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César Medeiros 25 Março de 2011 Jornadas Agrícolas da Praia da Vitória Sec ç ão Ap í cola.

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1 César Medeiros 25 Março de 2011 Jornadas Agrícolas da Praia da Vitória Sec ç ão Ap í cola

2 O que é a apicultura? História das abelhas nos Açores: Introdução e espécie de abelha dominante A composição do super-organismo A importância das abelhas para o mundo Perigo de colapso Produtos resultantes da actividade apícola: O seu valor para o Homem

3 Definição da apicultura É arte e a ciência da criação de abelhas, tendo em vista o desenvolvimento de técnicas eficientes para a obtenção de vários produtos, tais como: o mel, o pólen, a cera, a própolis, a geleia real e a apitoxina (veneno). Produção animal. Factor de produção agrícola. Factor de conservação da natureza e biodiversidade. 25 Março

4 As abelhas foram introduzidas nos Açores em meados do século XV, por altura do povoamento das ilhas; Ordens religiosas constataram que existiam boas condições para a prática; A apicultura pouco evoluiu até meados do século XIX; Tratava-se de uma apicultura Fixista; Utilizavam “cortiços de barro” e tábuas que construíam grosseiramente as “casas” para as abelhas.

5 Santa Maria São Miguel

6 A descoberta do espaço abelha pelo Sr. Lorenzo Langstroth; Permitiu a invenção da colmeia de quadros móveis; Apicultura mobilista com tecnologia E toda uma tecnologia em torno da actividade apícola, nomeadamente moldagem de cera, e a extracção do mel.

7 Apis mellifera iberica A análise genética evidência que as abelhas dos Açores, devido ao isolamento geográfico, mostram diferenças em relação ás abelhas de Portugal continental e da Europa.

8 1 rainha a operárias 50 a 1000 zangões 15 mm 18 mm 20 mm

9 Resinas Pólen Néctar Equilíbrio da Natureza com benefício para o Homem

10 PolinizaçãoPólen Culturas/ Espécies Hortícolas Frutícolas Espontâneas Forrageiras

11 Ambiente:  Desempenham um papel fundamental na preservação da biodiversidade da vegetação natural e/ou endémica: Sem abelhas não poderão existir espécies que produzam flores com pólen “pesado” (cerca de ). Papel na alimentação humana:  Na Europa, há quatro mil variedades de vegetais que só existem graças à polinização, salienta o relatório "Global Bee Colony Disorders and other Threats to Insect Pollinators”.  Actualmente, das 100 espécies de culturas agrícolas que fornecem 90 % dos alimentos do mundo, mais de 70 são polinizadas por abelhas  Maçã, pera, soja, cacau, amêndoa, entre muitas outras.  Em média, 60% a 80% da polinização entomófila é feita pelas abelhas.

12 Economia:  O valor económico global da polinização, serviço prestado pelas abelhas, estará entre os 22,8 e os 57 mil milhões de euros, segundo o Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA);  Estima-se que a produção de mel mundial seja superior a toneladas por ano; (Portugal em 11º t- 2007)  Uso da cera na feitura de velas, produtos de estética e beleza humana;  Mercado de comercialização de própolis surge com novo vigor, a procura aumentou significativamente devido aos estudos da valia medicinal deste produto apícola.

13  Sim, existe.  As abelhas enfrentam várias ameaças, nomeadamente: do uso mais intensivo dos químicos na agricultura (neonicotinóides); das alterações climáticas que podem alterar os períodos de floração e das chuvas (nutrição das abelhas). das espécies invasoras de abelhas, como as abelhas africanas nos Estados Unidos e a abelha asiática na Europa. dos inimigos como a Varoose (Varroa destrutor) e a Loque europeia (doença exótica de registo obrigatório); do Vírus do Nilo, entre outros problemas sanitários; do HOMEM.  Um pouco por todo o mundo constata-se que as abelhas manifestam sinais de despovoamento das colónias:  Estados Unidos da América: 70% (2007); 90% (2008)  Alemanha: 60% (2008)  França e Itália: 40% a 50% (2008);  Portugal (desconhecido).

14 Reconhecer os perigos, e agir aplicando os seguintes corolários: Pensar global e agir local Promover estratégias para a aumentar a actividade apícola local de forma sustentável.. Pensar global e comer local Consumir os produtos apícolas produzidos na Região, valorizando as suas características e reconhecendo a mais valia para o organismo humano.

15 ApitoxinaGeleia realPólenPolinizaçãoMel

16 Promoção do Mel dos Açores em eventos de promoção de carácter nacional e regional

17 Qual a sua composição? Qual o consumo diário? Quais as suas propriedades terapêuticas? Meis com origens florais diferentes, assim como características físicas, químicas, minerais. Grãos de pólen com diferentes cores em função da espécie visitada.

