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Administração Jorge Surian Administração Científica Aula 02.

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Apresentação em tema: "Administração Jorge Surian Administração Científica Aula 02."— Transcrição da apresentação:

1 Administração Jorge Surian Administração Científica Aula 02

2 2 2 Administração Científica - Taylor FREDERICK TAYLOR ( ) –ORIGEM: nasceu na Pensilvânia, EUA. Família Quaker, educação básica rígida e disciplinada com conhecimentos de francês e alemão. –FORMAÇÃO ESCOLAR: Com 18 anos aprovado em Direito (Harvard), mas começou a trabalhar como operário em uma metalúrgica da Filadélfia. –CARREIRA (1878 a 1884): Operário a engenheiro chefe. –Pode ser visto como: »experimentador e pesquisador; »autor e divulgador de experimentos; »formador de uma equipe e linha de pensamento

3 3 3 FREDERICK TAYLOR ( ) –Crença: Acreditava que cada operário produzia um terço do que poderia produzir chamando o processo de vadiagem sistemática. –Razão atribuída por Taylor: »Os trabalhadores acreditavam que trabalhando mais depressa, outros trabalhadores perderiam o emprego. »Os sistemas administrativos falhos da época forçavam os operários a trabalhar mais lentamente para proteger seus próprios interesses. »Métodos de trabalhos empíricos vinham passando de uma geração para outra de trabalhadores (regra do polegar). –Sistema de trabalho: »Análise do trabalho. »padronização das ferramentas. »seleção e treinamento dos trabalhadores. »supervisão e planejamento. »pagamento por produção. –Considerado: Pai da administração científica Administração Científica - Taylor

4 4 4 ESTUDOS DE TAYLOR: Administração de Oficinas Livro: Administração de Oficinas (em 1903) Objetivo: Racionalização do trabalho do operário, por meio do estudo dos tempos e movimentos. Duas fases: –Analítica (descarte de movimentos inúteis e observação de habilidosos). –Construtiva (Arquivo de movimentos elementares e tempo). Essência: –Boa administração = pagar altos salários e baixos custos de produção. –Administração deve aplicar métodos científicos de pesquisa e experimento, para formular princípios e padrões de controle. –Empregados precisam ser cientificamente colocados em postos com materiais e condições cientificamente selecionadas. –Empregados cientificamente treinados para desenvolver aptidões. –Alta administração devia desenvolver atmosfera de cooperação. Administração Científica - Taylor

5 5 5 ESTUDOS DE TAYLOR: Administração de Oficinas Livro: Princípios de Administração Científica (em 1911) Objetivo: Apresenta estudos sobre Administração Geral. Contexto: Vadiagem sistemática dos operários, desconhecimento das rotinas de trabalho por parte dos gerentes e do tempo necessário para sua realização e falta de uniformidade das técnicas e métodos de trabalho dos empregados. Objetivo básico: Incrementar a produtividade do trabalhador por meio de uma análise científica sistemática do trabalho do empregado, atingindo uma maneira melhor de realizar tal trabalho, assegurando a prosperidade para o empregador, conjugada com a máxima prosperidade para os trabalhadores. Princípio da exceção: –Alta Administração=>concentração nas tarefas estratégicas. –Pessoal operacional => concentração nas tarefas padronizadas e de rotina. Administração Científica - Taylor

6 6 6 Características da Administração Científica Ciência em lugar do empirismo Harmonia em vez de discórdia Cooperação, não-individualismo Máxima produção e não-restrição de produção Desenvolvimento de cada indivíduo para sua máxima eficiência e prosperidade

7 7 7 Princípios da Administração Científica Planejamento Preparo Controle Execução

8 8 8 Seguidores e Colaboradores de Taylor Frank e Lilian Gilbreth ( ): –Estudos dos tempos e movimentos dos operários e o estudo da fadiga humana (e=p/r onde e=eficiência; p=produtos resultantes e r=recursos utilizados) –Propuseram princípios relativos à economia de movimentos (therbligs): »Relativos ao uso do corpo humano »Relativos ao arranjo do local de trabalho »Relativos ao desempenho dos equipamentos e ferramentas 1.Alcançar 2.Pegar 3.Mover 4.Colocar em posição 5.Juntar (posicionar) 6.Desmontar (separar) 7.Usar 8.Soltar 9.Procurar 10.Encontrar 11. Escolher 12. Pré-colocar em posição (preparar) 13. Pensar 14. Examinar 15. Atraso inevitável 16. Atraso evitável 17. Tempo de descanso A estes 17 elementos, um aluno de Gilbreth acrescentou mais um, posteriormente: 18. Segurar

9 9 9 Seguidores de Taylor Henry Gantt ( ): Sistema de pagamento por incentivo tarefa-bônus

10 10 Seguidores de Taylor Carl Barth (discípulo mais ortodoxo de Taylor)( ): Complexos problemas matemáticos dos experimentos de corte de metais. Harrington Emerson ( ): –12 princípios da eficiência: »Ideais claramente definidos (objetivos); »Senso comum (bom senso) »Orientação competente; Disciplina; Tratamento justo; »Registros confiáveis e imediatos; »Prontidão, rapidez (nas rotinas); »Padrões e programações; »Condições padronizadas; operações padronizadas; »Instruções escritas nas práticas-padrão »Recompensas pela eficiência –primeiros trabalhos de seleção e treinamento antecipando a APO

11 11 Seguidores de Taylor Morris Cooke ( ): Aplicação da Administração Científica no governo e na educação. Em 1911 aplicação da teoria de Taylor na prefeitura da Filadélfia. Henry Ford ( ): Grande empresário com visão prática. Seus princípios: –Produtividade (máxima produção num período). –Intensificação (giro capital com mínima imobilização do mesmo). –Economicidade (mínimo matéria-prima). –A política de Henry Ford se alicerçou na produção em massa, em série e em cadeia contínua; no pagamento de altos salários e na fixação de preços mínimos para os bens produzidos. –Cria a linha de montagem (1913): 1 carro a cada 84 minutos

12 12 CRÍTICAS AO SISTEMA DE TAYLOR Dois grupos: –Mecanização: que desestimula a iniciativa pessoal do operário, tornando-o parte da máquina, não considerando os seus aspectos psicossociais –Esgotamento físico: freqüente da ânsia em realizar mais do que previsto, para aumentar pagamento Consequências: –Especialização demasiada da produção do operário, tornando-o apêndice da máquina; –Destruir a iniciativa própria e relacionamento interpessoal –Atomizar o trabalho em demasia, minimizando as aptidões dos operários

13 13 Taylor x Administração Contemporânea

14 14 Taylor x Críticas

15 15 Copyright © 2009 Prof. Jorge Surian Todos direitos reservados. Reprodução ou divulgação total ou parcial deste documento é expressamente proíbido sem o consentimento formal, por escrito, do Professor Jorge Surian. Referências Bibliográficas: Notas de aula: Profa. Dra. Maria Virginia Llatas CHIAVENATO, Idalberto. Princípios de Administração: 1ª ed. São Paulo: Elsevier, MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2005, v.1. RIBEIRO, ANTONIO DE LIMA. Introdução à Teoria Geral da Administração: ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004.


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