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BÁRBARA GUIMARÃES COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL PERCEPÇÕES.

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1 BÁRBARA GUIMARÃES COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL PERCEPÇÕES

2 PERCEPÇÃO Um dos principais determinantes de como e por que um indivíduo assume e mantém certas formas de comportamento se baseia nos conceitos de sensação e percepção. A sensação se refere ao estímulo físico dos sentidos: visão, audição, olfato, paladar e tato. Percepção é o processo de interpretação das mensagens de nossos órgãos do sentido para dar ordem e significado. (BOWDITCH E BUONO, 2004, p.62).

3 FATORES INTERNOS E EXTERNOS Influenciam a maneira de ver o mundo. Fontes de variação perceptiva: Limitações fisiológicas. Restrições culturais. Restrições ambientais. Assim, a percepção é determinada pela interação entre fatores fisiológicos e psicológicos.

4 O PROCESSO PERCEPTIVO O PERCEPTOR Experiência Necessidades Valores Atitudes AMBIENTE Físico Social Organizacional O PERCEBIDO Contraste Separação Figura-fundo Intensidade Tamanho Movimento Repetição/Novidade PROCESSO PERCEPTIVO Distorções/Erros: Estereótipo/Protótipo Efeito Halo Percepção seletiva Projeção Expectativa Efeitos contrastantes RESPOSTA Sentimento/Pensamento Ação (JR, HUNT E OSBORN, 1999, p.76)

5 PERCEPÇÃO SOCIAL E INTERPESSOAL: DISTORÇÃO PERCEPTIVA – estereotipagem. Na estereotipagem há a tendência de usar visão padronizada das pessoas pertencentes a determinado grupo como raça, sexo, profissão ou classe social, por exemplo. O problema está em usar estereótipos para TODAS as situações. Às vezes eles são úteis para processarmos informações com rapidez, porém nem sempre se aplicam a situações específicas.

6 PERCEPÇÃO SOCIAL E INTERPESSOAL: DISTORÇÃO PERCEPTIVA - Efeito Halo. É o processo de ressaltar uma característica positiva ou negativa de uma pessoa ou grupo e que influencia na avaliação geral da pessoa ou grupo. Exemplo: na publicidade, supõe-se que se um artista é popular, todos vão consumir o produto que ele/ela recomenda. Deve-se estar consciente desse processo em atividades como avaliação de desempenho, seleção de candidatos, etc.

7 PERCEPÇÃO SOCIAL E INTERPESSOAL: DISTORÇÃO PERCEPTIVA - Expectativa. A expectativa sobre o que vamos ver e ouvir influenciam a percepção das pessoas e podem distorcer uma situação. Tipos de expectativa: Profecia Auto-Realizada, Percepção Seletiva (ignorar algum aspecto e lembrar de outro), Projeção (exagerar características dos outros), Defesa Perceptiva (moldar uma pessoa/situação a uma crença, percepção nossa).

8 PERCEPÇÃO SOCIAL E INTERPESSOAL: DISTORÇÃO PERCEPTIVA - Contraste. As pessoas são percebidas dentro de um contexto e contrastadas com outras, o que produz impressões favoráveis e desfavoráveis.

9 FATORES INTERNOS: padrões de organização perceptiva interna básica Somos submetidos a estímulos contínuos. Esses dados serão selecionados e organizadas como informações que tenham significado. Depois a pessoa vai ordenar e classificar de forma coerente com seus valores e crenças.

10 FATORES EXTERNOS NA PERCEPÇÃO Para Bowditch e Buono (2004, p.64-65) apesar dos processos internos influenciar o que é visto e ouvido, a forma como os estímulos são apresentados (sua natureza) também interfere na percepção destes estímulos. A intensidade (maior), contraste (com o fundo), tamanho (maior), proximidade, semelhança das coisas entre si, repetição ou frequência, movimento (podemos notar melhor objetos que se movem num fundo fixo), e objetos (situações) novos ou muito familiares.

11 PERCEPÇÃO SOCIAL E INTERPESSOAL […] a percepção de pessoas e situações sociais é um processo ativo. Para compreender ou obter coerência do comportamento complexo de outras pessoas, frequentemente fazemos inferências ou suposições sobre suas motivações, intenções, personalidades, emoções e assim por diante. Essas inferências ou impressões posteriormente se tornam um determinante significativo do nosso comportamento e interação para com esses indivíduos. (BOWDITCH E BUONO, 2004, p. 66).

12 PERCEPÇÃO SOCIAL E INTERPESSOAL: TEORIA DA ATRIBUIÇÃO. A teoria da atribuição tenta explicar como as pessoas buscam: […] (1)entender as causas de um determinado evento; (2)avaliar a responsabilidade do evento; (3)avaliar as qualidades pessoais dos envolvidos no evento. (JR, HUNT E OSBORN, 1999, p.81). Alguns aspectos nos ajudam a determinar por que uma pessoa agiu de uma forma. Porém nossos métodos não são totalmente racionais, são chamados de preconceitos atributivos. Se foi a causa foi interna (responsabilidade pessoal) ou externa.

13 PERCEPÇÃO SOCIAL E INTERPESSOAL: TEORIA DA ATRIBUIÇÃO.

14 Em geral há uma tendência em valorizar as causas internas e excluir as causas externas. O sucesso a fatores internos e ao fracasso aspectos externos. Aplicação gerencial da teoria da atribuição se dá no fato de que a percepção influencia a reação. Se um gerente acha que o baixo desempenho é por causas internas pode tentar aumentar a motivação dos subordinados.

15 GERENTE EFICAZ (adaptado de JR, HUNT, 1999, p. 81) Criar clima mais favorável Dar mais feedback positivo Ajudar a desenvolver novas habilidades Dar oportunidades para fazer perguntas

16 São estados mentais de predisposição que influenciam a avaliação de estímulos. A depender da atitude, a avaliação pode ser positiva ou negativa. Exemplos. ATITUDES

17 Referências BOWDITCH, James L. BUONO, Anthony F. Elementos de comportamento organizacional. São Paulo: Pioneira/Thomson Learning, 2004, cap. 4, p JR, John R. Schermerhorn. HUNT, James G. OSBORN, Richard N. Fundamentos de comportamento organizacional. Porto Alegre: Bookman/Artmed, MAXIMIANO, Antônio Amaru. Teoria geral da administração. São Paulo: Atlas, 2007.


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