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Centro de Ensino Vicente Maia Semana Pedagógica 11 de março de 2010.

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Apresentação em tema: "Centro de Ensino Vicente Maia Semana Pedagógica 11 de março de 2010."— Transcrição da apresentação:

1 Centro de Ensino Vicente Maia Semana Pedagógica 11 de março de 2010

2 Agenda OBJETIVOS DO DIA Refletir sobre a Proposta Curricular desenvolvida na Rede Estadual do Maranhão; Discutir sobre aspectos a serem considerados no ato de planejar. SEQUÊNCIA DE ATIVIDADES Leitura em voz alta: “João e Maria”, de Luis Fernando Veríssimo. Aspectos a serem considerados no ato de planejar. Planejamento Anual para 2010.

3 JOÃO E MARIA Luis Fernando Veríssimo Esta é uma daquelas histórias que as pessoas juram que aconteceram, não faz muito sentido, com um amigo delas. Há anos você ouve a mesma história, sempre com a garantia de que aconteceu mesmo. Há pouco, com um amigo. Nesta versão o amigo se chama João e a mulher se chama Maria, para simplificar.

4 - O João começou a desconfiar das constantes conversas da Maria com José, amigo do casal. Volta e meia o João pegava a Maria e o Zé cochichando, e quando se aproximava deles, eles paravam. - O que vocês dois tanto conversam? - Nada.

5 Ou a Maria estava falando ao telefone e, quando o João chegava, dizia - "Não posso agora" e desligava. - Quem era? - Ninguém.

6 Não foi uma nem duas vezes. Durante semanas, o ninguém ligou muito. E um dia a Maria anunciou que precisava viajar. Sua vó Nica. No interior. Muito mal. Nas últimas. Precisava vê-la. Iria na 6ª de manhã e voltaria no domingo.

7 - Logo na 6ª, Maria? - Por quê? Que que tem na 6ª? - Nada. João telefonou para a sogra e perguntou como ia a vó Nica. - A mamãe? Deve estar bem. Foi com o grupo dela fazer compras no Paraguai.

8 Maria só levou uma pequena sacola na viagem. Claro, pensou João. Só o que iria precisar, no hotel em que se encontraria com o Zé para um fim de semana de amor. No fim da tarde, só para confirmar, João telefonou do seu escritório para o escritório do Zé.

9 Não, o seu José não estava. Tinha saído cedo e avisado que não voltaria. Muito bem, pensou João. Muito bem. Era assim que ela queria? Pois muito bem. Ele se vingaria. Levaria uma mulher para casa. Sim, para casa. Uma mulher, não. Duas. Fariam um maneger a troi, ou como quer que se chama aquilo - na cama do casal!

10 Na boate, já bêbado, João perguntou para as duas mulheres, Vanessa e Giselle: - Sabem que dia é hoje? - Fala, filhote - disse Vanessa. - O meu aniversário. E sabe que presente a minha mulher me deu? - O quê? (Gisele) - Cornos! E com o Zé. Com o Zé! - Sempre tem um Zé - filosofou a Vanessa.

11 João desconfiara que uma das duas mulheres era um travesti, mas ao chegarem a casa, ele não se lembrava mais qual. Decretou que os três tirariam a roupa antes de entrar na casa. As mulheres toparam.

12 Quando João conseguiu acertar o buraco da fechadura e abrir a porta, a Gisele tinha pulado nas suas costas e se pendurado no seu pescoço, e a Vanessa tentava pegar o seu pênis, e era assim que eles estavam quando as luzes da casa se acenderam e todos que estavam lá para a festa de aniversário que a Maria e o José tinham passado semanas planejando gritaram:

13 - "Surpresa!".

14 in LFV, O melhor das Comédias... PS: Dedicada a todos os desconfiados.

15 Aspectos a serem considerados no planejamento Desenvolvimento de competências e habilidades; Coerência entre os conteúdos selecionados e as competências a serem trabalhadas; Apresentação dos conteúdos através de modalidades organizativas; Instrumentos avaliativos coerentes com os eixos de competências a serem desenvolvidas.

