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ANESTESIA VENOSA Dr. Píndaro V. Zerbinatti CET – Casa de Saúde Campinas 1ª aula.

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1 ANESTESIA VENOSA Dr. Píndaro V. Zerbinatti CET – Casa de Saúde Campinas 1ª aula

2 INCONSCIÊNCIA ANALGESIA RELAXAMENTO MUSCULAR HIPNÓTICOS OPIÓIDES BLOQUEADORES NEUROMUSCULARES OBJETIVOS CLÁSSICOS DA ANESTESIOLOGIA AGENTES VENOSOS

3 MECANISMO DE AÇÃO DOS AGENTES VENOSOS HIPNÓTICOS OPIÓIDES B. NEUROMUSCULARES RECEPTORES GABA RECEPTORES OPIÓIDES PLACA MOTORA

4 AGENTES MAIS USADOS EM ANESTESIA VENOSA OPIÓIDES FENTANIL SUFENTANIL ALFENTANIL REMIFENTANIL NÃO OPIÓIDES TIOPENTAL METOHEXITAL ETOMIDATO HIPNÓTICOS PROPOFOL MIDAZOLAM CETAMINA A. DISSOCIATIVA CLONIDINA AGONISTAS DEXMEDETOMIDINA α2

5 NÃO OPIÓIDES AGENTES VENOSOS

6 CRONOLOGIA DOS ANESTÉSICOS VENOSOS NÃO OPIÓIDES 1934 TIOPENTAL 1957 METOHEXITAL 1970 CETAMINA 1973 ETOMIDATO 1977 PROPOFOL 1978 MIDAZOLAM 1990 CLONIDINA 1999 DEXMEDETOMIDINA

7 FARMACOCINÉTICA

8 MODELO FARMACOCINÉTICO TRICOMPARTIMENTAL ANESTÉSICOS VENOSOS PROCESSO DE DISTRIBUIÇÃO, REDISTRIBUIÇÃO E ELIMINAÇÃO DISTRIBUIÇÃO E REDISTRIBUIÇÃO ELIMINAÇÃO VELOCIDADE DE ACESSO AO SÍTIO EFETOR V1V1 V2V2 V3V3 Keo METABOLISMO

9 DADOS FARMACOCINÉTICOS DOS AGENTES VENOSOS NÃO OPIÓIDES VOLUME DE DISTRIBUIÇÃO L.Kg­¹ CLEARANCE mL.Kg­¹.min­¹ t½β ( Horas ) LIGAÇÃO PROTÊICA ( % ) CONCENTRAÇÃO EFETIVA μg.mL­¹ PROPOFOL 2,8590,9971,1 MIDAZOLAM 1,17,52,7940,16 ETOMIDATO 2,5172,9770,31 CETAMINA 3,1193,1120,64 TIOPENTAL 2,33, ,2

10 ÍNDICE DE EXTRAÇÃO HEPÁTICA DOS AGENTES VENOSOS NÃO OPIÓIDES BAIXOINTERMEDIÁRIOALTO TIOPENTAL: 0,15 MIDAZOLAM: 0,2 ETOMIDATO: 0,7 CETAMINA: 0,8 PROPOFOL: > 1

11 FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO DE DROGAS Administração Venosa Bolus Concentração -μg.Kg­¹ μg.ml­¹ ou ng.ml­¹ -mg.Kg­¹ Infusão Contínua efeito -μg.Kg­¹.min­¹ biofase -mg.Kg­¹.h­¹

12 ADMINISTRAÇÃO DAS DROGAS

13 TEMPO DE EQUILÍBRIO ENTRE AS CONCENTRAÇÕES PLASMÁTICA E NA BIOFASE, APÓS INJEÇÃO EM BOLUS PICO DE AÇÃO MÁXIMA INJEÇÃO EM BOLUS

