPETÊNCIAS FERRAMENTEIRO DE CORTE, DOBRA E REPUXO FERRAMENTEIRO DE MOLDES PARA TERMOPLÁSTICOS FERRAMENTEIRO DE MOLDES PARA TERMOPLÁSTICOS FERRAMENTEIRO DE DISPOSITIVOS MÓDULO BÁSICO I GAC -A- PLANEJAR O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO GAC -G- EXECUTAR MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA GAC -H- FAZER CONTROLE DIMENCIONAL GAC -I-TRABALHAR COM SEGURANÇA GAC -J- DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS MÓDULO BÁSICO I GAC -A- PLANEJAR O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO GAC -G- EXECUTAR MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA GAC -H- FAZER CONTROLE DIMENCIONAL GAC -I-TRABALHAR COM SEGURANÇA GAC -J- DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS MÓDULO ESPECÍFICO 4 GAC -F- CONSTRUIR MODELOS E MOLDES METÁLICOS PARA FUNDIÇÃO -DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS MÓDULO ESPECÍFICO 4 GAC -F- CONSTRUIR MODELOS E MOLDES METÁLICOS PARA FUNDIÇÃO -DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS FERRAMENTEIRO DE MODELAÇÃO DE METAIS FERRAMENTEIRO MÓDULO ESPECÍFICO 2 GAC -D- CONSTRUIR ESTAMPOS DE CORTE, DOBRA, REPUXOE CORTE FINO MÓDULO ESPECÍFICO 2 GAC -D- CONSTRUIR ESTAMPOS DE CORTE, DOBRA, REPUXOE CORTE FINO MÓDULO ESPECÍFICO 3 GAC -E- CONSTRUIR MOLDES DE INJEÇÃO, SOPRO E EXTRUSÃO MÓDULO ESPECÍFICO 3 GAC -E- CONSTRUIR MOLDES DE INJEÇÃO, SOPRO E EXTRUSÃO MÓDULO ESPECÍFICO 1 GAC -B- CONSTRUIR FERRAMENTAS E DISPOSITIVOS GAC -C- DESENVOLVER FERRAMENTAS PARA MÁQUINAS MÓDULO ESPECÍFICO 1 GAC -B- CONSTRUIR FERRAMENTAS E DISPOSITIVOS GAC -C- DESENVOLVER FERRAMENTAS PARA MÁQUINAS

18 O Novo enfoque - O que se espera? AS BASES PARA A OBTENÇÃO DAS COMPETÊNCIAS n DEFININDO O PERFIL PROFISSIONAL n O PAPEL DE COORDENADOR DE APRENDIZAGEM n O NOVO PAPEL DA EQUIPE DOCENTE n O NOVO PAPEL DO ALUNO AS BASES PARA A OBTENÇÃO DAS COMPETÊNCIAS n DEFININDO O PERFIL PROFISSIONAL n O PAPEL DE COORDENADOR DE APRENDIZAGEM n O NOVO PAPEL DA EQUIPE DOCENTE n O NOVO PAPEL DO ALUNO

19 A grande pergunta - O que mudou? A EQUIPE DOCENTE DEVE SELECIONAR E APLICAR METODOLOGIAS ADEQUADAS A CONSTRUÇÃO DAS RESPECTIVAS COMPETÊNCIAS: ëPROBLEMATIZAÇÃO DOS TEMAS, ëATIVIDADES DE PESQUISA, ëPARTICIPAÇÃO EM SEMINÁRIOS, ëDESENVOLVIMENTO DE WORKSHOPs, ëDEBATES DE TEMAS, ëATIVIDADES PRÁTICAS DO MUNDO DO TRABALHO, ëATIVIDADES EM LABORATÓRIOS, ëPROMOVE PESQUISA DE TEMAS E CONTEÚDOS APLICADOS, ëESTIMULA O DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS. OS PAPÉIS DA EQUIPE ESCOLAR

