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Cenário evolutivo. Organismos e ambiente – relação evolutiva – por que? O que significa adaptação?

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Apresentação em tema: "Cenário evolutivo. Organismos e ambiente – relação evolutiva – por que? O que significa adaptação?"— Transcrição da apresentação:

1 Cenário evolutivo

2 Organismos e ambiente – relação evolutiva – por que? O que significa adaptação?

3 Adaptação no contexto evolutivo – forças seletivas afetaram os ancestrais, levando a uma predominância de certas características, que foram propagadas preferencialmente em ambiente específico.

4 Organismos moldados pelo ambiente do passado! Estão aptos a viver no presente devido à semelhança entre ambiente atuais e pretéritos.

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6 Evolução e Seleção Natural Indivíduos de uma população não são idênticos Parte da variação é hereditária Potencial reprodutivo das populações é muito grande Diferenças nas características dos ancestrais se refletem na abundância de seus descendentes Número de descendentes depende da interação com ambiente

7 Evolução – mudança. O que está sendo selecionado é a característica, e não o indivíduo. Formas mais eficazes tende a ser mais bem representadas nas gerações futuras Sucesso é relativo.

8 Se pelo processo de seleção natural às formas melhores são cada vez mais freqüentes, porque não há apenas uma espécie perfeitamente adaptada?

9 Ambientes variam no espaço e também no tempo!

10 Espécies apresentam variações individuais, em parte porque existe variação ambiental em sua área de ocorrência. Ecótipo – diferenças entre populações de uma mesma espécie determinadas pelo ambiente. Experimentos de transplantes recíprocos.

11 Arabis fecunda

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13 Variações dentro da mesma população – polimorfismo genético. Variantes podem ter sucessos diferenciados, gerando freqüências diferentes. Freqüência das variantes pode mudar de acordo com mudanças no próprio ambiente.

14 Polimorfismos podem ser mantidos por seleção natural: Maior sucesso dos heterozigotos ex.Malária e anemia falciforme Forças seletivas em gradientes.

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16 Seleção dependente de freqüência.

17 Forças seletivas diferenciadas

18 Polimorfismo e ecótipos locais nem sempre diferenciáveis - escala.

19 Especializações locais frente a mudanças ambientais.

20 Especiação O que é uma espécie? Morfologia, capacidade de reprodução E os microorganismos unicelulares? Híbridos?

21 Especiação: Isolamento geográfico – isolamento reprodutivo, (pré zigótico: rituais diferenciados, incompatibilidade de grãos de pólen, ou pós zigótico: viabilidade reduzida ou inviabilidade da prole). Contato secundário reencontro das populações e manutenção das diferenças

22 Vicariância

23 Porém especiação pode ocorrer em alopatria – espécies não se reencontram. E também em simpatria, forças locais podem levar à divisão da população com reduzido sucesso de intermediários.

24 Exemplo de especiação simpátrica – insetos que se alimentam de mais de uma planta – especialização para superar defesas de determinada planta.

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26 Especiação – processo e não um evento.

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28 Isolamento – efeitos profundos sobre populações e comunidades. - Novos cenários evolutivos. Ex. tentilhões das galápagos. Diferentes ilhas com diferentes ambientes possuem diversas espécies aparentadas ocupando nichos distintos.

29 14 spp. Análise filogenética realizada através dados moleciulares – também infere tempo de separação entre grupos. Aves canoras semelhantes às do continentes foram as primeiras a se estabelecerem.

30 História Presença de espécies depende do passado. Migração e história geológica.

31 Padrões insulares Comunidades de Ilhas estão limitadas àquelas espécies que conseguira chegar lá. Isolamento – mudanças evolutivas podem ser mais rápidas do que intercâmbio genético - diferenciação

32 Padrões insulares Ilhas podem conter espécies únicas. Populações formadas por pequeno grupo de migrantes pode ter freqüências gênicas muito distintas da população original- efeito fundador.

33 Drosophila no Hawaii. Relações de parentesco – espécies ancestrais presentes nas ilhas mais antigas. Ilhas formadas a 40 milhões de anos.

34 No Hawaii – espécies diferentes se ajustaram aos mesmo tipo de ambiente em ilhas diferentes. História influencia ajuste entre organismos e ambiente, e seleção das adaptações. Não existe apenas um organismo ou adaptação perfeitos para cada ambiente.

35 Movimentos das massas terrestres Placas tectônicas da crosta se movimentam pelas zonas climáticas, e influenciaram os padrões de distribuição dos grupos biológicos assim como sua história evolutiva.

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38 O estudo do passado geológico, nos permite relacionar a história geológica às atuais distribuições dos grupos biológicos: movimentos das massas de terra, isolamentos, e surgimento e dispersão dos grupos biológicos.

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40 Terborgh 1992

41 Mudanças climáticas – perda de espécies, com posterior diversificação dos restantes, ocupando nichos vagos. Pleistoceno – eras glaciais: frio nas zonas temperadas e seca nas áreas tropicais.

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43 Richards 1998 Centros de grande diversidade atuais e possíveis refúgios florestais no Pleistoceno.

44 Ajuste das espécies a ambiente pode ter muitas possibilidades. Espécies não aparentadas podem apresentar respostas semelhantes – análogas (convergência).

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46 Ambientes semelhantes podem levar a comunidades semelhantes, com funções realizadas por espécies de origens diferentes.

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