18 O Mel, na maioria das vezes, apresenta-se num estado líquido-viscoso. É um alimento produzido pelas abelhas a partir do néctar recolhido de flores que é mantido nos favos para ser consumido por toda a colmeia. É uma mistura com uma elevada concentração em açúcares, o mel apresenta uma composição complexa da qual fazem parte cerca de 200 componentes diferentes..  Alto teor de açúcares ( mais de 95% da matéria seca);  Fraco teor em água (0,5 a 0,62) e em humidade (14 a 20%);  Fraco pH;  Presença de substâncias antimicrobiana e anti-oxidantes(peróxido de hidrogénio)

19 Açúcar MORTO 280 kcal/100 g 46 kcal/ colher de chá Açúcar VIVO 304 kcal/ 100 g 64 kcal/colher chá O consumo diário médio é de 60 g por dia. Sacarose  Glucoce + Frutose (2 a 4 h) Glucoce + Frutose + Sacarose (15 min)

20  É um óptimo revigorante, reduz o cansaço e o nervosismo.  Estimula a formação de glóbulos vermelhos porque possui ácido fólico, ajudando, também, a incrementar a produção de anticorpos.  Previne e combate de gripes e resfriados.  Possui efeito expectorante combatendo a tosse, inclusive em fumadores.  É bactericida, anti-séptico, anti-reumático, vasodilatador, diurético e digestivo, ajudando no tratamento de gastrites.  É um excelente hidratante, servindo para limpar e nutrir a pele e também utilizado largamente na cosmética devido às suas qualidades adstringentes e suavizantes.  Ajuda a proteger e rejuvenescer a pele demasiado exposta ao Sol. Antibacteriano, antifúngico, antiviral, antioxidativo, prebiótico, anti- inflamatório, anti-carcinogenico

21 Colegas Novos

22 O pólen apícola é definido na legislação como um alimento, e é o resultado da aglutinação de grãos de pólen de origem floral, feito pelas abelhas, adicionando néctar (e/ou mel) e saliva, que é colectado a entrada da colmeia.

23 Fonte de proteína conservada com mel, denominado por “pão de abelha”.

24 A composição é bastante variável entre espécies de plantas e com influência, também, do meio ecológico e geológico. Em média por cada 100 g de pólen existe: Água (pólen fresco) – 8 a 16%; Água (pólen seco) - 3 a 5 %; Proteínas - entre 10 a 32 %; Ácidos gordos - entre 1 a 20 %; Hidratos de carbono - entre 20 a 40 %, 2 a 7% - fibras; 30 % - açúcar total pH – entre 4,7 a 5,2; Sais minerais – 1 a 7%; Aminoácidos livres – entre 10 a 13% Vitaminas (A- 50 mg, B1- 10 mg, B2- 10mg, B3- 20 mg, B mg, B6- 5 mg, C- 80 mg, E- 100 mg, Colina- 690 mg, P- 50 mg).

25  Quem? - Pode ser consumido por atletas, jovens, crianças, adultos e idosos como suplemento nutricional natural;  Quando? -Tomar de forma preventiva e como complemento alimentar;  Quanto? - A dose diária é de 25 g para adultos e de 5 a 10 g para crianças, dependendo da idade. Como indicativo, uma colher de chá, média, corresponde a 8 g de pólen e uma colher de sopa equivale a 3 colheres de chá (24 g).

26  Como? - Ao pequeno almoço adicionado ao iogurte, aos cereais, sumos, vitaminas, leite ou saladas etc;  Deve ser mastigado, provocando a produção de saliva e aumentando a assimilação do mesmo;  Sugestão - Para facilitar o consumo inicial e também aumentar o seu sabor: fazer mistura de mel com pólen a 20%.

27  Acção sobre o aparelho digestivo: regula o funcionamento intestinal, equilibrando a flora intestinal no nível do cólon e do intestino delgado, regularizando os intestinos;  Acção na hemoglobina do sangue: o ferro e a vitamina B12 fazem aumentar a taxa de hemoglobina dos glóbulos vermelhos;  Estado de fadiga: o pólen quando consumido na indicação certa, após 10 ou 20 dias, dependendo de cada caso, produz efeito “eufórico”, aumentando a capacidade física e mental;

28  Acção protectora do sistema vascular: os flavonóides existentes no pólen actuam sobre o sistema circulatório promovendo um fortalecimento das veias e artérias; prevenção da arteriosclerose, diminuição dos níveis de colesterol, alivio da dor e protecção de radiações;  Acção na regularização hormonal: o pólen actua sobre o sistema hormonal, reduzindo o stresse e o envelhecimento precoce;  Acção metabolismo: actua sobre o metabolismo celular devido a presença da grande quantidade de aminoácidos, sais minerais e vitaminas que são responsáveis à síntese das proteínas, pelas células;  Estimula o crescimento e desenvolvimento das crianças;  Tem um papel importante na prevenção e no tratamento do cancro da próstata. A associação biológica de vitaminas e aminoácidos livres conferem ao pólen um factor de harmonia orgânica e energia vital.

29 Promover Comer Ter Ser


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