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PROFA. KYLDES BATISTA VICENTE PROFA. MARISTELA DE SOUZA BORBA WEB-TUTORA: SIBELE LETÍCIA BIAZOTTO AULA 16 O PARÁGRAFO E A REDAÇÃO JURÍDICA III DATA: 24-11-2005.

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2 PROFA. KYLDES BATISTA VICENTE PROFA. MARISTELA DE SOUZA BORBA WEB-TUTORA: SIBELE LETÍCIA BIAZOTTO AULA 16 O PARÁGRAFO E A REDAÇÃO JURÍDICA III DATA:

3 TIPOLOGIAS TEXTUAIS: DESCRIÇÃO, NARRAÇÃO E DISSERTAÇÃO

4 PARÁGRAFO DESCRITIVO ESTAVAM NO PÁTIO DE UMA FAZENDA SEM VIDA. O CURRAL DESERTO, O CHIQUEIRO DAS CABRAS ARRUINADO E TAMBÉM DESERTO, A CASA DO VAQUEIRO FECHADA, TUDO ANUNCIAVA ABANDONO. CERTAMENTE O GADO SE FINARA E OS MORADORES TINHAM FUGIDO.

5 DESCRIÇÃO TENTATIVA DE REPRODUZIR UMA REALIDADE, É A REPRESENTAÇÃO DE UM ASPECTO, OU SEQÜÊNCIA DE ASPECTOS. NA DESCRIÇÃO, O EMISSOR PROVOCA NA MENTE DO RECEPTOR UMA IMPRESSÃO SENSÍVEL, PROCURA FAZER COM QUE O LEITOR VEJA NA SUA MENTE UM OBJETO MATERIAL OU UMA AÇÃO, UM QUADRO.

6 DESCRIÇÃO A DEFESA DO ESBOFETEADO, INJUSTAMENTE, EM PÚBLICO, NÃO RECLAMA EM REVIDE A MORTE, MAS SE O INDIVÍDUO, SEM POSSIBILIDADE DE REFLETIR, NO AUGE DA DOR MORAL, MAIOR QUE A FÍSICA, NO ATO DE REPULSA, UTILIZAR-SE DO ÚNICO MEIO ENCONTRADO E MATAR O AGRESSOR, NÃO SE LHE PODE NEGAR A LEGÍTIMA DEFESA.

7 DESCRIÇÃO OBJETIVO: COMPOR UM RETRATO DE UMA IDÉIA, FAZENDO A REPRESENTAÇÃO SIMBÓLICA DA IMAGEM POR MEIO DE PALAVRAS: A PESSOA, O AMBIENTE, A NATUREZA. O AUTOR/INTERLOCUTOR VAI DANDO À LINGUAGEM IMPRESSÕES QUE PROVOQUEM NO AUDITÓRIO/LEITOR/INTERLOCUTOR VER O QUE ESTÁ SENDO DESCRITO.

8 ESTE É O ACUSADO. UM ACUSADO QUE VEM AQUI E MENTE, SE VOSSAS EXCELÊNCIAS OBSERVAREM, HOJE ELE DIZ QUE É CASADO,CONSTA NO OUTRO INTERROGATÓRIO QUE ELE ESTAVA SEPARADO, PROCURA MODIFICAR AQUILO QUE JÁ DECLAROU PARA O PRÓPRIO JUIZ, PROCURANDO CONFUNDI-LO, PROCURANDO INVERTER PEQUENOS DETALHES PARA SE AMOLDAR A UMA POSSÍVEL E IMAGINÁRIA TESE DE DEFESA. É UM ELEMENTO PERIGOSO, MESQUINHO, MESQUINHO PORQUE QUANDO DE UMA DISCUSSÃO COMO UM FUNCIONÁRIO DA SAMAE, POR UMA QUESTÃO DE ÁGUA, SACOU DE UM REVÓLVER E TAMBÉM ATIROU. DESCRIÇÃO