14 HUGHES 1992 Keo MEIA-VIDA CONTEXTO-DEPENDENTE INFUSÃOCONTÍNUA

15 INFUSÃO CONTÍNUA TEMPO PARA QUE OCORRA METADE DO FENÔMENO DE EQUILÍBRIO, SE A CONCENTRAÇÃO PLASMÁTICA FOR MANTIDA CONSTANTE t½Keo TEMPO DE EQUILÍBRIO ENTRE AS CONCENTRAÇÕES PLASMÁTICA E NA BIOFASE (PICO DE AÇÃO MÁXIMA), SE A CONCENTRAÇÃO PLASMÁTICA FOR MANTIDA CONSTANTE Keo Keo = t½Keo x 4

16 Tempo do pico máximo de efeito após dose em bolus e t½ Keo Fármaco Píco máximo t½ Keo (min) de efeito (min) Fentanil3,64,7 Alfentanil1,40,9 Sufentanil5,63,0 Remifentanil1,51,0 Propofol2,22,4 Tiopental1,71,5 Midazolam2,84,0 Etomidato2,01,5

17 MEIA-VIDA CONTEXTO-DEPENDENTE CONCEITO TEMPO PARA QUE A CONCENTRAÇÃO PLASMÁTICA DE UMA DROGA DIMINUA EM 50%, APÓS O TÉRMINO DA INFUSÃO. HUGHES 1992 TEMPO DE RECUPERAÇÃO DE DROGAS ADMINISTRADAS EM INFUSÃO-CONTÍNUA, DEPENDE DO TEMPO DE INFUSÃO (CONTEXTO)

18 MEIA-VIDA DE ELIMINAÇÃO MEIA-VIDA CONTEXTO-DEPENDENTE RESULTA DO CÁLCULO VARIÁVEL β VARIÁVEL π VARIÁVEL α VARIÁVEL β TEMPO DE RECUPERAÇÃO DE DROGAS ADMINISTRADAS EM BOLUS TEMPO DE RECUPERAÇÃO DE DROGAS ADMINISTRADAS EM INFUSÃO CONTÍNUA FARMACOCINÉTICA

19 Modelo farmacocinético: comparação entre a meia-vida de eliminação e a meia-vida contexto-dependente dos anestésicos venosos,durante diversos períodos de tempo de infusão. (t½β) Alfentanil Midazolam Propofol Tiopental Fentanil Meia-vida contexto-dependente (min) Meia-vida de eliminação Duração da infusão m

20 MEIA-VIDA CONTEXTO-DEPENDENTE EM FUNÇÃO DO TEMPO DE INFUSÃO DE SEIS ANESTÉSICOS VENOSOS ADAPTADA DE HUGHES E COL., 1992 Duração da infusão (h) Meia-vida contexto-dependente (min)

21 IDENTIDADE DA DROGA PARA INFUSÃO CONTÍNUA DROGA IDEAL Vd 3 T 1/2 Ke0 C learance baixo alto baixo

22 FARMACODINÂMICA

23 TIOPENTAL FARMACODINÂMICA SISTEMA NERVOSO CENTRAL HIPNOSE DIMINUIÇÃO DA PRESSÃO INTRACRANIANA AUMENTO DA PRESSÃO DE PERFUSÃO CEREBRAL SISTEMA CARDIOVASCULAR SISTEMA REPIRATÓRIO DEPRESSÃO RESPIRATÓRIA: APNÉIA DE 30 A 90 SEGUNDOS DIMINUIÇÃO DA SENSIBILIDADE AO CO 2 HIPOTENSÃO ARTERIAL: - DEPRESSÃO MIOCÁRDICA - VASODILATAÇÃO PERIFÉRICA (TAQUICARDIA COMPENSATÓRIA)

24 ETOMIDATO FARMACODINÂMICA SISTEMA NERVOSO CENTRAL HIPNOSE DIMINUIÇÃO DA PRESSÃO INTRACRANIANA MANUTENÇÃO DA PRESSÃO DE PERFUSÃO CEREBRAL SISTEMA RESPIRATÓRIO APNÉIA, EM MÉDIA DE 20 SEGUNDOS TOSSE E SOLUÇO, OCASIONALMENTE PODE SER USADO COM SEGURANÇA EM ASMÁTICOS SISTEMA CARDIOVASCULAR ESTABILIDADE CARDIOCIRCULATÓRIA MELHORA O FLUXO CORONARIANO SEM AUMENTAR O CONSUMO DE O 2 ( EFEITO NITROGLICERINA )

