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ENCONTRO ESTADUAL DO ENSINO MÉDIO Juventude, Educação e Trabalho: desafios contemporâneos do Ensino Médio O currículo teoria e prática Francisco Aparecido.

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1 ENCONTRO ESTADUAL DO ENSINO MÉDIO Juventude, Educação e Trabalho: desafios contemporâneos do Ensino Médio O currículo teoria e prática Francisco Aparecido Cordão Conselheiro da CEB/CNE

2 Orientações básicas da LDB O Projeto Pedagógico é a expressão da autonomia da escola, que deve contar com a efetiva participação dos docentes; A Educação escolar deve estar vinculada ao trabalho e à prática social do educando como princípios educativos essenciais; O Currículo é o meio básico para o desenvolvimento das capacidades de aprender a aprender e de constituir competências; A referência curricular não é mais a das disciplinas estanques, mas o do desenvolvimento integral do conhecimento humano operativo; Promoção da autonomia intelectual e do aprender a aprender; A escola deve migrar da posição de auditório da informação para a de permanente laboratório da contínua aprendizagem; As atividades de ensino devem ser constantemente avaliadas pelos resultados de aprendizagem e pela constituição de competências; O negócio do professor não é o de simplesmente dar aulas, mas sim o de orientar os estudantes nas trilhas da aprendizagem.

3 Os motes da moda na LDB Desenvolver continuamente a capacidade de aprendizagem e de constituição de competências para o trabalho e a cidadania; Ao aprender, é essencial aprender a aprender, para continuar aprendendo, com crescentes graus de autonomia intelectual; A educação para a cidadania exige o cultivo do pensamento crítico autônomo e orientado para Ver, Sentir, Julgar e Agir com perspicácia; A educação escolar deve vincular-se permanentemente com o mundo do trabalho e com a prática social dos cidadãos; São compromissos éticos básicos da escola e de seus docentes: - Buscar resultados de aprendizagem, permanentemente e sem excluir ninguém do processo educativo (A meta é a do nenhum a menos); - Orientar os estudantes para o desenvolvimento humano autônomo, com saberes que os conduzam a ver, sentir, julgar e agir no mundo em que vivem com intencionalidade e ética responsável; - Comprometer-se com o desenvolvimento da aprendizagem e a constituição de competências para a cidadania e o trabalho (não desistir de ninguém).

4 Níveis de participação e de motivação para a Ação Educacional no Ensino Médio Níveis de Participação: Pleno Conhecimento da missão e dos objetivos estratégicos da escola; Vestir a camisa da escola – comprar sua proposta; Conduzir a escola a comprar suas propostas. Níveis de Motivação: Plena compromisso com a concretização dos objetivos estratégicos da escola; Desenvolvimento do ethos profissional e cultivo do belo – orgulho pelo trabalho bem feito e produtivo; Satisfação pessoal e profissional com os resultados.

5 Princípios Norteadores das Ações Pedagógicas nos diversos níveis e modalidade da Educação Nacional Os Princípios Éticos da Autonomia, da Responsabilidade, da Solidariedade e do Respeito ao Bem Comum; Os Princípios Políticos dos Direitos e Deveres de Cidadania, do exercício da Criticidade e do respeito à Ordem Democrática; Os Princípios Estéticos da Sensibilidade, da Criatividade e da Diversidade de Manifestações Artísticas e Culturais.

6 Eixo Central do Currículo Componentes curriculares do Núcleo Comum e da Parte diversificada, desenvolvidas integradamente, interdisciplinar e com sentido contextualizado Matérias incluídas na matriz curricular, por áreas do conhecimento: Linguagens; Ciências da Natureza; Matemática; Ciências humanas.

7 Eixo Variável do Currículo Suporte e atenção individual às necessidades dos alunos no processo de aprendizagem; Atividades direcionadas aos alunos de menor rendimento, diariamente; Atividades de pesquisa e de observação orientada, contínua, como parte da estratégia de ensino contextualizada; Oficinas e atividades diversificadas, destinadas a atender aos interesses dos alunos; Atividades Artísticas, Culturais e Recreativas, de enriquecimento curricular e desenvolvimento social; Educação para o trabalho cidadão, de forma integrada; Desenvolvimento de competências sócio emocionais.

