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Modelos educativos. Tecnologia na educação Qualquer desenvolvimento e a integração da tecnologia a fim educativo é fruto de uma certa concepção da educação,

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Apresentação em tema: "Modelos educativos. Tecnologia na educação Qualquer desenvolvimento e a integração da tecnologia a fim educativo é fruto de uma certa concepção da educação,"— Transcrição da apresentação:

1 Modelos educativos

2 Tecnologia na educação Qualquer desenvolvimento e a integração da tecnologia a fim educativo é fruto de uma certa concepção da educação, de um projeto pedagógico. Assim, consideramos como estreitamente interligados certos modelos educativos, a evolução das propostas tecnológicas e a tipologia de softwares educativos.

3 Tecnologia na educação Inicialmente, abordaremos os modelos mais individualistas. As primeiras visões, e ate recentemente, tentaram resolver os problemas da aprendizagem sem preocupar-se com a dimensão social da educação.

4 Três modelos educativos Instrucionismo Visão acadêmica e sistematizada da educação Behaviorismo Educar é treinar Construtivismo A aprendizagem é resultado de um processo de construção de conhecimentos.

5 Instrucionismo Metáfora do ensino: Ensinar é transmitir. Visão tradicional da educação....a via para uma melhor aprendizagem deve ser o aperfeiçoamento da instrução – se a escola é menos que perfeita, então sabemos o que fazer: ensinar melhor. Papert, 1994

6 Instrucionismo, raiz acadêmica Na continuação da citação de Papert, numa visão da educação considera-se uma diminuição da qualidade da formação geral a favor de formações especializadas. A explosão e mediatização da informação criam um vazio do lado da compreensão e da cultura geral.

7 Instrucionismo, raiz política Numa visão mais política, considera-se que a democratização da educação tem como resultado a diminuição da qualidade do ensino e da formação dos melhores (nivelar por baixo). Numa visão mais radical ainda, a democracia não precisa que o ensino superior seja aberto a todos. Pelo contrário, a democracia precisa de uma elite intelectual. As instituições devem dar a formação só para a elite.

8 Instrucionismo, conteúdos As conseqüências são tão sobre os conteúdo que sobre os médios: médios: ensino, supervisão, diálogo, cursos, leitura das obras importantes, conferências, exercícios, domínios: línguas, literatura, belas artes, matemática, ciências, história, geografia, música, teatro, pintura.

9 Instrucionismo, princípios A tabula rasa: O aluno é vazio e são impressa nessa tabula rasa os conteúdos. A inteligência é reduzida a um sistema de acumulação/armazenamento de informação. Paulo Freire: educação bancaria: depositar no aluno conhecimentos, informações, dados, fatos,... para recuperar beneficios.

10 Instrucionismo, princípios Ele é centrado no professor como vetor de transmissão dos conteúdos, modelos,... reconhecidos socialmente. O aluno é o receptáculo dos conteúdos e imita, reproduz os métodos, demonstrações, resoluções.

11 Instrucionismo, maiêutica O método maiêutico consista em dirigir o aluno a um resultado desejado através de uma série de perguntas, passos para chegar ao objetivo. A idéia é favorecer a atividade do aluno sem perder os objetivos

12 Behaviorismo O behaviorismo é uma visão psicológico da aprendizagem. Nasceu nos Estados Unidos através de uma publicação de J. B. Watson (1920). Foi na origem da produção das primeiras maquinas de ensinar. Os promotores da tecnologia behaviorista: Skinner, Thorndike.

13 Behaviorismo Postulado: Não podemos conhecer os estados mentais e só podemos conhecer as característica das estimulações e dos comportamentos. Os sistema cognitivo é observado em termos de entrada e saída. Os sistema é compartilhado em elementos mais fácil de observar, até observáveis com animais.

14 Behaviorismo, ensinar O ensino baseado sobre os princípios behavioristas consista na separação do conteúdo em unidades simples e ao aprendizagem dessas unidades. O conteúdo é a soma das partes.