25 ETOMIDATO EFEITOS ADVERSOS INSUFIÊNCIA SUPRA-RENAL DIMINUIÇÃO DOS NÍVEIS DE CORTISOL E ALDOSTERONA NÁUSEAS E VOMITOS INCIDÊNCIA ALTA DE 30 A 40%, 6 A 24 h APÓS A CIRURGIA DOR A INJEÇÃO INCIDÊNCIA ALTA DE 62% MIOCLONIAS E SOLUÇO INCIDÊNCIA ALTA DE 50 A 80% NOS PACIENTES NÃO PRÉ MEDICADOS

26 ETOMIDATO USO CLÍNICO INDICAÇÕES: DOENÇAS CARDIOVASCULARES HIPER- REATIVIDADE BRÔNQUICA HIPERTENÇÃO INTRACRANIANA DOSE DE INDUÇÃO 0,3 mg.Kg­¹, QUANDO ASSOCIADO COM OPIÓIDES INFUSÃO CONTÍNUA LONGA PERFIL FARMACOCINÉTICO É ADEQUADO, MAS DEVE SER EVITADA PELA SUPRESSÃO SUPRA-RENAL

27 PROPOFOL FARMACODINÂMICA SISTEMA NERVOSO CENTRAL SEDAÇÃO / HIPNOSE DA PRESSÃO INTRACRANIANA DA PRESSÃO DE PERFUSÃO CEREBRAL SISTEMA RESPIRATÓRIO FREQUENTES PERÍODOS DE APNÉIA (± 30 seg) AGENTE DE ESCOLHA PARA INSERÇÃO DA MÁSCARA LARÍNGEA ( REATIVIDADE V.A.S.) SISTEMA CARDIOVASCULAR > DEPRESSOR CARDIOVASCULAR DOS A.V. HIPOTENÇÃO ARTERIAL OFERTA-DEMANDA DE O 2 AO MIOCÁRDIO

28 PROPOFOL OUTROS EFEITOS EFEITO ANTIEMÉTICO INTRINSICO DE DOSES SUB-HIPNÓTICAS (CONTROVERSO) (BAIXA INCIDÊNCIA DE NÁUSEAS E VÔMITOS-2%) TRATAMENTO DO PRURIDO COM DOSES SUB-HIPNÓTICAS -PÓS-COLESTASE -PÓS-ADMINISTRAÇÃO DE OPIÓIDES NA RAQUIANESTESIA DOSES SUB-HIPNÓTICAS: BOLUS IV: 10 mg INFUSÃO CONTÍNUA:1 μg.Kg­¹.min­¹

29 PROPOFOL USOS E DOSES INDUÇÃO DA ANESTESIA GERAL 1-2,5 mg.Kg­¹ IV, REDUZINDO A PARTIR DE 50 ANOS MANUTENÇÃO DA ANESTESIA μg.Kg­¹.min­¹ COM OXIDO NITROSO E/OU OPIÓIDES SEDAÇÃO10-50 μg.Kg­¹.min­¹

30 PROPOFOL EFEITOS COLATERAIS NÁUSEAS E VÔMITOS : RARAMENTE OCORREM MIOCLONIAS E SOLUÇOS: RARAMENTE OCORREM DOR À INJEÇÃO: É FREQUENTE

31 MIDAZOLAM FARMACODINÂMICA SISTEMA NERVOSO CENTRAL ANSIÓLISE, SEDAÇÃO E HIPNOSE ( AMNESE está sempre presente ) DO FLUXO SANGUÍNEO CEREBRAL DO CONSUMO CEREBRAL DE O 2 SISTEMA RESPIRATÓRIO DEPRESSÃO RESPIRATÓRIA: VOLUME CORRENTE SISTEMA CARDIOVASCULAR PRESSÃO ARTERIAL: RESISTÊNCIA VASCULAR SISTÊMICA EFEITO INOTRÓPICO NEGATIVO -DOSE -IDADE -ESTADO GERAL

