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Juventude, escola e trabalho: sentidos e significados atribuídos à experiência escolar por jovens que estão cursando o Ensino Médio Profª Drª Monica Ribeiro.

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1 Juventude, escola e trabalho: sentidos e significados atribuídos à experiência escolar por jovens que estão cursando o Ensino Médio Profª Drª Monica Ribeiro da Silva

2 “A JUVENTUDE É APENAS UMA PALAVRA” “O que quero lembrar é simplesmente que a juventude e a velhice não são dados, mas construídos socialmente na luta entre os jovens e os velhos. As relações entre a idade social e a idade biológica são muito complexas”. (Pierre Bourdieu)

3 JUVENTUDE???? JUVENTUDES Da compreensão de juventude como etapa de transição, o reconhecimento da experiência juvenil como sendo portadora de um sentido próprio, não somente como preparação para a vida adulta (ABRAMO, DAYRELL, DUBET & MARTUCELLI, G. LEVI); A compreensão da juventude no sentido da transitoriedade negaria a idéia dessa fase da vida como o presente vivido e também como espaço-tempo de formação; A juventude é uma categoria definida histórica e socialmente, não possui caráter universal, homogêneo ou estável; Necessidade de superação dos limites do critério etário usado tradicionalmente para definir juventude e a relação entre esta e a escola

4 Sobre o prolongamento do tempo da juventude: a dificuldade em encontrar emprego/formas de produção da própria existência com independência; a multiplicidade de instâncias de socialização, não mais só a família e a escola; a importância do lazer e da cultura, principalmente na constituição da sociabilidade, das identidades e da formação de valores. Por esses motivos, o alerta é o de que precisamos falar de juventudes, no plural, e não de juventude, no singular, para não esquecer as diferenças e desigualdades que atravessam esta condição. (...) Agora a pergunta é menos sobre a possibilidade ou impossibilidade de viver a juventude, e mais sobre os diferentes modos como tal condição pode ser vivida. (PELISSARI, 2011).

5 SER JOVEM : CULTURAS, IDENTIDADES, DIFERENÇAS, LINGUAGENS, EXPECTATIVAS.... A IDENTIDADE JUVENIL É RESULTADO DE MÚLTIPLAS INTERAÇÕES: COM O OUTRO DENTRO E FORA DA ESCOLA; COM O OUTRO PELA MEDIAÇÃO DAS TIC; COM OS MODOS DE PRODUÇÃO DA EXISTÊNCIA HUMANA, etc... É NESSA DINÂMICA QUE O JOVEM SE CONTROI A ESCOLA, PORTANTO, É UM DOS ESPAÇOS DE CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE JUVENIL, DENTRE OUTROS

6 OS SENTIDOS DA ESCOLA... JUVENTUDE E ESCOLARIZAÇÃO: PERDA DE SIGNIFICADO, CRISE DA ESCOLA, DESLOCAMENTO DE SENTIDO..... O QUE SIGNIFICAM OS ELEVADOS ÍNDICES DE DESISTÊNCIA DA ESCOLA? E O QUE DIZER DOS QUE PERMANECEM “ABANDONADOS” DENTRO DELA? NECESSIDADE DE INVESTIGAR AS RAZÕES DA PERMANÊNCIA E DO ABANDONO ESCOLAR E REPENSAR OS MODOS DE ORGANIZAR OS TEMPOS-ESPAÇOS-SABERES ESCOLARES OS VÍNCULOS FORMAIS E OS VÍNCULOS INFORMAIS COMO FATORES QUE PRECISAM SER MAIS ESTUDADOS E CONHECIDOS

7 OS SENTIDOS DA ESCOLA UM SENTIDO ENDÓGENO QUAL FORMAÇÃO????? A HISTÓRICA DUALIDADE PRESENTE NO ENSINO MÉDIO A SUPERAÇÃO DO DEBATE SOBRE A SUPOSTA AUSÊNCIA DE IDENTIDADE DO ENSINO MÉDIO: HOJE, NO BRASIL, O ENSINO MÉDIO É A ULTIMA ETAPA DA EDUCAÇÃO BÁSICA

8 QUAL CURRÍCULO? A nanotecnología é a manipulação dos materiais na escala atômica ou molecular; é aplicação da nanociência em campos diversos que trabalham com materiais que vão de 1 a 100 nanômetros. Um nanômetro é um bilionésimo de metro, ou um milionésimo de milímetro. Um cabelo humano, por exemplo, pode ter nanômetros de espessura. A nanotecnologia traz a possibilidade de fabricar materiais e máquinas a partir do reordenamento de átomos e moléculas em nanoescala. => isso implica na fusão de vários campos disciplinares

9 MOVIMENTOS NECESSÁRIOS QUAIS SABERES? QUAL ESPAÇO-TEMPO? QUAL ENSINO? QUAL PROFESSOR?

10 UMA DIREÇÃO: A POLITECNIA COMO FUNDAMENTO E COMO MÉTODO A DISCUSSÃO SOBRE POLITECNIA NÃO É NOVA GRAMSCI E A ESCOLA UNITÁRIA: FORMAÇÃO DO DIRIGENTE (CIENTISTA + POLÍTICO) A FORMAÇÃO VOLTADA PARA COMPREENSÃO DA TOTALIDADE SOCIAL, NÃO APENAS DE SEUS FRAGMENTOS: UMA FORMAÇÃO PLENA E INTEGRAL A COMPREENSÃO DOS PROCESSOS SOCIAIS A PARTIR DOS SIGNIFICADOS PRODUZIDOS PELA ARTICULAÇÃO ENTRE TRABALHO E CULTURA, ENTRE CIÊNCIA E TECNOLOGIA: O SENTIDO DO ENSINO MÉDIO, PROFISISSIONAL OU NÃO

11 AS DCN GERAIS PARA EDUCAÇÃO BÁSICA: Assegurar um caráter orgânico, sequencial e articulado entre as etapas e modalidades da educação básica – ex: se há uma experiência do redimensionamento do tempo escolar, quais as implicações disso para o conjunto da educação básica????

12 UM EIXO DE PRODUÇÃO DE SIGNIFICADOS PARA TODA A EDUCAÇÃOI BÁSICA TRABALHO CULTURA CIÊNCIA

13 AS DCNEM O PRINCÍPIO EDUCATIVO DO TRABALHO A PESQUISA COMO PRINCÍPIO PEDAGÓGICO O EIXO TRABALHO, CULTURA, CIÊNCIA E TECNOLOGIA O PRINCIPIO DA DIVERSIDADE A POSSIBILIDADE DE DIFERENTES ARRANJOS CURRICULARES COMPREENSÃO DE CURRÍCULO E DE PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO A RELAÇÃO ENTRE CUIDAR E EDUCAR OS INDICATIVOS PARA A GESTÃO DA ESCOLA E PARA A FORMAÇÃO E TRABALHO DOCENTE....

14 Finalizando.... Muito obrigada!


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