A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Seminário: Valorização do Pescado dos Açores 7 e 8 de Maio 2012 - Portas do Mar Laura Lemos Direção Regional da Educação e Formação Nutricionista Composição.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Seminário: Valorização do Pescado dos Açores 7 e 8 de Maio 2012 - Portas do Mar Laura Lemos Direção Regional da Educação e Formação Nutricionista Composição."— Transcrição da apresentação:

1 Seminário: Valorização do Pescado dos Açores 7 e 8 de Maio Portas do Mar Laura Lemos Direção Regional da Educação e Formação Nutricionista Composição de ementas escolares e restauração coletiva

2 Estabelecimentos de ensino Educação para a saúde Missão Educação para a cidadania – cidadãos responsáveis Educação de Valores … Aprendizagem para a Vida

3 Saúde Escolar Programa Regional de Saúde Escolar – desde 2012 DLR nº 8/2012/A de 16 de março Finalidades: a) Promover a saúde e prevenir a doença na comunidade educativa; (…) f) Reforçar os fatores de proteção relacionados com os estilos de vida saudáveis;

4 Saúde Escolar Programa Regional de Saúde Escolar DLR nº 8/2012/A de 16 de março Áreas de intervenção: a) Alimentação Saudável; (…) f) Ambiente e Saúde

5 Estatuto do aluno DLR nº 32/2011/A de 24 de novembro Sistema de ação social Mantém-se em vigor o DLR nº 18/2007/A, de 19 julho Art.º Tipologia das refeições Refeição Completa (sopa, prato, pão, fruta ou doce) Refeição ligeira (sopa, miniprato, sandes ou iogurte, fruta ou doce) alunos do pré escolar e 1º ciclo

6 Estatuto do aluno DLR nº 32/2011/A de 24 de novembro Sistema de ação social Mantém-se em vigor o DLR nº 18/2007/A, de 19 julho Art.º 109 – Custo máx. das refeições a servir nos estabelecimentos de educação e ensino Refeição completa: 50% do subsídio de refeição atribuído aos funcionários da administração regional autónoma. Refeição ligeira: 35% do subsídio de refeição atribuído aos funcionários da administração regional autónoma.

7 Estatuto do aluno DLR nº 32/2011/A de 24 de novembro Sistema de ação social Mantém-se em vigor o DLR nº 18/2007/A, de 19 julho Proposta de nova legislação regional - publicada brevemente.

8 Recomendações nutricionais Visam satisfazer as necessidades nutricionais e energéticas, mantendo um bom estado de saúde. Estão estabelecidas para irem ao encontro de 97 a 98% das necessidades do indivíduo.

9 Recomendações nutricionais Necessidade energéticas Crianças 3 aos 6 anos - variam entre 1300 a 1700 Kcal A partir 6 anos – aumentam gradualmente (até 2500 kcal) Macronutrientes (proteínas) IdadeContributo (%) 1 -3 anos – 18 anos Manual Human energy requirements/ Dietary Reference Intake for Energy Infância/Adolescência Contributo (%) Idade Adulto ADULTO

10 Recomendações nutricionais VET Almoço – 350 a 750 Kcal Porções – PESCADO IdadeQuantidade diáriaPorção 3 – 6 anos2 porções40 a 70 g 7 – 18 anos2 porções42 a 160 g Tabela adaptada do a partir dos Manuais European Dietary Guideline for Young Children (3-6 yrs) e European Dietary Guideline for Children and Young people (7-18 yrs) Infância/Adolescência

11 OrientaçõesOrientações Circular nº 14/DGIDC/2007 Anexo A – Listagem de alimentos autorizados 10 – PESCADO Apresentação a) Inteiro eviscerado, com ou sem cabeça b) Em postas (abertas ou fechadas) b) Em filetes

12 Circular nº 14/DGIDC/2007 Anexo A –Listagem de alimentos autorizados 10 – PESCADO Conservação a) Refrigerado b) Congelado (-35ºC) OrientaçõesOrientações

13 Circular nº 14/DGIDC/2007 Anexo A – Listagem de alimentos autorizados 10 – PESCADO Espécie e fins culinários a)Cozer: Pescada (de n.º 3 a n.º 5), pargo, mero, cherne, polvo, maruca, abrótea, bacalhau (…); b)Assar: Pargo, carapau, cherne, mero, peixe-vermelho, bacalhau, salmão e dourada (…); c)Grelhar: Peixe-espada, carapau, besugo, cherne, dourada, lulas, chocos e bacalhau (…); OrientaçõesOrientações

14 Circular nº 14/DGIDC/2007 Anexo A – Listagem de alimentos autorizados 10 – PESCADO Espécie e fins culinários d)Fritar: Peixe-espada, carapau, pescada n.º 3, pescadinhas, bacalhau, filetes de pescada, (…); e)Caldeirada: mistura de várias espécies, fragmentadas em pedaços, com um mínimo de 5 variedades, f)Arroz: Polvo, lulas, bacalhau, várias espécies, (…). OrientaçõesOrientações

