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Prof. : Odair de Souza Cunha Junior1 MODELOS DE GESTÃO Introdução a Administração.

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Apresentação em tema: "Prof. : Odair de Souza Cunha Junior1 MODELOS DE GESTÃO Introdução a Administração."— Transcrição da apresentação:

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2 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior1 MODELOS DE GESTÃO Introdução a Administração

3 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 2 ADMINISTRAÇÃO É uma ciência social e uma arte; Ciência – é o conjunto organizado de conhecimentos sobre determinado assunto, em especial os obtidos mediante a observação dos fatos e com um método próprio de trabalho. Arte – capacidade criadora de expressar ou transmitir sensações, sentimentos e idéias.

4 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 3 ADMINISTRAÇÃO Como Ciência: Possui como campo próprio de estudo o trabalho organizado, utilizando os métodos científicos necessários para formular lei, princípios e teorias. Como Arte – Consiste na habilidade de identificar problemas, oportunidades e propor soluções criativas e satisfatórias.

5 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 4 ADMINISTRAÇÃO Administração se refere à combinação e aplicação de recursos organizacionais – humanos, materiais, financeiros, informação e tecnologia – para alcançar objetivos e atingir desempenho excepcional.

6 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 5 Algumas definições de administração É o processo pelo qual um grupo de pessoas dirige as ações de outras no sentido de alcançar objetivos comuns; É o processo de trabalhar com e através de outras pessoas para alcançar eficientemente objetivos organizacionais pelo uso eficiente de recursos limitados em um ambiente mutável.

7 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 6 Algumas definições de administração Representa a busca de objetivos organizacionais de uma maneira eficiente e eficaz através de planejamento, organização, liderança e controle de recursos organizacionais; É o processo de alcançar objetivos organizacionais pelo trabalho com e através de pessoas e demais recursos organizacionais.

8 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior7 Antecedentes Históricos da administração Revolução Urbana Revolução Industrial Período Contemporâneo

9 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 8 SURGIMENTO DAS CIDADE E ESTADOS. ESTRUTURA DE COLABORAÇÃO E COORDENAÇÃO ENTRE CIDADES- ESTADOS. FORMAÇÃO DE UMA CLASSE DE DIRIGENTES PROFISSIONAIS, OS REIS-SACERDOTES. PLANEJAMENTO DE LONGO PRAZO. FORMAÇÃO DE UMA CLASSE DE FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS. ADMINISTRAÇÃO DE GRANDES PROJETOS DE CONSTRUÇÃO. EXÉRCITOS PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS. INVENÇÃO DE CONTABILIDADE PRIMITIVA. LEGISLAÇÃO. REVOLUÇÃO URBANA

10 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 9 Administração Participativa Direta. DEMOCRACIA: Busca do conhecimento por meio de investigação sistemática e da reflexão abstrata. MÉTODO: Eleitos pela assembléia dos cidadãos. EXECUTIVOS: Encadeamento de meios lógicos para a realização de fins. ESTRATÉGIA: Felicidade dos cidadãos como responsabilidade fundamental dos administradores da Polis. ÉTICA: Ideal do melhor em qualquer campo de atuação. QUALIDADE: GRÉCIA

11 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 10 ADMINISTRAÇÃO CENTRAL de administradores provinciais de um império multinacional. ADMINISTRAÇÃO DE PROJETOS de engenharia e construção. Diversos tipos de EXECUTIVOS: senadores, magistrados, cônsules, imperadores. EXÉRCITO PROFISSIONAL e especializado com uma classe de oficiais. Rede de estradas para a COMUNICAÇÃO entre as unidades do império. AUTORIDADE FORMAL e regras de convivência definidas legalmente. Grandes EMPRESAS PRIVADAS. Valorização da PROPRIEDADE PRIVADA. PLANEJAMENTO E CONTROLE das finanças públicas. ROMA