20 A grande pergunta - O que mudou? O ALUNO PASSA A SER RESPONSÁVEL DIRETO PELA CONSTRUÇÃO DE SUAS COMPETÊNCIAS: O ALUNO FAZ PARTE DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM, ë O ALUNO FAZ PARTE DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM, ë QUESTIONA, ACESSA E PESQUISA NOVOS CONTEÚDOS E INFORMAÇÕES, ë DESCOBRE CAMINHOS PARA A SOLUÇÃO DE PROBLEMAS, ë EXERCITA A CRIATIVIDADE, ë EFETUA SUA AUTO-AVALIAÇÃO, ë MONITORA SEU NÍVEL DE DESEMPENHO, BUSCA ALTERNATIVAS DE MELHORIA, ë AGREGA NOVAS CONTRIBUIÇÕES ÀS ATIVIDADES DE APRENDIZAGEM, ë LIDERA GRUPOS DE TRABALHO, ë DESENVOLVE E DEBATE TEMAS ATUAIS, ë ORGANIZA E APRESENTA WORKSHOPS, ë PARTICIPA EM OFICINAS, ë APRENDE A APRENDER. O ALUNO PASSA A SER RESPONSÁVEL DIRETO PELA CONSTRUÇÃO DE SUAS COMPETÊNCIAS: O ALUNO FAZ PARTE DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM, ë O ALUNO FAZ PARTE DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM, ë QUESTIONA, ACESSA E PESQUISA NOVOS CONTEÚDOS E INFORMAÇÕES, ë DESCOBRE CAMINHOS PARA A SOLUÇÃO DE PROBLEMAS, ë EXERCITA A CRIATIVIDADE, ë EFETUA SUA AUTO-AVALIAÇÃO, ë MONITORA SEU NÍVEL DE DESEMPENHO, BUSCA ALTERNATIVAS DE MELHORIA, ë AGREGA NOVAS CONTRIBUIÇÕES ÀS ATIVIDADES DE APRENDIZAGEM, ë LIDERA GRUPOS DE TRABALHO, ë DESENVOLVE E DEBATE TEMAS ATUAIS, ë ORGANIZA E APRESENTA WORKSHOPS, ë PARTICIPA EM OFICINAS, ë APRENDE A APRENDER.

21 Avaliação da Implementação e Desenvolvimento do Programa Baseados em Competências CONSULTORIA CANADENSE Consultor - Larry Coffin / Capra- CVA Resultados da Avaliação Externa – Dez-01 ëRelatório com apreciação muito positiva sobre o trabalho realizado pela equipe técnica do projeto. ëForam apresentadas pelo consultor indicações para melhorias e otimização dos materiais produzidos. ëIndicações sobre a necessidade de ampliação das ações de capacitação Metodológica para dos docentes/instrutores. Indicações metodológicas para a Sistemática de Avaliação e construção de instrumentos práticos de avaliação. CONSULTORIA CANADENSE Consultor - Larry Coffin / Capra- CVA Resultados da Avaliação Externa – Dez-01 ëRelatório com apreciação muito positiva sobre o trabalho realizado pela equipe técnica do projeto. ëForam apresentadas pelo consultor indicações para melhorias e otimização dos materiais produzidos. ëIndicações sobre a necessidade de ampliação das ações de capacitação Metodológica para dos docentes/instrutores. Indicações metodológicas para a Sistemática de Avaliação e construção de instrumentos práticos de avaliação.

22 PROJETO SENAI -DN/MTE - CBO 2000 PROJETO PILOTO - FERRAMENTARIA DITEC GERÊNCIAS REGIONAIS GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO UNIDADES DE FORMAÇÃO GRUPO TÉCNICO JOSÉ ROBERTO PARISI - GR-3 MARGARIDA MARIA S. FERRARI - GED MARCOS JOSÉ DE MORAIS SILVA - NPI PAULO MARTINS DE SOUZA - GR-4

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26 Escola SENAI Mario Amato

27 Escola SENAI Mario Amato C entro Tecnológico em Cerâmica, Plásticos e Química F aculdade de Tecnologia Ambiental Qualidade em Educação - ISO 9001

28 n Aprendizagem: - Ferramenteiro de Moldes para Termoplásticos - Especialização n Técnico: - Cerâmica - Plásticos - Química n Técnico in company n Superior: Tecnologia Ambiental Cursos Regulares da Escola

29 n Duração: 800 horas n 2 semestres n Manhã ou tarde n Requisitos: - Idade inferior 18 anos na data da matrícula; - Oriundo da área da Mecânica de Usinagem. Ferramenteiro de Moldes para Termoplásticos

30 n Cerâmica: - regular h (4 sem.) - intensivo h (2 sem.) n Química: - regular h(4 sem.) n Plásticos: - regular h(4 sem.) n In Company: - Turmas fechadas para empresas Cursos Técnicos

31 n Duração : 8 semestres - período noturno n Foco : Gestão Ambiental nos Processos Industriais visando o desenvolvimento sustentável Curso Superior Faculdade de Tecnologia Ambiental

32 n Turmas abertas pela manhã, tarde, noite e aos sábados. n Programas in company. n Programas desenvolvidos para atender demandas específicas de empresas. Programas de Treinamento

33 n Plásticos: - Power Shape - Power Mill - Projeto de Moldes para Plásticos - Preparador e Regulador de Máquinas Injetoras - Segurança para Operador de Máquina Injetora - Reciclagem de Plásticos - Preparador e Regulador de Maquinas Extrusoras - Introdução aos Materiais Plásticos - Noções Básicas para Extrusoras de Filme - Troca Rápida - Set-up Programas de Treinamento

34 Prototipagem Rápida (FDM 3000)

35 Tecnologia de Engenharia Reversa - Método de Digitalização a Laser e Modelamento Matemático

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57 Escola SENAI Mario Amato C entro Tecnológico em Cerâmica, Plásticos e Química F aculdade de Tecnologia Ambiental Qualidade em Educação - ISO 9001 fone:


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