16 GOVERNO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA ADJUNTA DE ENSINO SUPERINTENDÊNCIA DE MODALIDADES E DIVERSIDADES EDUCACIONAIS SUPERVISÃO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS TEMA: Proposta Curricular de Educação de Jovens e Adultos

17 CURRÍCULO: perguntas iniciais O QUE É? PARA QUE SERVE? QUEM CONSTRÓI? PARA QUE? QUAL O CURRÍCULO DA/PARA EJA?

18 1. CONCEPÇÕES ACERCA DO CURRÍCULO: Na história da educação, o currículo recebeu várias significações, em vários momentos e contextos históricos. Assim, o currículo foi concebido como: Conjunto de matérias a serem estudadas pelos alunos de uma série, modalidade ou nível de escolarização; Guia de experiências a serem planejadas pela escola; Procedimentos técnicos de seleção, definição e organização seqüencial de objetivos, conteúdos, estratégias e instrumentos avaliativos do ensino. Nessas definições, a ênfase era dada apenas aos programas oficiais, aos currículos prescritos, normativos e obrigatórios. Não consideravam os diferentes espaços sociais de elaboração ou modificação do texto curricular, incluindo a escola e as interações da sala de aula, que coloca a necessidade de entender currículo num enfoque processual.

19 O QUE UMA REFERÊNCIA CURRICULAR AJUDA A RESPONDER? Como se concretiza a formação de sujeitos críticos, criativos, emancipados e éticos? Quais condições materiais, ambientais e novas estruturas educativas precisam ser fortalecidas ou construídas? Quais objetivos, conteúdos e orientações didáticas devem ser priorizados na tarefa de ensinar? Que critérios adotar na escolha de materiais didáticos? Que critérios considerar na avaliação da qualidade das aprendizagens desenvolvidas? Que lutas desenvolver para a profissionalização do magistério? Que processos de formação continuada escolher?

20 CONCEPÇÃO CURRICULAR DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS  Educação – uma práxis de relação democrática entre educador e educando, na construção do conhecimento e na perspectiva de mudanças de contexto societário.  Escola - espaço de confronto de saber (popular e científico) na construção de um conhecimento (individual e coletivo) que instrumentalize o aluno para agir na sua realidade concreta como cidadão.  Educador - mediador nas relações de construção do conhecimento, sujeito ativo, competente político e tecnicamente, logo em constante processo de apropriação do conhecimento.  Educando - sujeito com história de vida com experiências consideráveis no mundo do conhecimento, logo de participação ativa no processo ensino-aprendizagem. Capaz de refletir, compreender e definir-se conscientemente na vida, com a apropriação do conhecimento.

21  Currículo – é o pensar e o fazer da escola, no trabalho de construção do conhecimento, no ato de ensinar e de aprender, para ler e entender a realidade e nela interferir.  Planejamento – participativo, envolvendo a comunidade escolar, considerando as circunstâncias e necessidades dos professores e alunos, norteando com flexibilidade a ação pedagógica.  Metodologia Educativa – do concreto para o abstrato, resgatando os conhecimentos assistemáticos do aluno para transformá-lo num nível mais elaborado, num processo ação - reflexão - ação.  Conteúdo Curricular - caráter interdisciplinar, parte do todo, com sentido de vida da prática social e do trabalho – saber científico, histórico e cultural.

22 PRINCÍPIOS DA PRÁTICA CURRICULAR A proposta curricular organiza-se por princípios que constroem sentidos às relações educativas, inspirando-se nos valores da educação como um bem público, da cidadania, da democracia, da justiça social, da inclusão social e da formação crítica. Significação x Contextualização – articulação do objeto-conhecimento com a situação de vida do educando, atentando a necessidades, interesses e problematização do cotidiano e da construção social de sua época, de seu espaço social. Continuidade x Ruptura - o processo de construção do conhecimento deve se dar do velho ao novo, do mundo real e da visão de mundo, promovendo um desencadeamento de continuidade histórica e ruptura do conhecimento de senso comum ao científico, do fragmentado ao totalitário, da visão mecanicista à crítico - dialética.

23 Formação crítico-reflexiva e emancipatória, pressupõe: sólida base de conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais; articulação: práticas escolares e práticas sociais; problematização e diálogo com a diversidade cultural; participação ativa, criativa e reflexiva dos sujeitos da escolarização; diversificação pedagógica e de recursos didáticos para ultrapassar diferenças de origem social; garantia do direito à diferença e à inclusão social; compromisso com a seleção crítica e ética dos conteúdos culturais.

24 Letramento, pressupõe que o ambiente escolar deve criar oportunidades de leitura e escrita de textos escritos, além dos espaços de sala de aula; a leitura e escrita estejam presentes em todos os tempos e espaços escolares; a leitura e escrita integrem as atividades curriculares de todas as Áreas de Conhecimento; textos escritos na prática social sejam objeto de leitura crítica e reelaboração nas atividades curriculares.