12 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 11 Valorização do Ser Humano, Colocado no centro de todos os tipos de ação. Acumulação de Capital como fator de motivação. Grandes consórcios de empresas privadas. Arsenal de Veneza, primeira fábrica a usar o sistema de linha de montagem. Separação entre os papéis do empreendedor e do empregado. Maquiavel publica O Príncipe, primeiro manual para executivos. Invenção da Contabilidade moderna. Surgimento da hierarquia enxuta do Protestantismo. Administração começa a tornar- se área do Conhecimento. RENASCIMENTO

13 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 12 REVOLUÇÃO INDUSTRIAL Doutrina Social da Igreja. Substituição do artesão pelo Operário Especializado. Darwinismo Social. Invenção das Fábricas. Administração consolida-se como Área do Conhecimento. Crescimento das Cidades, originando novas necessidades de administração pública. Primeiras experiências práticas com a Moderna Administração de Empresas (Soho). Surgimento dos Sindicatos. Marxismo.

14 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 13 Desafios do Novo Ambiente Velocidade Tecnológica Agilidade negócios Velocidade Tecnológica Agilidade negócios Digitalização Mais Informação Digitalização Mais Informação Globalização Novos Negócios Globalização Novos Negócios Venda sem Intermediários E-commerce Venda sem Intermediários E-commerce Customização Padronização processos Customização Padronização processos Convergência Industrial Economia escala Convergência Industrial Economia escala Desregulamentação Estímulo operacional Desregulamentação Estímulo operacional Economia e Sociedade Economia e Sociedade

15 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 14 Expectativas do Novo Ambiente Cliente Maior Sensibilidade a preços Maior Sensibilidade a preços Expectativas crescentes de qualidade e serviço Expectativas crescentes de qualidade e serviço Escassez de tempo Escassez de tempo Necessidade de conveniência Necessidade de conveniência Desejo de customização Desejo de customização Lealdade decrescente Lealdade decrescente Aceitação de marcas de revendedores Aceitação de marcas de revendedores Percepção decrescente de diferenças entre produtos Percepção decrescente de diferenças entre produtos

16 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 15 Empresa Flexível do Séc XXI INTEGRAÇÃO QUALIDADE VISÃO GLOBAL TRABALHO EM EQUIPE CRIATIVIDADE

17 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 16 Perspectivas Atuais Competição Global Ambiente Macro/Microorganizacional Turbulência Organizacional Comércio Eletrônico Conhecimento e Informação Diversidade Multiculturas Ética e Responsabilidade Social

18 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior17 Modelos de Gestão Visão Contemporânea

19 Modelos de Gestão Níveis Organizacionais Prof. : Odair de Souza Cunha Junior18

20 Supervisores Mestres Líderes de Turma Gerentes de Divisão Gerentes de Departamento Gerentes de Seção Diretores Vice- Diretores Assessor es Nível Institucional Nível Intermediário Nível Operacional Níveis Organizacionais

21 NÍVELAtuaçãoAbrangênciaAmplitude de Tempo InstitucionalEstratégico Global, Envolvendo toda a organização Longo Prazo IntermediárioTático Parcial, envolvendo uma unidade da Organização Médio Prazo Operacional Específico, envolvendo determinada operação ou tarefa. Curto Prazo Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 20

22 Modelos de Gestão Papeis, Funções e habilidades de um administrador Prof. : Odair de Souza Cunha Junior21

23 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 22 Papel do Administrador Interpretar os objetivos propostos pela organização e transformá-los em ação organizacional por meio do planejamento, organização, direção e controle dos esforços.

24 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 23 Administração Um Administrador desempenha 3 grandes papéis: 4 Conhecer as técnicas das atividades onde ele é o líder; 4 Trabalhar com e através de pessoas; 4 Reunir técnicos para trabalhar de modo eficiente. O administrador não faz o trabalho dos outros, ele Planeja, Organiza, Coordena, Dirige e Controla o trabalho das pessoas quem lhe são subordinadas.

