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ENTREGA E DISTRIBUIÇÃO DAS REDES DE LOJAS DE VAREJO

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Apresentação em tema: "ENTREGA E DISTRIBUIÇÃO DAS REDES DE LOJAS DE VAREJO"— Transcrição da apresentação:

1 ENTREGA E DISTRIBUIÇÃO DAS REDES DE LOJAS DE VAREJO
5º SEMINÁRIO DE TRANSPORTE URBANO DE CARGA ENTREGA E DISTRIBUIÇÃO DAS REDES DE LOJAS DE VAREJO Jailson Aparecido Silva Luís Cláudio Martão 12 de novembro de 2009

2 Algumas Fontes de Pesquisa

3 Alta performance Caso não faça algo novo, nada lhe garante que somente com a manutenção de sua performance continue tendo sucesso que teve até hoje. Freud : "Loucura é fazer Sempre as mesmas coisas e esperar resultados diferentes".

4 Agenda I N O V A Ç A O O Varejo Atual
A importância da Atividade de transporte Custo do Transporte – um breve panorama Nível de serviço e custos Planejamento de Transporte Planejamento de Entregas Equipamentos Práticas Colaborativas I N O V A Ç A O

5 O varejo atual LOCALIZAÇÃO MERCADORIAS
É constituído na combinação de dois fatores chave desse setor : LOCALIZAÇÃO MERCADORIAS

6 Valor para o cliente Benefícios : Qualidade da mercadoria.
Equivale a todos os benefícios que ele recebe em troca do esforço representado pelo ato de compra. Benefícios : Qualidade da mercadoria. Atenção dos funcionários. Ambiente da loja. Comodidade na compra.

7 Quais os mais importantes itens de Serviço ao Cliente ?
Disponibilidade de Produtos Tempo de Entrega Freqüência de Entrega Flexibilidade Sistemas de Informação Sistema de Remediação de Falhas Apoio na Entrega Física Apoio Pós-Entrega Cumprimento do Prazo 2o Ordem de importância 1o 3o 4o 5o 6o 7o 8o 9o Mais importantes Todas as Classes de Produtos

8 Agenda I N O V A Ç A O O Varejo Atual
A importância da Atividade de transporte Custo do Transporte – um breve panorama Nível de serviço e custos Planejamento de Transporte Planejamento de Entregas Equipamentos Práticas Colaborativas I N O V A Ç A O

9 Logística – Importância Estratégica
Vantagem de CUSTO Vantagem de VALOR Fontes de diferencial competitivo significativo e duradouro segundo Christopher* * CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos – estratégia para a redução de custos e melhoria dos serviços. São Paulo: Editora Pioneira, 1997

10 PRINCIPAIS MACROPROCESSOS LOGÍSTICOS
SUPRIMENTOS FORNECEDOR OPERAÇÕES TRANSPORTADOR DISTRIBUIÇÃO FÍSICA FÁBRICA DISTRIBUIDOR VAREJO LOGÍSTICA REVERSA CONSUMIDOR

11 Logística Estratégica

12 Importância do Transporte
Nessa longa caminhada, a gestão da atividade de transporte é fundamental; a atividade de transporte é uma das principais peças dessa complexa “engrenagem” chamada Supply Chain. Logística Transporte Supply Chain 12

13 Atividade de pouca importância Crítica, alta visibilidade,
Valorização da atividade de gestão do transporte Dada a sua importância, a contratação, a atividade de transportes está se tornando cada vez mais estratégica para as empresas… Baixo Alto Importante, mas rotineira Atividade de pouca importância Non-core activity Crítica, alta visibilidade, estratégica “Gargalo” Impacto sobre o negócio Complexidade da Contratação 13

14 Transporte de Carga Motivações para uma melhor gestão de transportes
Operações complexas Clientes Exigentes Inovações Tecnológicas Custos Operacionais 14

15 Agenda I N O V A Ç A O O Varejo Atual
A importância da Atividade de transporte Custo do Transporte – um breve panorama Nível de serviço e custos Planejamento de Transporte Planejamento de Entregas Equipamentos Práticas Colaborativas I N O V A Ç A O

16 Composição do Custo Logístico
Custo Financeiro Seguro, Obsolescência, Depreciação, Perdas e Danos Custos com a estrutura administrativa da logística Movimentação de Carga Acondicionamento É possível diminuir ???