8 Diretrizes essenciais à organização curricular do ensino médio de acordo com a atual LDB Destacar a educação tecnológica básica, a compreensão do significado das ciências, das letras e das artes; o processo histórico de transformação da sociedade e da cultura; a língua portuguesa como instrumento de comunicação, acesso ao conhecimento e exercício da cidadania; Adotar metodologias de ensino e de avaliação que estimulem a iniciativa do estudantes; incluir uma língua estrangeira moderna, como disciplina obrigatória, escolhida pela comunidade escolar, e um segunda, em caráter optativo, dentro das disponibilidades da instituição educacional; Os conteúdos, as metodologias e as formas de avaliação devem ser organizados de tal forma que ao final do ensino médio o educando demonstre: Domínio dos princípios científicos e tecnológicos que presidem a produção moderna e a vida em sociedade neste mundo cada vez mais globalizado; Conhecimento das diferentes formas contemporâneas de linguagem; Domínio dos conhecimentos científicos, tecnológicos e culturais,bem como de Filosofia e de Sociologia necessários ao exercício da cidadania, Assumir o trabalho e a prática social como princípios educativos.

9 Princípios Básicos Legais da Avaliação Atividades de ensino avaliadas pelos resultados de aprendizagem, subordinando o direito de ensinar ao direito de aprender. Currículo e Ensino concebidos como meios para desenvolver capacidade de aprendizagem e não como fins em si mesmos. Zelo pela aprendizagem dos alunos: Desenvolvimento da capacidade de aprendizagem. Condições para o prosseguimento de Estudos. Educação permanente: continuar aprendendo. Capacidade de adaptar-se criticamente e com flexibilidade às novas condições da ocupação ou às exigências de aperfeiçoamento posteriores. Desenvolvimento de crescente autonomia intelectual, pensamento crítico e consciência civil. Compreensão dos fundamentos científicos e tecnológicos do processo produtivo e da organização do trabalho.

10 Os conteúdos curriculares das áreas do conhecimento e os eixos cognitivos Os conteúdos curriculares por áreas de conhecimento são tratados no novo ENEM de forma articulada com competências e habilidades, de acordo com cinco eixos cognitivos; Dominar linguagens: saber ler e entender textos, diagramas, gráficos, ilustrações, quadrinhos, pinturas, charges, esquemas; Compreender fenômenos: capacidade de interagir as disciplinas escolares e conectar conteúdos apreendidos em aulas com a realidade da prática social; Enfrentar situações problemas: interpretar informações sobre os fenômenos de forma adequada para tomar decisões corretas; Construir argumentação: assumir um ponto de vista e debatê-lo com argumentos sólidos, fundamentos em informações e conhecimentos sobre o tema; Elaborar propostas: compreender o que está sendo solicitado e apresentar argumentos convincentes a favor do seu ponto de vista, que justifiquem a formulação de propostas para solução da situação-problema em sua complexidade.

11 Objetivos da Formação no Ensino Médio Desenvolvimento de conhecimentos,atitudes, valores e capacidades básicas para: exercer qualquer tipo de atividade e trabalho continuar formação profissional ou acadêmica diagnosticar e resolver problemas cotidianos participar da definição de rumos coletivos aperfeiçoar relações pessoais e comunitárias

12 Princípios e Práticas Educativas Uma escola como uma comunidade de aprendizagem pelo trabalho Cultura para práticas sociais através de atividades transformadoras Identificação de interesses vocacionais, opções profissionais e perspectivas de vida Formulação de projetos de vida e de sociedade Aproximação entre atividades escolares e práticas sociais com: Iniciação científica e tecnológica Ampliação da formação cultural