25 As quatro funções de um administrador As principais funções de um administrador nos processos administrativos são: Planejar; Organizar; Dirigir; Controlar. Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 24

26 Processos Administrativos nos Três Níveis Organizacionais. Níveis de atuação PlanejamentoOrganizaçãoDireçãoControle Institucional Planejamento Estratégico, determinação dos objetivos Organizacionais Desenho da estrutura Organizacional Direção geral, Políticas e diretrizes de pessoal. Controles, globais e avaliação do desempenho organizacional. Intermediário Planejamento e alocação de recursos. Desenho departamental,es trutura dos orgãos e equipes. Regras e procedimentos Gerência e Recursos. Liderança e Motivação. Controles Táticos e avaliação do desempenho departamental Operacional Planos operacionais de ação quotidiana. Desenho de cargos e tarefas. Métodos e processos de operação Supervisão de primeira linha Controles Operacionais e avaliação do desempenho individual Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 25

27 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 26 HABILIDADES Técnica – utiliza o conhecimento em método, técnicas, e equipamentos necessários para execução de tarefas específicas por meio da educação e experiência. Mais importante no nível operacional. Humana – capacidade e facilidade para trabalhar com pessoas, comunicação, compreensão das atitudes e motivações e liderar grupos. É importante em todos os níveis. Conceituais – compreender complexidades das organizações e o ajustamento de suas partes. Habilidades que permitem um comportamento de acordo com os objetivos da organização. Importante no nível institucional.

28 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 27 HABILIDADES Alta Direção Gerência Supervisão

29 Nível Organizacional x Habilidades Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 28 Habilidades Técnicas Habilidades Humanas Habilidades Conceituais Nível Operacional Nível Intermediário Nível Institucional

30 Modelos de Gestão Planejamento Prof. : Odair de Souza Cunha Junior29

31 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 30 PLANEJAMENTO A primeira função administrativa, por ser aquela que serve de base para as demais funções. Planejar é definir os objetivos e escolher antecipadamente o melhor curso de ação para alcança-los. O planejamento define onde se pretende chegar, o que deve ser feito, quando, como e em que conseqüência.

32 O Processo de Planejamento O planejamento é um processo constituído de uma série seqüencial de seis passos, a saber: Definir Objetivos; Verificar qual a situação atual em relação aos objetivos; Desenvolver premissas quanto às condições futuras; Analisar as alternativas de ação; Escolher um curso de ação entre as várias alternativas; Implementar o plano e avaliar os resultados, Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 31

33 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 32 OBJETIVOS ORGANIZACIONAIS Missão – Razão da existência da Organização; Visão- Onde a empresa quer chegar, como ela quer ser percebida em um determinado período de tempo, objetivos de longo prazo. Objetivos – é formado por um conjunto de metas de curto prazo, orientada pela missão e visão, são resultados concretos.

34 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 33 Definição dos Objetivos Para onde queremos ir? Qual a situação Atual? Onde estamos agora? Quais as premissas em relação ao futuro? O que temos pela frente? Quais as alternativas de ação? Quais os caminhos possíveis? Qual a melhor alternativa? Qual o melhor caminho? Implemente o plano escolhido e avalie os resultados. Como iremos percorrê-los?

35 Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 34 OBJETIVOS ORGANIZACIONAIS Missão – Razão da existência da Organização; Visão- Onde a empresa quer chegar, como ela quer ser percebida em um determinado período de tempo, objetivos de longo prazo. Objetivos – é formado por um conjunto de metas de curto prazo, orientada pela missão e visão, são resultados concretos.

36 As Três orientações Como todo planejamento se subordina a uma filosofia de ação, Ackoff aponta três tipos de filosofia do planejamento: Planejamento Conservador – as decisões são tomadas no sentido de obter bons resultados, mas não os melhores possíveis, pois não haverá mudanças radicais na organização; Planejamento Otimizante – as decisões serão tomadas para obter os melhores resultados possíveis, pois o otimizante é baseado em melhorar as práticas vigentes na organização, ou seja a melhora contínua. Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 35

37 As Três orientações Planejamento Adaptativo- é o planejamento voltado para as contigências e para o futuro da organização. Sua base é predominantemente aderente no sentido de ajustar-se as demandas ambientais e preparar-se para as futuras contigências. Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 36