32 MIDAZOLAM USO CLÍNICO ANSIÓLISE, SEDAÇÃO E HIPNOSE ( DOSE DEPENDENTE ) DOSES GRANDE VARIABILIDADE INDIVIDUAL A MELHOR FORMA DE ADMINISTRAÇÃO É ATRAVÉS DA TITULAÇÃO EM ETAPAS, ATÉ ALCANÇAR O EFEITO DESEJADO 0,03 a 0,1mg.Kg­¹

33 CETAMINA MISTURA RACÊMICA DE ISÔMEROS R(-) cetamina S(+) cetamina POTÊNCIA ANALGÊSICA: 3 a 4 VEZES MAIOR CLEARENCE: 35% MAIS ELEVADO VOLUME DE DISTRIBUIÇÃO: SEMELHANTE +

34 CETAMINA AÇÃO HIPNÓTICA AÇÃO ANALGÉSICA +

35 CETAMINA MECANISMO DE AÇÃO ANTAGONISTA DOS RECEPTORES (N-metil- D -aspartato) (N-metil- D -aspartato) NMDA ANTAGONISTA DOS RECEPTORES COLINÉRGICOS NICOTÍNICOS e MUSCARÍNICOS FRACA AFINIDADE PELOS RECEPTORES OPIÓIDES

36 CETAMINA ANESTESIA DISSOCIATIVA DEPRIME SISTEMA TÁLAMO-NEOCORTICAL ESTIMULA SISTEMA LÍMBICO, C/ HIPOCAMPO SIMULTANEAMENTE:

37 CETAMINA NORCETAMINA PRINCIPAL METABÓLITO DA CETAMINA POTÊNCIA PRÓXIMA DA CETAMINA SONOLÊNCIA DE ALGUMAS HORAS METABOLISMO

38 CETAMINA QUADRO CLÍNICO CATALEPSIA, OLHOS ABERTOS COM NISTÁGMO REFL. LARINGEO E FARINGEO, ÀS VEZES, PRESENTES SECREÇÃO SALIVAR INTENSA ANALGESIA SOMÁTICA, SEM ANALGESIA VISCERAL TONUS DA MUSCULATURA ESQUELÉTICA TONUS DA MUSCULATURA ESQUELÉTICA ACENTUADO DA FREQÜÊNCIA CARDÍACA ACENTUADO DA FREQÜÊNCIA CARDÍACA ACENTUADO DA P.A.S. E DA P.A.D. ACENTUADO DA P.A.S. E DA P.A.D. DA P.I.C. E DA P.I.O. DA P.I.C. E DA P.I.O. PODE PROVOCAR CONVULSÕES ALUCINAÇÕES AO DESPERTAR OCORREM COM FREQÜÊNCIA POTENTE BRONCODILATADOR

39 CETAMINA USO CLÍNICO INDICAÇÕES RELATIVAS PACIENTES COM BRONCOESPASMO LIMPEZA CIRÚRGICA E CURATIVO DE QUEIMADOS INDUÇÃO EM PACIENTES COM CHOQUE HIPOVOLÊMICO CATETERISMO CARDÍACO EM CRIANÇAS

40 CETAMINA CONTRAINDICAÇÕES HIPERTENÇÃO ARTERIAL HIPERTENÇÃO INTRACRANIANA HIPERTENÇÃO INTRAOCULAR INSUFICIÊNCIA CARDÍACA PASSADO DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL ESTADO CONVULSIVO CIRURGIAS COM MANIPULAÇÃO DE VISCERAS PSICOPATIAS

41 ANESTESIA VENOSA Dr. Píndaro V. Zerbinatti CET – Casa de Saúde Campinas 2ª aula

42 INCONSCIÊNCIA ANALGESIA RELAXAMENTO MUSCULAR HIPNÓTICOS OPIÓIDES BLOQUEADORES NEUROMUSCULARES OBJETIVOS CLÁSSICOS DA ANESTESIOLOGIA AGENTES VENOSOS

43 MECANISMO DE AÇÃO DOS AGENTES VENOSOS HIPNÓTICOS OPIÓIDES B. NEUROMUSCULARES RECEPTORES GABA RECEPTORES OPIÓIDES PLACA MOTORA