13 A organização curricular nas Áreas de Conhecimento As Áreas garantem os conteúdos previstos em lei, tendo como referências os objetivos do Núcleo e a matriz do novo Enem Nas Ciências Humanas os objetivos se organizam em focos temáticos como trabalho, tempo, espaço e ética Na Matemática os conteúdos disciplinares se agrupam em função da preparação básica para o trabalho e outras práticas sociais. Nas Linguagens, mesmo sem divisão por disciplinas, se reconheçam origens disciplinares dos tópicos tratados. Nas Ciências da Natureza há tanto objetivos gerais da área, quanto específicos para Física, Química e Biologia Essas distintas formas podem estimular desenhos curriculares a serem adotadas em cada escola

14 A cultura, a ciência e a tecnologia em sua relação com o trabalho e demais práticas sociais A cultura, a ciência e a tecnologia em sua relação com o trabalho e demais práticas sociais A cultura será entendida como a articulação entre o processo de socialização e o conjunto de representações e comportamentos humanos A ciência será considerada como conjunto sistematizado do conhecimento, também como atividade fim do ser humano A tecnologia será vista como uma mediação entre a ciência ou o conhecimento em geral e a produção de bens e serviços

15 Integração entre educação, trabalho, ciência, tecnologia e cultura A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil, bem como em todas as manifestações culturais; O trabalho é conceituado na sua perspectiva ontológica de transformação da natureza, como realização inerente ao ser humano e como mediação no processo de produção da sua existência; A ciência é conceituada como o conjunto de conhecimentos sistematizados, produzidos socialmente ao longo da história, na busca da compreensão e transformação da natureza e da sociedade. A tecnologia é conceituada como a transformação da ciência em força produtiva ou mediação do conhecimento científico e a produção, marcada, desde sua origem, pelas relações sociais que a levaram a ser produzida. A cultura é conceituada como o processo de produção de expressões materiais, símbolos, representações e significados que correspondem a valores éticos, políticos e estéticos que orientam as normas de conduta da sociedade.

16 Parecer CNE/CEB nº 05/2011: Desafios do Ensino Médio Organizar formas de enfrentar a diferença de qualidade reinante nos diversos sistemas educacionais, garantindo uma escola de qualidade para todos e cada um, indicando alternativas de organização curricular que, com flexibilidade, dêem conta do atendimento das diversidades dos sujeitos. Definir a identidade do Ensino Médio como etapa conclusiva da Educação Básica, a partir de um projeto político-pedagógico que seja unitário em seus princípios e objetivos, desenvolva possibilidades formativas com itinerários diversificados e contemple as múltiplas necessidades socioculturais e econômicas dos estudantes, reconhecendo-os como sujeitos de direitos no momento em que cursam esse ensino. Avaliar as várias possibilidades de organização do Ensino Médio, garantindo a simultaneidade no tratamento das dimensões trabalho, ciência, cultura e tecnologia, contemplando as necessidades, anseios e aspirações dos sujeitos e as perspectivas da realidade da escola e do seu meio. Assumir compromissos com todos os jovens. Por isso, é preciso que a escola construa propostas pedagógicas sobre uma base unitária a ser garantida para todos para todos, mas que possibilite situações de aprendizagem variadas e significativas, com ou sem profissionalização com ele diretamente articulada. Associar a formação inicial e continuada de professores à valorização profissional dos mesmos, tanto no que diz respeito à uma remuneração mais digna, quanto à promoção da adequação e da melhoria das efetivas condições de trabalho desses profissionais. Assumir os estudantes como sujeitos de direitos, que devem tomar parte ativa nas discussões para a definição das regras da escola, sendo estimulados à auto-organização, com acesso a mecanismos que permitam sua manifestação sobre o que gostam ou não gostam na escola e sobre a escola a que aspiram.

17 Referencial legal e conceitual do Ensino Médio O Ensino Médio é um direito social de cada pessoa, e dever do Estado na sua oferta pública e gratuita a todos. As unidades escolares que ministram esta etapa da Educação Básica devem estruturar seus projetos político-pedagógicos considerando as seguintes finalidades previstas na Lei nº 9.394/1996: A consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental, possibilitando o prosseguimento de estudos. A preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores. O aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico. A compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática.