38 PLANEJAMENTO Três orientações Planejamento Conservador Planejamento para a estabilidade Manutenção Ambiente previsível e estável Assegurar continuidade do sucesso. Planejamento Otimizante Planejamento para a melhoria. Inovação Ambiente Dinâmico e Incerto Assegurar reação adequada às freqüentes mudanças Planejamento adaptativo Planejamento para a contingência Futuro Ambiente Mais dinâmicos e Incertos Antecipar-se a eventos que podem ocorrer e identificar ações apropriadas. Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 37

39 Os tipos de Planejamento O planejamento é feito através de planos, que podem ser de longo, curto e médio prazo; Podem envolver a organização inteira, departamento ou divisão e tarefas; Apesar do conceito ser o mesmo, o planejamento se distribui em todos os níveis organizacionais, mas com caracteristicas diferentes. Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 38

40 Os tipos de Planejamento Eles podem ser: Planejamento estratégico; Tático; Operacional. Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 39

41 Planejamento Estratégico O planejamento estratégico é um processo organizacional compreensivo de adaptação através da aprovação, tomada de decisão e avaliação. Procura responder a questões básicas, como: por que a organização existe, o que ela faz e como faz. O resultado do processo é um plano que serve para guiar a ação organizacional por um longo prazo. Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 40

42 Planejamento Estratégico O planejamento estratégico apresenta cinco características básicas: O planejamento estratégico está relacionado com a adaptação da organização e seu ambiente mutável; O planejamento estratégico é orientado para o futuro; O planejamento estratégico é compreensivo; O planejamento estratégico é um processo de construção de consenso; O planejamento estratégico é uma forma de aprendizagem organizacional. Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 41

43 Planejamento Tático O planejamento tático envolve uma determinada unidade organizacional, tem um foco de médio prazo ex: Planos de Produção; Planos Financeiros; Planos de Marketing; Planos de Recursos Humanos e as Políticas Definem os limites ou fronteiras dentro dos quais as pessoas podem tomar as decisões. Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 42

44 Planejamento Operacional O planejamento operacional é focalizado para o curto prazo e abrange cada uma das tarefas ou operações individualmente, Preocupa-se com o que fazer e com o como fazer as atividades cotidianas. Refere-se especificamente às tarefas e operações realizadas a nível operacional Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 43

45 Planejamento Operacional Apesar de serem heterogêneos e diversificados, os planos operacionais podem ser classificados em quatro tipos: Procedimentos; Orçamentos; Programas; Regulamentos. Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 44

46 Planejamento nos três níveis organizacionais Nível Organizacional Tipo de Planejamento ConteúdoTempoAmplitude InstitucionalEstratégico Genérico e Sintético Longo Prazo Macroorientado aborda a organização como um todo Intermediáriotático Menos genérico e mais detalhado Médio Prazo Aborda cada unidade organizacional em separado Operacional Detalhado e Analítico Curto Prazo Microorientado. Aborda cada operação em separado. Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 45

47 Modelos de gestão Organização Prof. : Odair de Souza Cunha Junior46

48 ESTRUTURAS INFORMAIS Surgem a partir da rede de relações pessoais na empresa; Estruturas emergidas sem planejamento; Relações não visíveis no organograma formal da empresa; Possuem forte influência na empresa; Maior aceitação nas empresas atualmente. VANTAGENS Proporciona maior rapidez no processo; Reduz distorções existentes na estrutura formal; Complementa a estrutura formal; Reduz a carga de comunicação dos chefes; Motiva e integra as pessoas. DESVANTAGENS Desconhecimento das chefias; Dificuldade de controle; Possibilidade de atrito entre pessoas.

49 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ORGANOGRAMA Gráfico que representa a estrutura ou arquitetura formal da empresa em determinado momento. É o gráfico que representa a estrutura formal da empresa, ou seja, a disposição e a hierarquia dos órgãos. (João Chinelato Filho) Forma estática de configurar a organização ou algum segmento que a compõe. ALGUNS OBJETIVOS DO ORGANOGRAMA PERMITE VISUALIZAR: A estrutura geral da empresa; A estrutura dos segmentos da empresa; A divisão do trabalho; A relação hierárquica ou de autoridade; As relações funcionais.