44 AGENTES MAIS USADOS EM ANESTESIA VENOSA OPIÓIDES FENTANIL SUFENTANIL ALFENTANIL REMIFENTANIL NÃO OPIÓIDES TIOPENTAL METOHEXITAL ETOMIDATO HIPNÓTICOS PROPOFOL MIDAZOLAM CETAMINA A. DISSOCIATIVA CLONIDINA AGONISTAS DEXMEDETOMIDINA α2

45 OPIÓIDES AGENTES VENOSOS

46 OPIÓIDES OPIÓIDES NATURAIS: ALCALÓIDES DERIVADOS DO ÓPIO DERIVADOS FENANTRÊNICOS: MORFINA E CODEINA OPIÓIDES SEMI-SINTÉTICOS: METILMORFINA E DIACETILMORFINA ( HEROÍNA ) OPIÓIDES SINTÉTICOS DERIVADOS DA FENILPIRIDINA ( N. FENANTRÊNICO ) FENTANIL, ALFENTANIL, SUFENTANIL E REMIFENTANIL CLASSIFICAÇÃO

47 FARMACOCINÉTICA

48 MODELO FARMACOCINÉTICO TRICOMPARTIMENTAL ANESTÉSICOS VENOSOS PROCESSO DE DISTRIBUIÇÃO, REDISTRIBUIÇÃO E ELIMINAÇÃO DISTRIBUIÇÃO E REDISTRIBUIÇÃO ELIMINAÇÃO VELOCIDADE DE ACESSO AO SÍTIO EFETOR V1V1 V2V2 V3V3 Keo METABOLISMO

49 DOSE ADMINISTRADA / VOLUME DO COMPARTIMENTO Fluxo (F) C. entrada Volume (V) Concentração (C) Fluxo (F) C. saída

50 FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO DE DROGAS Administração Venosa Bolus Concentração -μg.Kg­¹ μg.ml­¹ ou ng.ml­¹ -mg.Kg­¹ Infusão Contínua efeito -μg.Kg­¹.min­¹ biofase -mg.Kg­¹.h­¹

51 DADOS FARMACOCINÉTICOS DOS OPIÓIDES t½π (min) t½α (min) t½β (h) VD L.kg­¹ CL. mL.Kg­¹.min­¹ LP (%) MORFINA1,2-2,39-131,7-2,23,2-3, FENTANIL1,4-1, ,1-4,43,2-5, SUFENTANIL1,417,72,72,861392,5 ALFENTANIL1-3,58,2-16,81,2-1,70, REMIFENTANIL0,9-1,960,05-0,140,25-0,2970

52 Relação entre a concentração no plasma e no sítio efetor de opióides após a injeção em bolus FENTANIL ALFENTANIL SUFENTANIL % da concentração no plasma Minutos após a administração em bolus Concentração no plasma Concentração no sítio efetor

53 CONCENTRAÇÃO DE OPIÓIDE NO SÍTIO EFETOR APÓS ADMINISTRAÇÃO DA DOSE EM BOLUS SIMULAÇÃO EM MODELO FARMACOCINÉTICO Minutos após dose em bolus Concentração efetiva máxima (%) Procedimento Sufentanil Fentanil Alfentanil Remifentanil

54 HUGHES 1992 Keo MEIA-VIDA CONTEXTO-DEPENDENTE INFUSÃOCONTÍNUA

55 INFUSÃO CONTÍNUA TEMPO PARA QUE OCORRA METADE DO FENÔMENO DE EQUILÍBRIO, SE A CONCENTRAÇÃO PLASMÁTICA FOR MANTIDA CONSTANTE t½Keo TEMPO DE EQUILÍBRIO ENTRE AS CONCENTRAÇÕES PLASMÁTICA E NA BIOFASE (PICO DE AÇÃO MÁXIMA), SE A CONCENTRAÇÃO PLASMÁTICA FOR MANTIDA CONSTANTE Keo Keo = t½Keo x 4