18 Referencial legal e conceitual do Ensino Médio – II O Ensino Médio em todas as suas formas de oferta e organização, baseia-se em: Formação integral do estudante. Trabalho e pesquisa como princípios educativos e pedagógicos, respectivamente. Educação em direitos humanos como princípio nacional norteador. Sustentabilidade ambiental como meta universal. Indissociabilidade entre educação e prática social, considerando-se a historicidade dos conhecimentos e dos sujeitos do processo educativo, bem como entre teoria e prática no processo de ensino-aprendizagem. Integração de conhecimentos gerais e, quando for o caso, técnico-profissionais realizada na perspectiva da interdisciplinaridade e da contextualização. Reconhecimento e aceitação da diversidade e da realidade concreta dos sujeitos do processo educativo, das formas de produção, dos processos de trabalho e das culturas a eles subjacentes. Integração entre educação e as dimensões do trabalho, da ciência, da tecnologia e da cultura como base da proposta e do desenvolvimento curricular.

19 Desafio à organização curricular Dos currículos mínimos (legislação anterior) às Diretrizes Curriculares Nacionais (LDB – Lei nº 9.394/1996) Compromisso com resultados: Organização Curricular centrada no compromisso ético para com o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem permanente e da constituição de competências cognitivas e profissionais. Consistência na preparação de currículos interdisciplinares. Adoção de metodologias de ensino diversificadas. Educação e aprendizagem permanente de docentes e alunos. Conteúdos curriculares entendidos como meios básicos para: desenvolver competências cognitivas e profissionais desenvolver a capacidade de aprendizagem, para continuar aprendendo e se adaptar com flexibilidade a novas ocupações e suas exigências. Aproveitamento de competências já desenvolvidas em outros cursos e no próprio mundo do trabalho, bem como na prática social do cidadão Promoção da avaliação das atividades de ensino pelos resultados de aprendizagem e constituição de competências cognitivas e profissionais.

20 Organização curricular do Ensino Médio O currículo é conceituado como a proposta de ação educativa constituída pela seleção de conhecimentos construídos pela sociedade, expressando-se por práticas escolares que se desdobram em torno de conhecimentos relevantes e pertinentes, permeadas pelas relações sociais, articulando vivências e saberes dos estudantes e contribuindo para o desenvolvimento de suas identidades e condições cognitivas e sócio-afetivas. A organização curricular do Ensino Médio tem uma base nacional comum e uma parte diversificada que não devem constituir blocos distintos, mas um todo integrado, de modo a garantir tanto conhecimentos e saberes comuns necessários a todos os estudantes, quanto uma formação que considere a diversidade e as características locais e especificidades regionais.

21 Componente obrigatório do currículo do Ensino Médio A legislação nacional determina componentes obrigatórios, que devem ser tratados em uma ou mais das áreas de conhecimento para compor o currículo: São definidos pela LDB: O estudo da Língua Portuguesa e da Matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil; O ensino da Arte, especialmente em suas expressões regionais, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos estudantes, com a Música como seu conteúdo obrigatório, mas não exclusivo; A Educação Física, integrada à proposta pedagógica da instituição de ensino, sendo sua prática facultativa ao estudante nos casos previstos em Lei; O ensino da História do Brasil, que leva em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena, africana e européia; O estudo da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História brasileiras; A Filosofia e a Sociologia em todos os anos do curso; Uma língua estrangeira moderna na parte diversificada, escolhida pela comunidade escolar, e uma segunda, em caráter optativo, dentro das disponibilidades da instituição.

22 Operacionalização do currículo do ensino médio por áreas do conhecimento I – Linguagens: Língua Portuguesa. Língua Materna, para populações indígenas. Língua Estrangeira moderna. Arte, em suas diferentes linguagens: cênicas, plásticas e, obrigatoriamente, a musical. Educação Física. II – Matemática. III – Ciências da Natureza: Biologia; Física; Química. III – Ciências Humanas: História; Geografia; Filosofia; Sociologia.