50 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL É o conjunto ordenado de responsabilidades, autoridades, comunicações e decisões das unidades organizacionais de uma empresa. (Dalma de Pinho Rebouças de Oliveira) ESTRUTURAS FORMAIS Demonstradas no organograma da empresa e representam, principalmente: a configuração de comando; hierarquia da empresa; Demonstradas no organograma da empresa e contemplam, principalmente: órgãos de linha; órgãos de assessoria. Representam estruturas planejadas e formalmente representadas. As estruturas formais eram bastante rígidas e não privilegiavam a criatividade. Visualizavam, basicamente, a execução das funções administrativas, segundo Tadeu Cruz.

51 01. ESTRUTURA LINEAR OU MILITAR (Tipo linha) Baseado na organização da antiga arquitetura militar; A autoridade passa pelos níveis de gerenciamento e de supervisão para chegar ao trabalhador, operacionalizador da atividade. VANTAGENS Linha hierárquica claramente definida; A responsabilidade por desvios na qualidade é fácil de ser identificada; Comunicação rápida e eficiente (questionável); Disciplina rígida; Definição de jurisdição; Limitação de responsabilidade. DESVANTAGENS Exige chefes excepcionais; Sobrecarrega a direção; Não favorece a especialização (questionável); Não favorece a cooperação; Dificuldade de formação de profissionais com visão sistêmica; Favorece a burocratização dos processos; Dificuldade de sucessão do cargo ou posto.

52 02. ESTRUTURA FUNCIONAL Retrata a organização como conjunto de funções que pode, ou não, estar inter- relacionadas através de atividades que componham um processo; A autoridade passa pelo níveis de gerenciamento para ser compartilhada entre funções técnicas e administrativas. VANTAGENS Promove o aperfeiçoamento e a especialização; Não necessita de elemento excepcional; Diminuir a projeção individual; Promover a cooperação e o trabalho em equipe (TEAM WORK). DESVANTAGENS Resistência dos subalternos à cooperação; Difícil aplicação, requerendo grande habilidade por parte da gerência.

53 Estrutura Linear Estrutura Funcional Diretor Gerência Execução Diretor Gerência Execução Predomínio da Autoridade Linear Predomínio da Autoridade Funcional

54 03. ESTRUTURA LINHA-STAFF Resultado da combinação dos tipos de organização linear e funcional, com predomínio da primeira; Busca incrementar as vantagens desses dois tipos de organização e reduzir as suas desvantagens; É o tipo de organização mais utilizado; Coexistem órgãos de linha (de execução) e órgãos de assessoria (de apoio e de consultoria) mantendo relações entre si. VANTAGENS Assegura assessoria especializada e inovadora mantendo o princípio de autoridade única; Atividade conjunta e coordenada dos órgãos de linha e órgãos de staff. DESVANTAGENS Existência de conflitos entre órgãos de linha e de staff; Dificuldade na obtenção e manutenção do equilíbrio entre linha e staff.

55 Diretor Gerência Execução Staff Estrutura Linha-Staff Combinação de Autoridade Linear e Autoridade Funcional

56 04. ESTRUTURA MATRICIAL Também denominada matriz ou organização em grade; Combina duas formas de departamentalização: funcional com a de produto ou projeto na mesma estrutura organizacional; Trata-se de uma estrutura mista ou híbrida; Cada departamento passa a ter uma dupla subordinação: segue orientação dos gerentes funcionais e dos gerentes de produto/projeto simultaneamente. VANTAGENS Permite o ganho das vantagens de ambas as estruturas (funcional e de produto/projeto), enquanto neutraliza as fraquezas e desvantagens de ambas; O desenho matricial permite satisfazer duas necessidades da organização: especialização e coordenação. DESVANTAGENS Viola a unidade de comando e introduz conflitos inevitáveis de duplicidade de supervisão, enfraquecendo a cadeia de comando e a coordenação vertical, enquanto tenta melhorar a coordenação lateral.