9 ÁS VEZES ESCAPOU QUE, AO INVÉS DE JUSTIÇAR, PASSA A CASTIGAR. É O CASO, SENHORES, TÍPICO DO ACUSADO. HOJE PINTARAM UM QUADRO AQUI, QUE SE NÃO HOUVESSE ALGUÉM PARA REBATER, O ACUSADO APODRECERIA NA CADEIA. EXCELÊNCIAS, NÓS VAMOS NOS REFERIR AO ACUSADO, O CIDADÃO. HONESTO, TRABALHADOR, NÃO É VADIO, NÃO É MALANDRO. O ACUSADO FOI VÍTIMA DAS CIRCUNSTÂNCIAS. NÃO É COMO DISSE A NOBRE PROMOTORIA QUE O ACUSADO SÓ PRATICOU CRIMES. É O PRIMEIRO. ELE É PRIMÁRIO. É O PRIMEIRO DELITO DO ACUSADO. OUTRO, ELE JÁ PAGOU, EXCELÊNCIAS.

10 PARÁGRAFO NARRATIVO AOS SEIS ANOS DE IDADE PARTIA, EM CIMA DE MEU CAVALO, PARA O QUE, NAQUELE TEMPO, ERA LONGE, VIAGEM COMPRIDA, DE ITAPORANGA À BAHIA.

11 NARRAÇÃO EXPOSIÇÃO DE FATOS (REAIS OU FICTÍCIOS) QUE SE PASSAM EM DETERMINADO LUGAR E COM CERTA DURAÇÃO, EM ATMOSFERA CARREGADA DE ELEMENTOS CIRCUNSTANCIAIS. REGISTRO DE UMA CENA.

12 PARÁGRAFO NARRATIVO: PETIÇÃO INICIAL NO DIA 15 DE MAIO DO CORRENTE ANO, O AUTOR, TENDO VENDIDO AO RÉU O IMÓVEL CONSTITUÍDO DO APARTAMENTO Nº. 56, DO PRÉDIO DENOMINADO MONTE CASTELO, NA RUA JOSÉ DO PATROCÍNIO, 603, CONFIOU A ESTE O TELEFONE DE NÚMERO , QUE ALI SE ENCONTRAVA INSTALADO, E DO QUAL O AUTOR É ASSINANTE, CONFORME O RECIBO DA TELESP.

13 ELEMENTOS ESTRUTURAIS DA NARRATIVA O QUÊ: O FATO QUE SE PRETENDE CONTAR; QUEM: AS PARTES ENVOLVIDAS; COMO: O MODO COMO O FATO ACONTECEU; QUANDO: A ÉPOCA, O MOMENTO, O TEMPO DO FATO; ONDE: O REGISTRO ESPACIAL DO FATO; POR QUÊ: CAUSA OU MOTIVO DO FATO; POR ISSO: RESULTADO OU CONSEQÜÊNCIA DO FATO

14 PARÁGRAFO NARRATIVO CONFIGURA-SE A QUALIFICADORA DE SURPRESA QUANDO A MORTE DA VÍTIMA SE VERIFICOU, ESTANDO ELA A BARBEAR-SE DEITADA, NA CADEIRA DO BARBEIRO, SEM TER VISTO O RÉU QUE A APUNHALOU POR TRÁS; AI EXISTE A SURPRESA. PORQUE ELE PEGOU A VÍTIMA INOPINADAMENTE E REALMENTE DE SURPRESA. E NÃO É O PRIMEIRO CASO, QUE AQUI ELES HAVIAM SE DESENTENDIDO, ESTAVAM HÁ QUINZE DIAS EM FRANCO DESENTENDIMENTO; ENTÃO ELE PODERIA, COMO ELE MESMO ADMITE, COMO A FAMÍLIA MESMO ADMITE, QUE ELES TINHAM MEDO DO PRÓPRIO ACUSADO.

15 NARRAÇÃO FATO É O CENTRO DA NARRATIVA

16 DISSERTAÇÃO O DESCASO COM O BEM PÚBLICO RESULTA GRAVES PREJUÍZOS Á COMUNIDADE. É PRECISO QUE O GOVERNO BUSQUE SOLUÇÕES DE BAIXO CUSTO NO COMBATE A FOME. CUMPRE AO GOVERNO VIABILIZAR SOLUÇÕES DE BAIXO CUSTO NO COMBATE A FOME.