56 TEMPO DECORRIDO (min) CONCENTRAÇÃO PLASMÁTICA DE FENTANIL (ng.mL­¹) Efeito compartimental Histerese Plasma INFUSÃO ALVO-CONTROLADA DE FENTANIL Simulação da elevação da concentração de fentanil no sítio efetor durante uma infusão alvo-controlada, mantendo-se a concentração plasmática constante T.E. = 4,32 x t½Keo T.E. = (4,32 x 4,7) = 20,30

57 Tempo do pico máximo de efeito após dose em bolus e t½ Keo Fármaco Píco máximo t½ Keo de efeito (min) Fentanil3,64,7 Alfentanil1,40,9 Sufentanil5,63,0 Remifentanil1,51,0 Propofol2,22,4 Tiopental1,71,5 Midazolam2,84,0 Etomidato2,01,5

58 MEIA-VIDA CONTEXTO-DEPENDENTE CONCEITO TEMPO PARA QUE A CONCENTRAÇÃO PLASMÁTICA DE UMA DROGA DIMINUA EM 50%, APÓS O TÉRMINO DA INFUSÃO. HUGHES 1992 TEMPO DE RECUPERAÇÃO DE DROGAS ADMINISTRADAS EM INFUSÃO-CONTÍNUA É DEPENDENTE DO TEMPO DE INFUSÃO (CONTEXTO)

59 MEIA-VIDA DE ELIMINAÇÃO MEIA-VIDA CONTEXTO-DEPENDENTE RESULTA DO CÁLCULO VARIÁVEL β VARIÁVEL π VARIÁVEL α VARIÁVEL β TEMPO DE RECUPERAÇÃO DE DROGAS ADMINISTRADAS EM BOLUS TEMPO DE RECUPERAÇÃO DE DROGAS ADMINISTRADAS EM INFUSÃO CONTÍNUA FARMACOCINÉTICA

60 Modelo farmacocinético: comparação entre a meia-vida de eliminação e a meia-vida contexto-dependente dos anestésicos venosos durante diversos períodos de tempo de infusão. (t½β) Alfentanil Midazolam Propofol Tiopental Fentanil Meia-vida contexto-dependente (min) Meia-vida de eliminação Duração da infusão m

61 FENTANILSUFENTANILALFENTANILREMIFENTANIL pK a 8,48,06,57,3 % Não ionizada (pH 7,4) 8, % Ligação Protêica Clearance (mL.min­¹) Volume deDistribuição (Vd) ½ Vida de Eliminação- t½ β (horas) 3,1-6,62,2-4,61,4-1,50,17-0,33 ½ Vida Contexto/ Dependente (min)* FARMACOLOGIA DOS AGONISTAS OPIÓIDES *Tempo de infusão 4 horas

62 MEIA-VIDA CONTEXTO-DEPENDENTE TEMPO DE RECUPERAÇÃO É DETERMINADO PELO TEMPO DE INFUSÃO, COM EXCEÇÃO DO REMIFENTANIL MEIA-VIDA CONTEXTO-INDEPENDENTE TEMPO DE RECUPERAÇÃO É SEMPRE O MESMO, INDEPENDENTE DA DOSE E DO TEMPO DE INFUSÃO INFUSÃO CONTÍNUA DE AGENTES VENOSOS REMIFENTANIL

63 MEIA-VIDA SENSÍVEL AO CONTEXTO FENTANIL, ALFENTANIL, SUFENTANIL E REMIFENTANIL Fentanil Alfentanil Sufentanil Remifentanil ½ Vida Sensível ao Contexto (min) Duração da Infusão (min)

64 MEIA-VIDA SENSÍVEL AO CONTEXTO (min)

65 FARMACOCINÉTICA DOS OPIÓIDES Espaço de tempo contexto-dependente 20%: superficialização da anestesia 50%: meia-vida contexto-dependente 80%: despertar da anestesia Minutos após o início da infusão Tempo necessário(min) para diminuição(%) da concentração no sítio efetor

66 MEIA-VIDA CONTEXTO DEPENDENTE

67 QUADRO COMPARATIVO ENTRE OS OPIÓIDES FENTANILSUFENTANILALFENTANILREMIFENTANIL LATÊNCIA 1-2min1-3min30seg PICO DE AÇÃO 3-4min5-6min1-2min1min DURAÇÃO 30min 15min5-10min DOSES EQUIPOT. 100μg15μg750μg10μg