17 Composição do custo logístico do Brasil
14% Administrativo Armazenagem ão ao PIB 12% 0,4% 0,4% Estoque 0,7% 10% 0,6% ç Transporte 3,6% 3,9% 8% 11,6% 11,7% 6% % dos custos em rela 4% 7,0% 6,7% 2% 0% 2004 2006 11,7% PIB = US$ 125 bi R$ 271 bi Fonte:Estimativa CEL-COPPEAD, Estimativa CEL/COPPEAD

18 Agenda I N O V A Ç A O O Varejo Atual
A importância da Atividade de transporte Custo do Transporte – um breve panorama Nível de serviço e custos Planejamento de Transporte Planejamento de Entregas Equipamentos Práticas Colaborativas I N O V A Ç A O

19 Ciclo crítico CLIENTES MANUTENÇÃO DE ESTOQUE TRANSPORTES
RELAÇÃO ENTRE AS TRÊS ATIVIDADES PRIMÁRIAS PARA ATENDER CLIENTES: CLIENTES PROCESSAMENTO DOS PEDIDOS DOS CLIENTES MANUTENÇÃO DE ESTOQUE TRANSPORTES

20 Nível de serviços e custos
TEMPO DE ENTREGA DISPONIBILIDADE DE ESTOQUE PERDAS OU AVARIAS POR ENTREGA FREQUENCIA DE ENTREGAS LOTES MINIMOS DE ENTREGA FLEXIBILIDADE

21 Nível de serviços e custos
100%

22 Agenda I N O V A Ç A O O Varejo Atual
A importância da Atividade de transporte Custo do Transporte – um breve panorama Nível de serviço e custos Planejamento de Transporte Planejamento de Entregas Equipamentos Práticas Colaborativas I N O V A Ç A O

23 Planejamento de Transportes
Avaliar as necessidades de transporte e determinar um plano de entrega on time ao menor custo: Modal a ser utilizado; Estabelecimentos de itinerários. (roteirização Urbana); Tipos de equipamento; Restrições de tráfego; Dimensionamento de Frota; A escolha do correto Equipamento; Descarga Noturna; Sinergia (Logística Colaborativa).

24 Agenda I N O V A Ç A O O Varejo Atual
A importância da Atividade de transporte Custo do Transporte – um breve panorama Nível de serviço e custos Planejamento de Transporte Planejamento de Entregas Equipamentos Práticas Colaborativas I N O V A Ç A O

25 Modal de Transporte Para atender ao Varejo a melhor modal é o rodoviário!!

26 Itinerário de entregas

27 Entraves no Abastecimento do Varejo de São Paulo e Brasil
Fonte: CET

28 Entraves no Abastecimento do Varejo de São Paulo
RODIZIO MUNICIPAL (Decreto nº /97). O horário do rodízio para os caminhões será das 7h às 10h e das 17h às 20h, obedecendo aos seguintes finais de placa: segunda-feira (finais 1 e 2); terça-feira (3 e 4); quarta-feira (5 e 6); quinta-feira (7 e 8); sexta-feira (9 e zero) e a restrição envolve tanto a região do centro expandido, quanto as marginais Tietê, Pinheiros, Avenida dos Bandeirantes, Salim Farah Maluf, Juntas Provisórias, Presidente Tancredo Neves, entre outras vias que formam o anel viário. Circulação de caminhões na Capital (VER). A restrição é de 2ª a 6ª feira, das 5 às 21 horas e aos sábados, das 10 às 14 horas. Zona de Máxima Restrição de Circulação - ZMRC. Os VUCs, caminhões de pequeno porte com até 6,3 metros de comprimento, entraram em sistema de rodízio de placas par dia par e placa ímpar dia impar, das 10hs às 16hs, acumulando as regras do rodízio municipal de veículos. - Zona Especial com Restrição a Circulação - ZERC: àrea ou via em Zonas Exclusivamente Residenciais - ZER's, com necessidade de restrição ao trânsito de caminhões, a fim de promover condições de segurança  e/ou qualidade ambiental . Fonte: https://www3.prefeitura.sp.gov.br/caminhoes_zmrc/Forms/frm010_Entrada.aspx

29 Descarga Noturna – Objetivo
“As leis de restrição ao trafego de caminhões durante o dia nas grandes cidades podem ser positivas ao transporte quando olhadas de um outro prisma”. Reduzir custos e maximizar recursos Aumentar a produtividade utilizando os equipamentos por mais tempo. (tempo integral). Menores custos, devido ao menor tempo para cumprir percurso. Atender legislação vigente.