23 Orientação para as unidades curriculares sobre o Ensino Médio As unidades escolares devem orientar a definição de toda proposição curricular, fundamentada na seleção dos conhecimentos, componentes, metodologias, tempos, espaços, arranjos alternativos e formas de avaliação: As dimensões do trabalho, da ciência, da tecnologia e da cultura como eixo integrador entre os conhecimentos de distintas naturezas, contextualizando-os em sua dimensão histórica e em relação ao contexto social contemporâneo; O trabalho como princípio educativo, para a compreensão do processo histórico de produção científica e tecnológica, desenvolvida e apropriada socialmente para a transformação das condições naturais da vida e a ampliação das capacidades, das potencialidades e dos sentidos humanos; A pesquisa como princípio pedagógico, possibilitando que o estudante possa ser protagonista na investigação e na busca de respostas em um processo autônomo de (re)construção de conhecimentos. Os direitos humanos como princípio norteador, desenvolvendo-se sua educação de forma integrada, permeando todo o currículo, para promover o respeito a esses direitos e à convivência humana. A sustentabilidade socioambiental como meta universal, desenvolvida como prática educativa integrada, contínua e permanente, e baseada na compreensão do necessário equilíbrio e respeito nas relações do ser humano com seu ambiente.

24 Projeto Político-pedagógico do ensino médio O projeto político-pedagógico das unidades escolares que ofertam o Ensino Médio deve considerar: atividades integradoras artístico-culturais, tecnológicas e de iniciação científica, vinculadas ao trabalho, ao meio ambiente e à prática social; problematização como instrumento de incentivo à pesquisa, à curiosidade pelo inusitado e ao desenvolvimento do espírito inventivo; a aprendizagem como processo de apropriação significativa dos conhecimentos, superando a aprendizagem limitada à memorização; valorização da leitura e da produção escrita em todos os campos do saber; comportamento ético, como ponto de partida para o reconhecimento dos direitos humanos e da cidadania, e para a prática de um humanismo contemporâneo expresso pelo reconhecimento, respeito e acolhimento da identidade do outro e pela incorporação da solidariedade;

25 Projeto Político-pedagógico do ensino médio – II articulação entre teoria e prática, vinculando o trabalho intelectual às atividades práticas ou experimentais; integração com o mundo do trabalho por meio de estágios de estudantes do Ensino Médio, conforme legislação específica; utilização de diferentes mídias como processo de dinamização dos ambientes de aprendizagem e construção de novos saberes; capacidade de aprender permanente, desenvolvendo a autonomia dos estudantes; atividades sociais que estimulem o convívio humano; avaliação da aprendizagem, com diagnóstico preliminar, e entendida como processo de caráter formativo, permanente e cumulativo; acompanhamento da vida escolar dos estudantes, promovendo o seguimento do desempenho, análise de resultados e comunicação com a família; atividades complementares e de superação das dificuldades de aprendizagem para que o estudante tenha sucesso em seus estudos; reconhecimento e atendimento da diversidade e diferentes nuances da desigualdade e da exclusão na sociedade brasileira; valorização e promoção dos direitos humanos mediante temas relativos a gênero, identidade de gênero, raça e etnia, religião, orientação sexual, pessoas com deficiência, entre outros, bem como práticas que contribuam para a igualdade e para o enfrentamento de todas as formas de preconceito, discriminação e violência sob todas as formas;

26 Projeto Político-pedagógico do ensino médio – III análise e reflexão crítica da realidade brasileira, de sua organização social e produtiva na relação de complementaridade entre espaços urbanos e do campo; estudo e desenvolvimento de atividades socioambientais, conduzindo a Educação Ambiental como uma prática educativa integrada, contínua e permanente; práticas desportivas e de expressão corporal, que contribuam para a saúde, a sociabilidade e a cooperação; atividades intersetoriais, entre outras, de promoção da saúde física e mental, saúde sexual e saúde reprodutiva, e prevenção do uso de drogas; produção de mídias nas escolas a partir da promoção de atividades que favoreçam as habilidades de leitura e análise do papel cultural, político e econômico dos meios de comunicação na sociedade; participação social e protagonismo dos estudantes, como agentes de transformação de suas unidades de ensino e de suas comunidades; condições materiais, funcionais e didático-pedagógicas, para que os profissionais da escola efetivem as proposições do projeto.