57 Projeto A Projeto B Projeto C Produ- ção Enge- nharia Mate- riais Pessoal e Segurança Contab. e Controle Grupo Alocação de Recursos Ligação em Mercado Divisão Auto- mobilística Divisão Prod. Elétricos Divisão Aeroespacial Divisão Prod. Químicos Presidente Conselho Consultivo Estrutura Matricial Dupla Subordinação

58 Modelos de Gestão Direção Prof. : Odair de Souza Cunha Junior57

59 Três níveis de Direção Nível Organizacional Direção ConteúdoTempoAmplitude InstitucionalDireção Genérico e Sintético Longo Prazo Macroorientado aborda a organização como um todo IntermediárioGerência Menos genérico e mais detalhado Médio Prazo Aborda cada unidade organizacional em separado OperacionalSupervisão Detalhado e Analítico Curto Prazo Microorientado. Aborda cada operação em separado. Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 58

60 Prof.: Odair de Souza Cunha Junior 59 As pressuposi ç ões da teoria X e da teoria Y, segundo McGregor Pressuposições da teoria X Detestam o trabalho e procuram evitá-lo sempre São preguiçosas e indolentes Não têm ambição ou vontade própria Evitam a responsabilidade Resistem às mudanças Preferem sentir-se seguras na rotina Preferem ser dirigidos a dirigir Pressuposições da teoria Y Gostam de trabalhar e sentem-se satisfação em suas atividades São aplicadas e têm iniciativa São capazes de autocontrole Aceitam a responsabilidade São imaginativas e criativas Aceitam desafios São capazes de autodireção

61 Prof.: Odair de Souza Cunha Junior 60 Os estilos administrativos segundo a Teoria X e a Teoria Y A administração pela Teoria X Vigilância e fiscalização das pessoas Desconfiança nas pessoas Imposição das regras e regulamentos Descrédito nas pessoas Centralização das decisões na cúpula Pessoas como recursos produtivos A administração pela Teoria Y Autocontrole e autodireção Confiança nas pessoas Liberdade e autonomia Delegação de responsabilidade Descentralização das decisões na base Atividade criativa para as pessoas Democracia e participação Pessoas como parceiros da organização

62 Prof.: Odair de Souza Cunha Junior 61 As diferen ç as entre grupo de trabalho e equipe de trabalho Informação compartilhada Neutra (às vezes, negativa) Individual e pessoal Randômicas e variadas Informal e solto Objetivo Sinergia Responsabilidade Habilidade Relacionamento Desempenho coletivo Positiva Coletiva e solidária Complementares Coeso e firme Grupos de trabalhoEquipes de trabalho

63 Prof.: Odair de Souza Cunha Junior 62 Como funciona um c í rculo de qualidade AdministraçãoAdministração e membros do círculo de qualidade em conjunto Membros do círculo de qualidade Decisão final Seleção de alternativas de soluções Definição da solução adequada Recomendação da solução Análise da recomendação Identificação de um problema

64 Modelos de Gestão Controle Prof. : Odair de Souza Cunha Junior63

65 Três níveis de Controle Nível Organizacional Tipo de Controle ConteúdoTempoAmplitude InstitucionalEstratégico Genérico e Sintético Longo Prazo Macroorientado aborda a organização como um todo Intermediáriotático Menos genérico e mais detalhado Médio Prazo Aborda cada unidade organizacional em separado Operacional Detalhado e Analítico Curto Prazo Microorientado. Aborda cada operação em separado. Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 64

66 Controle O processo de Controle segue três etapas; Definir padrões; Avaliação de desempenho; Comparação do desempenho com o Padrão. Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 65

67 Padrões de Controle Há vários tipos, mas podemos destacar: Padrões de Quantidade; Padrões de Qualidade; Padrões de Tempo; Padrões de Custo. Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 66

68 Avaliação de desempenho Deve ser realizada com o máximo de seriedade, pois a avaliação de desempenho tem como propósito de verificar se os resultados estão sendo alcançados. Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 67

69 Comparação do desempenho com o padrão É a comparação do desempenho com o objetivo ou padrão previamente estabelecido. A comparação deve levar em conta duas situações: Resultados; Desempenho. Prof. : Odair de Souza Cunha Junior 68


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