30 Entrega Noturna CD Rotas de Entrega Entrega 1 Entrega 2 Entrega 3

31 Agenda I N O V A Ç A O O Varejo Atual
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32 Dimensionamento da frota
DEMANDA IDEAL ALTO ÍNDICE DE UTILIZAÇÃO EM FUNÇÃO DO EQUILÍBRIO ENTRE OFERTA E DEMANDA MAIOR PRODUTIVIDADE, SEGURANÇA E ECONOMICIDADE NA PRÁTICA É MUITO RARO 32

33 A escolha correta dos equipamentos
Caracterização detalhada do problema (características da carga, do transporte e da rota) Definição das características técnicas do veículo Avaliação técnica e financeira (investimento inicial, custos operacionais e aspectos técnicos) Escolha 33

34 Tipos de Veículo PBT - Tara = Carga Líquida
PBT = Chassi com cabina + equipamento (carroceria) + carga líquida PBT = Tara + carga Líquida Tara = Chassi com cabina + equipamento (carroceria) PBTC = Peso Bruto Total Combinado, é o peso total do veiculo ( lotação ) considerando o peso do veículo a vazio + equipamento + carga, é calculado ou medido nos veículos que possuem combinações de composição através de 5a. Roda ou engates, considerando sempre o numero de eixos do conjunto CVC. CMT = Capacidade Máxima de Tração, que é o Peso Bruto Total Máximo que o veículo trator pode tracionar tecnicamente (definido pelo fabricante)

35 Tipos de Veículo 10.000 kg 6.000 kg Toco
Comprimento máximo legal = 14m VUC – Veículo Urbano de Carga Carga líquida de kg 3.200 mm 5.500 mm

36 Tipos de Veículo Maior capacidade no transportes de mercadorias;
Melhor operacionalização de operações em longa distância; Menor custo por km/rodado. Formado por dois elementos, um caminhão plataforma de 3 eixos e um reboque de dois eixos. PBTC (tara + carga) = 45 toneladas Comprimento de 19,8 metros

37 Vencer longas distancias e divide-se para entrega urbana
Pensar o equipamento, por que? NORTE NORDESTE CENTRO OESTE SUL SUDESTE CD Vencer longas distancias e divide-se para entrega urbana SSA Desmembra o equipamento Centro de Distribuição

38 Baú Intercambiável Observações: 1) Peso em vazio = Peso do veículo em ordem de marcha (Veículo + tanque de combustível cheio + pneu sobressalente + acessórios). Permite operação com menos caminhões (redução investimento). Carga no CD e descarga na loja simultaneamente.

39 Baú Intercambiável - Europa

40 Baú Intercambiável Vantagens
Reduz investimentos (1 caminhão e vários baús) Reduz hora de veículo parado para carga/descarga Permite operações fora de horário de trabalho habitual Aumento significativo da produtividade

41 Investimentos Investimento: 3 caminhões – R$ 414.084,00*
*Valor tabela FIPE MBB1718 Investimento: 3 caminhões – R$ ,00* 3 Baús R$ ,00 Total R$ ,00

42 Investimentos Investimento: 1 caminhão – R$ 138.024,00
3 Baús R$ ,00 Total R$ ,00 *Valor tabela FIPE MBB1718

43 Baú Intercambiável

44 Operação OUTBOUND - tradicional
Operação Tradicional Caminhão aguarda carga e descarga Motorista aguarda carga e descarga Caminhão não pode realizar outra atividade CD

45 Operação OUTBOUND – Baú intercambiável
CD Operação com intercambiabilidade Caminhão não necessita aguardar carga e descarga Motorista não necessita aguardar carga e descarga Outras atividades podem ser realizadas simultaneamente

46 Agenda I N O V A Ç A O O Varejo Atual
A importância da Atividade de transporte Custo do Transporte – um breve panorama Nível de serviço e custos Planejamento de Transporte Planejamento de Entregas Equipamentos Práticas Colaborativas I N O V A Ç A O

47 Logística Virtual E-Logistics Logística Colaborativa
A Expansão do Escopo da Logística Cobertura Geográfica Funções Básicas Logística Integrada Supply Chain Global Logística Virtual E-Logistics Logística Reversa Logística Colaborativa Futuro 2000’s 1990’s Funções / Impactos 1950’s - 1960’s 1970’s 1980’s

48 Sinergia Inbound/Outbound
Conceito Integrar rotas com fluxos inversos para maior aproveitamento do veículo, gerando redução no valor de frete através do compartilhamento. Objetivo / Desafio do Projeto A partir do conceito de Logística Compartilhada, buscar empresas que queiram e possam gerar sinergias, resultando em redução de custo e melhora no nível de serviço;

49 Barreiras para uma Efetiva Logística Reversa / Sinergia
Fonte: Reverse Logistics Executive Council 49

50 Seja alguém que faz a diferença
Usar a CRIATIVIDADE e não temer DESAFIOS !!! Nossas ATITUDES no dia-a-dia, fazem a DIFERENÇA.

51 Perguntas ?

52 Muito obrigado.


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