15 Circular nº 14/DGIDC/2007 Anexo B – EMENTAS ₋Processo de empratamento: quantidade de alimentos deve corresponder à capitação; ₋Pré-escolar e 1º ciclo (80% da capitação) ₋Composição: ₋Pescado servido alternadamente: 2 x semana/3 x semana ₋Sopa de peixe 1 vez por mês (em substituição da sopa de legumes); OrientaçõesOrientações

16 Circular nº 14/DGIDC/2007 Anexo B – EMENTAS ₋Composição (cont.) ₋Semanalmente, 1 prato de peixe fracionado; ₋Semanalmente, 1 prato de peixe à posta; ₋Mensalmente, 2 pratos de bacalhau; ₋(…) ₋Fritos, apenas 1 vez em cada 2 semanas; OrientaçõesOrientações

17 Capitação dos alimentos (exemplos)  Sopa de peixe - 60 gr (3 variedades)  Caldeirada gr (3 variedades)  Abrótea/pescada (sem cabeça) gr  Bacalhau a 130 gr  Carapau gr  Cherne/ salmão/ gr  Dourada gr  Mero/pargo/ espada/ vermelho g  (…) OrientaçõesOrientações

18 Restauração coletiva P.ex. : cantinas administração regional, hospitais, empresas, associações, lares, … Mesmas recomendações – diferentes capitações Pescado muito utilizado como opção “dieta”, p.ex. doentes cardiovasculares, obesidade, HTA, …

19 RealidadeRealidade Porque comer peixe é um obstáculo? “O peixe tem espinhas” “O peixe é mole”Alunos “Gosto mais de carne” Preço Empresas/ escolasAcondicionamento (conservação) Disponibilidade Recursos humanos (preparação) …cultura, educação, cidadania, hábitos!

20 Realidade – Unidades Orgânicas 38 Unidades Orgânicas*no Sistema Educativo Regional Tipo de refeitório Nº de Unidades Orgânicas Gestão Própria8 Adjudicado29 *EBI Corvo não tem refeitório

21 Realidade – Unidades Orgânicas Consumo de Pescado (estudo em 20 Unidades Orgânicas) Nº de refeições com pescado Nº de UOSemana 1Semana 2Semana 3Semana 4 Orientações

22 Realidade – Unidades Orgânicas Consumo de Pescado (estudo em 20 Unidades Orgânicas) Tipo de refeição mais oferecido: Bacalhau (até 4 vezes por mês) Atum (até 4 vezes por mês) Pescada (até 3 vezes por mês) Douradinhos (até 2 vezes por mês) Tipo de refeição menos oferecido: Abrótea (5 escolas, 1 a 2 vezes por mês) Peixe espada; Alfonsim (1 escola, 1 vez por mês) Chicharro (2 escolas, 1 vez por mês)

23 Realidade – Unidades Orgânicas Consumo de Pescado (estudo em 20 Unidades Orgânicas) Métodos de confeção mais utilizados - Pescado em salada, pudim, massada… - Pescado panado (rissóis, “panadinhos”, …) - Pescado assado/frito Métodos de confeção menos utilizados - Pescado à posta (grelhado e assado) - Sopa de peixe

24 Pescado açoriano Sim! É possível enquadrar pescado açoriano nas ementas Riqueza gastronómica Mares em redor dos Açores são dos mais ricos em vida marítima do Oceano Atlântico

25 Como alterar as ementas? Sim! É possível enquadrar pescado açoriano nas ementas  Peixe de baixo valor económico; Sazonalidade Disponibilidade  Pesca sustentável; E assim, todos podem beneficiar do sabor e valor nutritivo do peixe dos Açores

26 Como alterar as ementas? Sim! É possível enquadrar pescado açoriano nas ementas  Sensibilizar e motivar (escolas, empresas, manipuladores)  Criar estratégias facilitadoras (acessibilidades, parcerias – fornecedores, …)  Educar E assim, que possam beneficiar do sabor e valor nutritivo do peixe dos Açores

27 Pescado açoriano Enquadra-lo nas ementas… Por exemplo: Cavala Chicharro Assar, (caldeirada), grelhar, fritar, cozer PescadaFritar, assar, cozer Garoupa Boca negra Todos métodos de confeção Bicuda Todos métodos de confeção Abrótea | Juliana Grelhar, assar, cozer, fritar Alfonsim Grelhar, assar, cozer, fritar

28 Obrigada pela Vossa Atenção Laura Lemos Tel Direção Regional de Educação e Formação


Carregar ppt "Seminário: Valorização do Pescado dos Açores 7 e 8 de Maio 2012 - Portas do Mar Laura Lemos Direção Regional da Educação e Formação Nutricionista Composição."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google