25 Disciplinaridade /Interdisciplinaridade Esta Proposta Curricular alarga o conceito de campo disciplinar, organizando os conteúdos escolares em Áreas de Conhecimento que se relacionam com outros campos disciplinares. Nesse sentido, admite a organização de situações didáticas que mobilizem práticas de construção de conhecimentos interdisciplinares. A interdisciplinaridade pressupõe o relacionamento de duas ou mais disciplinas na compreensão de um objeto de estudo, podendo ocorrer em vários graus. Aqui, a interdisciplinaridade significa intercomunicação ou inter- relação de campos disciplinares, tais como linguagem (Língua Portuguesa, Artes etc.) ou Ambiente Natural, Cultural e Social (História, Geografia, Ciências Naturais, Sociologia, etc).

26 Prática escolar democrática, compartilhada, cooperativa e dialógica Escola democrática que reconhece a diferença e a necessidade de inclusão de todos os sujeitos sociais; A participação como possibilidade de desenvolvimento de uma forma de pensar e agir emancipada; A prática democrática favorece a autonomia e se fortalece no diálogo e na colaboração, rompendo com o individualismo.

27 ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS/ ENSINO MÉDIO MARANHÃO Revisitando o Documento

28 ESTRUTURA CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO DA EJA/ MARANHÃO O Ensino Médio está dividido em quatro áreas de conhecimento, conforme as novas diretrizes do ENEM: ÁREA DE CONHECIMENTOCOMPONENTES CURRICULARES LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS LÍNGUA PORTUGUESA, LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA (INGLÊS E/OU ESPANHOL), ARTE E EDUCAÇÃO FISICA MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS MATEMÁTICA CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS BIOLOGIA, FÍSICA E QUÍMICA CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS HISTÓRIA, GEOGRAFIA, SOCIOLOGIA E FILOSOFIA

29 PRINCÍPIOS GERAIS A concepção pedagógica subjacente, na nova proposta curricular, aponta no sentido de que: - a escola existe, antes de tudo, para os alunos aprenderem o que não podem aprender sem ela; - o professor organiza a aprendizagem, avalia os resultados, incentiva a cooperação, estimula a autonomia e o senso de responsabilidade dos estudantes;

30 PRINCÍPIOS GERAIS (CONT.) - nada substitui a atuação do próprio aluno no processo de aprendizagem; - o ponto de partida é sempre o conhecimento prévio do aluno; - a avaliação é um instrumento de melhoria do ensino e não uma arma contra o aluno; - a aprendizagem bem-sucedida promove a auto- estima do aluno; o fracasso ameaça o aprender e é o primeiro passo para o desinteresse.

31 ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DO DOCUMENTO APRESENTAÇÃO HISTÓRICO E FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DA EJA CONCEPÇÃO DA ÁREA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS. OBJETIVOS DA ÁREA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS COMPETÊNCIAS DA ÁREA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS. AVALIAÇÃO DA ÁREA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS. - Exemplo da Área de Ciências da Natureza e suas tecnologias e do Componente Curricular de Biologia:

32 BIOLOGIA Objetivos do ensino de Biologia Importância da Biologia na EJA Orientações metodológicas e avaliação de Biologia. Quadro de competências e habilidades de Biologia Referências bibliográficas e sugestões de leitura para o professor de Biologia ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DO DOCUMENTO

33 O ENSINO POR COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

34 DIRETRIZES CURRICULARES: COMPETÊNCIAS DE HABILIDADES “Não basta entender competências como uma parte de um processo de ensino mas, como o processo de ensino: O ENSINO POR COMPETÊNCIAS.” “O ensino por competências não se faz nomeando uma comissão de redação para elaborar um conjunto de competências ou colocando um verbo de ação na frente dos saberes disciplinares.”

35 1. POR QUE O ENSINO POR COMPETÊNCIAS? Uma nova cultura modifica as formas de produção e apropriação dos saberes; O mundo mudou – temos decisões a tomar, muitos procedimentos a aprender, muitos problemas a resolver; A escola de hoje tem uma função social urgente; O mundo é globalizado; Contexto sócio-educacional: exige-se pessoas que saibam fazer e que tenham capacidade para planejar e resolver problemas; Crise educacional: os alunos não se interessam por saberes sem sentido, sem utilidade.

36 Transformações tecnológicas/sociais e culturais; Sociedades cada vez mais complexas marcadas por tensões e contradições; Sociedades que se caracterizam pelo consumo, tecnologia, conhecimento e informação; Sociedades que, por implicação, a educação é um direito, uma necessidade de todos Enfim AÇÃO AÇÃO, como elemento chave. 1. POR QUE O ENSINO POR COMPETÊNCIAS ?