27 Atividades de ensino comprometidas com o zelo pela aprendizagem Atividades de ensino sempre avaliadas pelos resultados de aprendizagem e constituição de competências profissionais. Currículo e Ensino concebidos como meios e não como fins em si mesmos (novos compromissos dos docentes). Zelo pela aprendizagem dos alunos: Desenvolvimento da capacidade de aprendizagem. Condições para o prosseguimento de Estudos. Aprendizagem Permanente: continuar aprendendo. Capacidade de adaptar-se criticamente e com flexibilidade às novas condições da ocupação ou às exigências de aperfeiçoamento posteriores. Desenvolvimento de crescentes graus de autonomia intelectual, pensamento crítico e consciência civil. Compreensão dos fundamentos científicos e tecnológicos do Processo Produtivo e da organização do trabalho. Desenvolvimento de competências profissionais.

28 Construção de Planos de Curso compatíveis com o desenvolvimento da capacidade de aprender Justificativa consistente, construída sobre confiável e ampla base de dados. Perfil Profissional de Conclusão claramente definido, contemplando o conjunto de competências que configuram a identidade do profissional a ser formado. Indicação de que o Perfil Profissional de Conclusão foi construído / identificado sobre confiável e ampla base de informações do mundo do trabalho. Organização Curricular efetivamente voltada para o desenvolvimento das competências, com base na prática profissional, centrada em projetos relevantes para a comunidade e em conteúdos significativos para o desenvolvimento de competências profissionais. Composição do Quadro de Docentes, prevendo a atuação articulada dos mesmos, comprometida com o suporte ao desenvolvimento das competências profissionais. Inclusão, no perfil dos Docentes, do requisito de exercício concomitante da atividade profissional em pauta, associada à efetiva capacitação para a ação docente. Adequação dos ambientes e dos Recursos de Aprendizagem ao desenvolvimento das Competências profissionais propostas pelo Currículo. Inclusão de Parcerias ou de busca de parcerias para a manutenção de recursos tecnológicos continuamente atualizados. Indicação de que o processo de construção do plano foi coletivo e se apoiou na contribuição de especialistas do mundo do trabalho.

29 Estrutura da Educação Nacional Observações: * Vide Emenda Constitucional nº. 59/2009 (Educação obrigatória dos 04 aos 17 anos) * Vide Lei nº /2008, que altera dispositivos da LDB sobre Educação Profissional e Tecnológica, em especial a Educação Profissional Técnica de Nível Médio. E d u c a ç ã o a D is t â n ci a

30 O principal objetivo da educa ç ão é criar pessoas capazes de fazer novas coisas, não simplesmente de repetir o que outras gera ç ões fizeram – pessoas criativas, inventivas e descobridores. O segundo objetivo da educa ç ão é formar mentes que possam ser cr í ticas, possam verificar e não aceitar o que lhes é oferecido. O maior perigo, hoje, é o dos slogans, opiniões coletivas, tendências de pensamento ready made. Temos que estar aptos a resistir individualmente, a criticar, a distinguir entre o que est á provado e o que ainda não est á. Portanto, precisamos de disc í pulos ativos, que aprendam cedo a encontrar as coisas por si mesmos, em parte por sua atividade espontânea e, em parte, pelo material que preparamos para eles; que aprendam cedo a dizer o que é verific á vel e o que é simplesmente a primeira id é ia que lhes veio. Piaget Concluindo...


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