15 Thorndike: leis da aprendizagem Recompense, punição e treinamento. Princípios da aprendizagem associativa. Três principais leis: Lei do efeito Lei do exercício: a pratica reforça as conexões, ausência de uso as-diminua. Lei da prontidão: se fisicamente pronta, a conexão satisfaça o organismo. Lei do efeito "Of several responses made to the same situation those which are accompanied or closely followed by satisfaction to the animal will,..., be more firmly connected with the situation, so that, when it recurs, they will be more likely to recur; those which are accompanied or closely followed by discomfort to the animal will,..., have their connections to the situation weakened, so that, when it recurs, they will be less likely to occur. Lei do efeito "Of several responses made to the same situation those which are accompanied or closely followed by satisfaction to the animal will,..., be more firmly connected with the situation, so that, when it recurs, they will be more likely to recur; those which are accompanied or closely followed by discomfort to the animal will,..., have their connections to the situation weakened, so that, when it recurs, they will be less likely to occur.

16 Aprendizagem associativa Várias formas de aprendizagem baseadas sobre a criação de ligações entre estimulas e respostas. Tentativa erro Condicionamento clássico Condicionamento instrumental

17 Tentativa erro Conectar um estimula com uma resposta usando um sistema de enforcamento- enfraquecimento. Thorndike não considerava essa aprendizagem como conectado com um pensamento.

18 Condicionamento clássico Transferência do poder excitador de um estimula incondicional em direção de um estimula condicional. Para que um estimula condicional provoca uma resposta, o ser humano deve ter consciência da ligação. Forma de aprendizagem básica do behaviorismo

19 Condicionamento instrumental Ensinar aos indivíduos a ser sensíveis na estrutura causal dos eventos, mas também poder intervir nessa estrutura. Skinner considerava que qualquer aprendizagem pode ser trata em termos de resposta-punição. Problemas éticos

20 Construtivismo De fato, o sujeito não recebe diretamente as informações mas reconstrói uma versão pessoal dessas informações. Os iniciadores mais conhecido do construtivismo são Gaston Bachelard e Jean Piaget Metáfora: Aprender é reconstruir

21 Construtivismo: erro Os erros não resultam de ausência conhecimentos, mas são o contrario resultados de conhecimentos errados estruturados. Segundo Bachelard, uma pessoa construí através do exame critico dos seus conhecimentos atuais.

22 Construtivismo: princípios A emergência dos novos conhecimentos é em geral ligada à necessidade de resolver situações que favorecem a explicitação de conhecimentos antigos e estabilizados, e provocam conflitos cognitivos ou socio- cognitivos. Conflito cognitivo: inadequação do estado de conhecimento para resolver uma situação. O conflito socio-cognitivo aparece quando existe uma discordance entre sujeitos sobre os modos de resolução de uma situação.

23 Construtivismo: reconstrução O sujeito reconstrói os conhecimentos num processo de assimilação e acomodação contínuo de novos conhecimentos a antigos conhecimentos. Assimilação: os novos conhecimentos são assimilados aos antigos. As estruturas cognitivas absorvam os novos conhecimentos sem mudança. Acomodação: as estruturas cognitivas são adaptadas para poder absorver os novos conhecimentos.

24 Construtivismo: condições A construção de conhecimento é favorecida pela interação e adaptação do sujeito com um meio (milieu). As ações (físicas, envolvendo competências sensório-motora, e também ações intelectuais) do sujeito sobre os objetos são primordiais à construção de representações e conhecimentos sobre esses objetos.

25 Construtivismo: professor O professor é o organizador da interação do sujeito com os conhecimentos. Ele cria as situações que favorecem essas interações e provocam os conflitos cognitivos.

26 Construcionismo Constructivismo revistado por Papert: A construção de conhecimentos na cabeça é favorecida por construções concretas no mundo. O produto da construção concreta pode ser mostrado, discutido, examinado, etc. Metáfora: aprender é construir

27 Referências Yves Bertrand, Contemporary Theories and Practice in Education, Atwood Publishing, 1998 B. R. Hergenhahn, et al, An Introduction to Theories of Learning, Prentice Hall, 1996 Mizukami, Ensino: as abordagens do processo, EPU, 1986


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