37 2. O QUE EMBASA O ENSINO POR COMPETÊNCIAS ?? Conferência Mundial de Educação Para Todos – Tailândia – 1990 – influência dos organismos internacionais É consenso internacional que a educação, ao longo da vida, está fundada em quatro PILARES: APRENDER A CONHECER:  CULTURA GERAL  ESPÍRITO INVESTIGATIVO INVESTIGATIVO  VISÃO CRÍTICA  APRENDER A APRENDER APRENDER A FAZER:  RELACIONAR– E EM GRUPO E EM GRUPO  RESOLVER PROBLEMAS  QUALIFICAR– SE PROFISSIONAL MENTE SE PROFISSIONAL MENTE APRENDER A VIVER COM OS OUTROS:  SABER COMPREENDER O OUTRO  SABER RESOLVER CONFLITOS  RESPEITO AO OUTRO APRENDER A SER:  AGIR COM AUTONOMIA AUTONOMIA  EXPRESSAR OPINIÕES  ASSUMIR RESPONSABILID A DES PESSOAIS

38 2. O QUE EMBASA O ENSINO POR COMPETÊNCIAS ?? As Diretrizes Curriculares Nacionais – Parâmetros Curriculares Nacionais – enfatizam a necessidade de centrar o ensino e aprendizagem no desenvolvimento de competências e habilidades por parte do aluno, em lugar de centrá-lo no conteúdo conceitual apenas.

39 CONHECIMENTO HABILIDADESATITUDES COMPETÊNCIAS

40 Aprendendo melhor... COMPETÊNCIA DESCRITORES DE HABILIDADES C1: Dominar os conhecimentos e as capacidades que concorrem para a apropriação da tecnologia da escrita. Fonte: PROALFA – Boletim Informativo pág. 9 D1: Identificar letras do alfabeto; D2: conhecer as direções e o alinhamento da escrita na LP; D3: Diferenciar letras de outros sinais gráficos, como números, sinais de pontuação ou outros sistemas de representação; D4: Identificar o nº de sílabas (consciência sílaba): D5: Identificar sons, sílabas e outras unidades sonoras (consciência fonológica e fonêmica) D6: Identificar o conceito de palavra (consciência de palavras) D7: Distinguir, como, leitor, diferentes tipos de letras

41 COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS (MEC) Dominar leitura/escrita e outras linguagens; Fazer cálculos e resolver problemas; Analisar, sintetizar e interpretar dados, fatos e situações; Compreender o seu entorno social e atuar sobre ele; Receber criticamente os meios de comunicação; Localizar, acessar, e usar melhor a informação acumulada; Planejar, trabalhar e decidir em grupo;

42 Modalidades organizativas PROJETOS ATIVIDADES SEQÜENCIADAS ATIVIDADES PERMANENTES SITUAÇÕES INDEPENDENTES São situações didáticas que se articulam em função de uma finalidade e de produto final compartilhados. Contextualizam as atividades e podem ser interdisciplinares. São situações didáticas articuladas que possuem uma sequencia de realização cujo critério principal são os níveis de dificuldade. Coleção, gibis, rótulos, folhas. São situações didáticas cujo objetivo é construir atitudes, desenvolver hábitos etc. roda de conversa; leitura diária; higiene, mão, dentes, uso do banheiro. → SITUAÇÕES OCACIONAIS: São situações em que algum conteúdo significativo é trabalhado sem que tenha relação direta com o que foi planejado. Ex: Comemorações de algumas datas muito importantes → SITUAÇÕES DE SISTEMATIZAÇÃO São atividades que não estão relacionadas com propósitos imediatos mas com objetivos e conteúdos definidos para a série, pois se destinam justamente as sistematizações dos conhecimentos. PERIODICIDADE: depende dos objetivos propostos – pode ser dias ou meses. Quando de longa duração, os projetos permitem o planejamentos de suas etapas com os alunos e a distribuição do tempo. PERIODICIDADE: variável PERIODICIDADE: Semanal, quinzenal, diária....as atividades se repetem de forma sistemática e previsível. CARACTERÍSTICAS BÁSICAS: Ter uma finalidade compartilhada por todos os envolvidos que se expressa num produto final e possuir uma sequência de atividades. CARACTERÍSTICA BÁSICA: funcionam de forma parecida com os projetos mas não tem produto final pré- determinado. CARACTERÍSTICAS BÁSICAS: A marca principal dessas situações é a regularidade e, por isso, possibilitam contato intenso com um tipo de conteúdo. (atitudinal)

43 Planejamento 2010 PeríodoCompetênciasHabilidadesConteúdos Programáticos Modalidades Organizativas Instrumentos Avaliativos COMPONENTE CURRICULAR: ___________ PROFESSOR: _________ PERÍODO: _________ SÉRIE/ETAPA: ______ TURMA: ______________ ENSINO MÉDIO ( ) REGULAR ( ) EJA SUPERVISOR: ______________

44 ATENÇÃO! Data de entrega dos Planos Anuais 2010: 29 de março de 2010.


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