17 DISSERTAÇÃO POSICIONAMENTO DO REDATOR DIANTE DE UM DETERMINADO ASSUNTO,QUER EXPRESSANDO OPINIÃO, QUER POSTULANDO UMA TESE. RACIOCÍNIO LÓGICO – COERENTE – E ESTRUTURADO – COESO - ADUZINDO RAZÕES, EXEMPLOS, DEFINIÇÕES E CONTRASTES, RELACIONANDO-OS À IDÉIA CENTRAL DO TEXTO.

18 TIPOS DE DISSERTAÇÃO EXPOSITIVA ARGUMENTATIVA

19 DISSERTAÇÃO EXPOSITIVA A SOCIEDADE BRASILEIRA SOFRE OS REFLEXOS DA RECESSÃO ECONÔMICA.

20 DISSERTAÇÃO EXPOSITIVA DISCUSSÃO DE UMA IDÉIA, DE UM ASSUNTO, DE UMA DOUTRINA. EXPOR UM ASSUNTO E COMENTÁ-LO. AS IDÉIAS DEVEM ESTAR AMARRADAS A UM TÓPICO FRASAL.

21 DISSERTAÇÃO ARGUMENTATIVA MERITÍSSIMO, SENHORES JURADOS, SENHOR PROMOTOR: MEU CLIENTE NÃO PODE SER ACUSADO DESTE CRIME. MEU CLIENTE É UM PAI EXTREMOSO, MARIDO EXEMPLAR, TRABALHADOR HONESTO, CIDADÃO CUMPRIDOR DE SEUS DEVERES. ACREDITO NOS SEUS BONS SENTIMENTOS E NA SUA CONSCIÊNCIA COMUNITÁRIA; JUSTAMENTE POR ISSO, SER-ME- Á SURPREENDENTE VER ESTE POBRE COITADO A NÃO SER ABSOLVIDO. CREIO QUE ENTENDERÃO A ARMADILHA PREGADA PELO DESTINO, E A CARIDADE DE CADA UM FALARÁ MAIS ALTO.

22 DISSERTAÇÃO ARGUMENTATIVA: PROBLEMA DE GENERALIZAÇÃO OS NORDESTINOS SÃO A PRINCIPAL CAUSA DOS PROBLEMAS SOCIAIS DE SÃO PAULO, PORQUE CHEGAM À METRÓPOLE SEM INSTRUÇÃO E SEM BENS, NÃO CONSEGUINDO, ASSIM, DEFINIR UMA META PROFISSIONAL.

23 DISSERTAÇÃO ARGUMENTATIVA HÁ TÉCNICAS DE PERSUASÃO COM O OBJETIVO DE CONVENCER O LEITOR A PARTILHAR DE SUA OPINIÃO OU MUDAR DE PONTO DE VISTA. ALÉM DE EXPOR A IDÉIA, O REDATOR OBJETIVA INFLUENCIAR A OPINIÃO DO LEITOR.

24 ESTRUTURA DA DISSERTAÇÃO: PLANO REDACIONAL EXÓRDIO DESENVOLVIMENTO PERORAÇÃO

25 EXÓRDIO PARTE INTRODUTÓRIA ONDE HÁ A ENUNCIAÇÃO DA IDÉIA-CHAVE; INDICA A TESE A SER POSTULADA, O ANÚNCIO DO TEMA; ESTABELECE UMA IDÉIA CENTRAL, SITUA O ASSUNTO NO CONTEXTO, MOTIVA O LEITOR, APRESENTA A PROPOSTA TEMÁTICA.

26 DESENVOLVIMENTO EXPLANAÇÃO DA IDÉIAS E AS PROVAS COMPROVATÓRIAS DE SUA VERACIDADE (DEMONSTRAÇÃO NA DISSERTAÇÃO EXPOSITIVA). FASE DE REFLEXÃO, DA FUNDAMENTAÇÃO DO TRABALHO.

27 PERORAÇÃO CONCLUSÃO DE UMA IDÉIA. RETOMA O TÓPICO FRASAL PARA CONCLUIR A IDÉIA PRINCIPAL OU CONVENCER. NO DISCURSO JURÍDICO, É NA CONCLUSÃO QUE HÁ A SENTENÇA.

28 CURSO DE PORTUGUÊS JURÍDICO DAMIÃO E HENRIQUES (2004) PORTUGUÊS FORENSE MEDEIROS E TOMASI ( 2004)


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