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GESTÃO DE PRODUÇÃO GESTÃO ECONÓMICA DE STOCKS. GESTÃO ECONÓMICA DE STOCK Modelo de Wilson A Gestão Económica de Stocks tem por finalidade a determinação.

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1 GESTÃO DE PRODUÇÃO GESTÃO ECONÓMICA DE STOCKS

2 GESTÃO ECONÓMICA DE STOCK Modelo de Wilson A Gestão Económica de Stocks tem por finalidade a determinação de uma política óptima de aprovisionamento (1) com o objectivo de satisfazer a procura futura. O objectivo da Gestão Económica de Stocks é a maximização do benefício anual médio. As razões que justificam a existência de bens armazenados são: impossibilidade de receber produtos no momento em que são procurados; sazonalidade da produção e/ou da procura de certos produtos; variabilidade dos preços de certos produtos. Nesta abordagem, supõe-se que a procura futura é independente da política adoptada.

3 Modelo de Wilson O custo total médio anual de posse e aprovisionamento de stock será: CT = CA + CE + CP Onde: CT – custo total (médio anual) CA – custo de aquisição (médio anual) CE – custo de efectivação (médio anual) CP – custo de posse (médio anual)

4 Modelo de Wilson

5 Se a quantidade sobe, o CE desce e o CP, e há uma quantidade para a qual o custo total é mínimo; essa quantidade é a Quantidade Económica da Encomenda (QEE). 2.A.N QEE = (Fórmula de Wilson) r.p Sabendo qual é a QEE, fica conhecida a Frequência das Encomendas. N = (nº médio de encomendas por ano) QEE T T – fracção do ano que separa a passagem de duas encomendas (separa a entrega de duas encomendas consecutivas

6 Modelo Wilson Mas quando se deve encomendar? O prazo de reaprovisionamento é o prazo que decorre entre o momento em que se desencadeia a encomenda e o momento em que esta chega ao armazém; é o nível de existência que nos define o instante em que devemos desencadear nova encomenda. Logo, ponto de encomenda = prazo de reaprovisionamento unitário (1). A periodicidade económica (pec) é o intervalo entre duas encomendas sucessivas e corresponde ao prazo médio que é necessário decorrer para se consumir a QEE; assim, basta converter a QEE (que está expressa em número de unidades a encomendar) em termos de tempo que é necessário ao seu consumo.

7 TÉCNICA LIMITE A Técnica Limite é um método de controle de stocks ajusante do sistema produtivo, ou seja controla stocks de grupos de produtos submetidos a um mesmo processo de fabricação. O objectivo é produzir lotes económicos (com custos mínimos) ocupando as horas de máquina existência daí a expressão “limite”, ou seja, a produção está limitada ao número disponível de horas de maquinaria.

8 Técnica Limite As vantagens da técnica são: fácil compreensão e aplicação; consegue benefícios imediatos diminuindo o investimento em stocks sem nenhum incremento contrário nos custos; indica os benefícios reais da aplicação da quantidade económica da encomenda a uma situação específica;

9 MODELO MRP (MATERIAL REQUEREMENTS PLANING) Os modelos que acabamos de expor (Wilson e Desconto de Quantidade) são modelos matemáticos que se preocupam em controlar os stocks a montante (stocks de matérias-primas) e ajuzante do sistema produtivo (stocks de produtos acabados). A técnica limite permite stocks de produtos acabados sujeitos a um processo de fabrico.

10 MODELO MRP (MATERIAL REQUEREMENTS PLANING) Os seus objectivos são: manter o nível de stocks o mais baixo possível; Assegurar que: – para a produção, nunca faltem materiais, componentes ou produtos; – para o consumidor, nunca faltem produtos planear as actividades de: – compra; – prazos de entrega; – manufactura

11 MODELO MRP (MATERIAL REQUEREMENTS PLANING ) O MRP tem a facilidade de poder tratar alterações realizadas: no plano mestre de produção; na estrutura de fabrico; nos lotes mínimos.

12 MODELO MRP (MATERIAL REQUEREMENTS PLANING ) Concretamente: ao nível do plano mestre de produção, informação sobre: – capacidades disponíveis de mão-de-obra e de equipamentos; ao nível de cada estrutura de produto, informação sobre: – mão-de-obra necessária; – equipamento necessário; – tempo necessário; – quantidades necessárias.

13 MODELO JIT (JUST IN TIME) A qualidade de um produto mede-se, entre outros factores: pela resposta que dá às necessidades do consumidor; pelo preço; pelo prazo de entrega. A relação performance/prazo é bastante importante numa análise deste tipo: – a performance avalia-se pela capacidade de investigação, pela formação e pelo controlo de qualidade verificado na empresa; o preço melhora-se a partir de uma racionalização de recursos, ou seja, com uma optimização de meios; os prazos tornam-se mais realistas com uma eficiente gestão de controlo de produção.