68 OPIÓIDES SUBSTÂNCIAS EXÓGENAS NATURAIS OU SINTÉTICAS LIGAÇÃO ESPECÍFIC A SUBPOPULAÇÕES DE RECEPTORES OPIÓIDES EFEITO AGONISTA FENTANIL, SUFENTANIL, ALFENTANIL E REMIFENTANIL

69 RECEPTORES OPIÓIDES RECEPTOR μ1μ1 μ ANALGESIA μ2μ2 DEPRESSÃO RESPIRATÓRIA, BRADICARDIA, SEDAÇÃO, DEPENDÊNCIA FÍSICA E EUFORIA LIGANTE AGONISTA ENDÓGENO DE μ1: β – ENDORFINA RECEPTOR δ MODULA A ATIVIDADE DO RECEPTOR μ RECEPTOR К ANALGESIA E SEDAÇÃO SEM DEPRESSÃO RESPIRATÓRIA SIGNIFICATIVA LIGANTE AGONISTA ENDÓGENO DE К: ENCEFALINAS LIGANTE AGONISTA ENDÓGENO DE δ: DINORFINAS

70 RECEPTORES μ К NEUROEIXO CÓRTEX CEREBRAL LOCALIZAÇÃO PRINCIPAL DOS RECEPTORES OPIÓIDES

71 OPIÓIDES OPIÓIDES ENDÓGENOS ENDORFINAS ENCEFALINAS DINORFINAS NOCICEPTINA

72 OPIÓIDES OPIÓIDES EXÓGENOS AGONISTAS DO RECEPTOR μ MORFINA, MEPERIDINA, FENTANIL, SUFENTANIL, ALFENTANIL E REMIFENTANIL AGONISTAS К – ANTAGONISTAS μ NALBUFINA, NALORFINA E BUPRENORFINA ANTAGONISTAS NALOXONA E NALTREXONA

73 OPIÓIDES FARMACODINÂMICA SISTEMA NERVOSO CENTRAL ANALGESIA SEDAÇÃO HIPNOSE ( DOSES ELEVADAS ) I NEURO HORMÔNIOS SISTEMA RESPIRATÓRIO - DEPRESSÃO RESPIRATÓRIA - CURVA DE RESPOSTA AO CO 2, DESVIADA PARA A DIREITA SISTEMA CARDIOVASCULAR BRADICARDIA ( DOSE-DEPENDENTE ) MUSCULATURA ESQUELÉTICA RIGIDEZ MUSCULAR

74 ADMINISTRAÇÃO DAS DROGAS

75 TÉCNICAS DE ANESTESIA VENOSA ANESTESIA BALANCEADA INTRAVENOSA (VENOSA TOTAL) ANESTESIA BALANCEADA INTRAVENOSA MAIS INALATÓRIA

76 ANESTESIA VENOSA ALVO-CONTROLADA SISTEMA DE INFUSÃO COMPUTADORIZADO QUE APLICA A CONCENTRAÇÃO PLASMÁTICA (ALVO) DETERMINADA PELO ANESTESIOLOGISTA, DURANTE ANESTESIA CLÍNICA CONCENTRAÇÕES PLASMÁTICAS ALVO: μg.mL­¹ PROPOFOL ng.mL­¹ OPIÓIDES

77 PACIENTE IDOSO PACIENTE JOVEM t½ Keo: 2,2 min Vd Compartimento central: 4,3 L t½ Keo: 0,94 min Vd Compartimento central: 5,5 L MESMO QUE OS ALVOS SEJAM IGUAIS, AS INFUSÕES SERÃO DIFERENTES EM PACIENTES JOVENS E IDOSOS INFUSÃO ALVO-CONTROLADA REMIFENTANILEx:

78 ALVO Cp = 4 n/ml ALVO Cp = 4 n/ml 20 ano s 80 t½Ke0=2,2min ; VCC=4,3L t½Ke0=0,94 ; VCC=5,5L


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