14 Técnica dos 5 zeros Esta técnica também é conhecida por “Técnica dos 5 zeros”: - zero stocks - zero defeitos - zero panes - zero prazos - zero papéis. ZERO STOCKS: como atingir? Uma das técnicas é o MRP: controle de fornecimento de materiais: Outro método é o Kanban. É um método de fabricação por lotes orientado para a produção em série e oferece uma flexibilidade enorme nas mudanças de produção, com uma utilização reduzida de stocks (vias de fabricação e produto acabado). O Kanban para gerir a fabricação e o MRP para controle de fornecimento de materiais.

15 Técnica dos 5 zeros ZERO DE DEFEITOS: como atingir? A qualidade é um dos objectivos estratégicos mais importantes, sendo simultaneamente a via mais eficiente para reduzir custos e tempos improdutivos. A TQM (Total Quality Management) consiste na qualidade total realizada: – através da pessoa: com um forte investimento em formação, de modo a criar pessoal altamente especializado, eficiente e consciente; – através de sistemas: definido o standard de produção, de modo a que as necessidades dos clientes sejam entendidas em toda a organização; – através da tecnologia: tentando eliminar erros humanos com a utilização de sistemas robóticos de controle em pontos cruciais do processo produtivo.

16 Técnica dos 5 zeros ZERO PANES: como atingir? Se o objectivo é reduzir stocks e cumprir rigorosamente os prazos de entrega há que reduzir os defeitos produzidos e reduzir igualmente as avarias dos equipamentos. A TPM ( Total Production Maintenance) consiste em: – definir um plano estratégico de manutenção; – definir procedimentos de manutenção, meios técnicos e parâmetros de avaliação; – formar meios humanos; – acompanhar e dinamizar o processo através de especialistas, pelo menos na fase de arranque.

17 Técnica dos 5 zeros

18

19 MODELO DE KANBAN O Kanban é um método de fabricação orientado para a produção em série. Os seus objectivos são os seguintes: regular o montante as flutuações da procura e do volume de produção de um posto de trabalho afim de evitar a transmissão e ampliação dessas flutuações; minimizar as flutuações do stock de fabricação com o objectivo de melhorar a gestão (a sua meta é o stock zero). descentralizar a gestão das oficinas afim de melhorar o nível de gestão, fazendo dos contramestres gestores de stocks.

20 Modelo Kanban

21 Lote Económico A gestão económica dos stocks tem como finalidade a racionalização e optimização dos fluxos de stock, de molde a que o somatório do custo de posse com o custo das encomendas seja minimizado; ou seja, é necessário encontrar o ponto de equilíbrio entre estas duas variáveis que se comportam de forma antagónica, dado que uma redução do stock médio implica uma diminuição do custo de posse, mas também um aumento do número de encomendas, logo do seu custo - e vice-versa. Custo de posse - juros do capital investido no stock - aluguer e/ou reintegração das instalações - manipulação e conservação do stock - encargos com o pessoal envolvido - outros custos de menor expressão Custo de encomenda - custos burocráticos ligados ao processo - encargos com o pessoal do sector - custos com recepção, controlo, armazenagem - outros custos de menor expressão

22 Lote Económico Por outro lado, é fundamental acrescentar à análise a variável do stock de segurança - trata-se da quantidade mínima que é admissível manter em stock, de molde a não ser provável uma ruptura desse produto, (possível sempre é!) As rupturas/falhas de stock podem ser extremamente danosas para a empresa, e resultam normalmente de (1) aumentos de consumo não previstos, (2) atrasos na chegada das encomendas, (3) erro no cálculo do stock de segurança. A determinação do stock de segurança depende de diversos factores, e não pode ser generalizada a outros produtos ou mesmo a outros contextos de mercado, sendo cada caso diferente do outro.

23 Lote Económico Assim, é necessário: - analisar os consumos de períodos passados - prever os consumos esperados - avaliar o custo/benefício desse stock de segurança - ponderar os custos directos (anulação de encomendas...) e indirectos (eventual perda de clientes, imagem...) resultantes da ruptura de stock O ponto de encomenda, ou seja, o momento em que se deverá efectuar nova encomenda (expresso em unidades), depende (1) do nível do stock de segurança, bem assim como (2) do prazo de aprovisionamento e (3) dos ritmos de consumo do produto. O lote económico resulta da conjugação das variáveis anteriores, corresponde à aplicação dos conceitos e objectivos da gestão económica dos stocks, e configura a quantidade de cada encomenda, com o objectivo de minimizar os custos totais. Sendo que: - Qe = lote económico - D = procura (demand) - Ce = custo de cada encomenda - Cs = custo de posse unitário Qe = raiz quadrada do quociente 2xDxCe/Cs

24 Lote Económico

25 FIM


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