A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

AULA 2 GERENCIAMENTO DE CUSTOS E GESTÃO DE OPERAÇÕES PARA A QUALIDADE TOTAL Prof. Glauce Almeida Figueira.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "AULA 2 GERENCIAMENTO DE CUSTOS E GESTÃO DE OPERAÇÕES PARA A QUALIDADE TOTAL Prof. Glauce Almeida Figueira."— Transcrição da apresentação:

1 AULA 2 GERENCIAMENTO DE CUSTOS E GESTÃO DE OPERAÇÕES PARA A QUALIDADE TOTAL Prof. Glauce Almeida Figueira

2 EMENTA AULATÓPICOS 31/08 Introdução a Contabilidade de Custos ; Terminologia Contábil; Tipos de Custeio; Custeio por Absorção com Departamentalização. 14/09 Sistema de Custeio (ABC), Custeio por Absorção (por processo e por ordem de serviço), Custos Conjuntos; Sistema de Custeio Variável: Margem de Contribuição. 28/09 Fixação de Preço de Venda; Custo de Oportunidade; Target Cost ; Ponto de Equilíbrio. 05/10 Gestão Estratégica de Custos; Custo-padrão; Implantação de Sistemas de Custos. (Entrega do Trabalho Final).

3 R ECAPITULANDO ÚLTIMA AULA Contabilidade Geral e Contabilidade de Custos Contabilidade Gerencial Custeio por AbsorçãoCusteio Variável Valor Histórico do EstoqueValor de Reposição do Estoque Contabilidade de Custos auxilia a Contabilidade Geral na tarefa de mensurar os Estoques e medir resultados. Contabilidade Gerencial auxilia nas decisões gerenciais para orçamentos, cotações, concorrências, precificação, etc... Segue as regras fiscais brasileiras para a apuração do Lucro Tributável e incidência do Imposto de Renda. Uso interno da empresa. Separação clássica entre Custos e Despesas. As despesas variáveis podem ser consideradas como parte do custo dos produtos.

4 A ULA 2 T IPOS DE C USTEIO Custeio por Absorção - tiposCusteio Variável Sem DepartamentalizaçãoMargem de Contribuição – apropriação somente dos custos e despesas variáveis. Com Departamentalização ABC (Activity-Based Costing) Por Processo Por Ordem de Serviço Custos Conjuntos

5 ABC (A CTIVITY -B ASED C OSTING ) Importância: No contexto de uma visão departamental e com o objetivo de atendimento à legislação, o ABC é um instrumento muito útil da Contabilidade de Custos no sentido de que o Custeio por Absorção apresente custos por produtos que tenham sentido mais lógico e não sejam distorcidos por rateios tantas vezes arbitrários.

6 ABC (A CTIVITY -B ASED C OSTING ) Custos baseados em Atividades: O que é ? É uma metodologia de alocação de custos indiretos aos produtos que tem por base: O Foco no conceito de atividade e O Utilização de direcionadores de custos.

7 SEQUÊNCIA DE APROPRIAÇÃO DE CUSTOS PELO MÉTODO ABC 1) Identificação das atividades relevantes dentro de cada departamento: - Uma atividade é uma ação que utiliza recursos humanos, materiais, tecnológicos e financeiros para se produzirem bens ou serviços. É composta por um conjunto de tarefas necessárias ao seu desempenho. É necessária para concretizar um processo. Exemplos: - Compras (departamento): Comprar Materiais; Desenvolver Fornecedores. - Adm. Produção (dep): Programar Produção; Controlar Produção. - Acabamento (departamento): Acabar; Despachar Produtos.

8 SEQUÊNCIA DE APROPRIAÇÃO DE CUSTOS PELO MÉTODO ABC 2) Identificação dos Direcionadores de Custos: (verdadeira arte) - É o fator que determina o custo de uma atividade, a verdadeira causa dos custos; - Deve ser o fator que determina ou influencia a maneira como os produtos consomem(utilizam) as atividades; Exemplos: - Número de empregados; - Área Ocupada; - Tempo de mão-de-obra (hora-homem); - Tempo de Máquina (hora-máquina); - Quantidade de KWH; - Estimativa do responsável pela área. Etc...

9 SEQUÊNCIA DE APROPRIAÇÃO DE CUSTOS PELO MÉTODO ABC a) Direcionadores de Custos de Recursos: São fatores que permitem identificar a intensidade com que as atividades se utilizam dos recursos. Servem para calcular o custo das atividades. b) Exemplos: - Aluguel: área utilizada pelo pessoal e equipamentos; - Energia Elétrica: rastreamento com base nas horas-máquina utilizadas por produto; - Salários do Pessoal da Supervisão e Mão-de-obra indireta: rastreamento através de folhas de registro de tempo ou entrevistas com os funcionários; - Material de Consumo: requisições de material; Utilização: Como a atividade Comprar Matéria-Prima consome o recurso Materiais de Escritório ? A maneira como esta atividade se utiliza deste recurso pode ser mensurada pelas requisições de material feitas ao almoxarifado. O direcionador de recurso, nesse caso, é a quantidade necessária de requisições.

10 SEQUÊNCIA DE APROPRIAÇÃO DE CUSTOS PELO MÉTODO ABC b) Direcionadores de Custos de Atividades: São fatores que determinam o custo das atividades e que permitem identificar a intensidade com que os produtos se utilizam das atividades. Servem para calcular o custo dos produtos. Exemplos: - Comprar Materiais (dep Compras): número de pedidos; - Desenvolver Fornecedores (dep Compras): número de fornecedores; - Programar Produção (dep Adm.Produção): número de produtos; - Controlar Produção (dep Adm.Produção): número de lotes; Utilização: Como os produtos consomem a atividade Comprar Materiais ? O número de pedidos e cotações feitos para um produto dividido pelo número total de pedidos e cotações indica a relação da atividade com aquele produto. O direcionador de recurso, nesse caso, é o número de cotações e pedidos por produto.

11 SEQUÊNCIA DE APROPRIAÇÃO DE CUSTOS PELO MÉTODO ABC 3) Atribuição dos Custos dos Recursos às Atividades: - O custo de uma atividade compreende todos os sacrifícios de recursos necessários para desempenhá-la. Deve incluir salários com os respectivos encargos sociais, materiais, depreciação, energia, uso de instalações, etc... - Atribuição de Custos segue uma ordem de prioridade: a) Alocação Direta: identificação clara de certos itens de custos. b) Rastreamento: utiliza os Direcionadores de Custos de Recursos. c) Rateio: é definido seguindo critério arbitrário. - Com relação às atividades de suporte cujos custos devam ser atribuídos a outras atividades, a ordem de prioridade é a mesma. Cautela: este procedimento só deve ser utilizado em caso de não haver, em hipótese alguma, forma de se relacionar tal atividade com os produtos.

12 SEQUÊNCIA DE APROPRIAÇÃO DE CUSTOS PELO MÉTODO ABC 4) Atribuição dos Custos das Atividades aos Produtos: - O custo de uma atividade compreende todos os sacrifícios de recursos necessários para desempenhá-la. Deve incluir salários com os respectivos encargos sociais, materiais, depreciação, energia, uso de instalações, etc... - Atribuição de Custos segue uma ordem de prioridade: a) Alocação Direta: identificação clara de certos itens de custos. b) Rastreamento: utiliza os Direcionadores de Custos de Recursos. c) Rateio: é definido seguindo critério arbitrário. - Com relação às atividades de suporte cujos custos devam ser atribuídos a outras atividades, a ordem de prioridade é a mesma. Cautela: este procedimento só deve ser utilizado em caso de não haver, em hipótese alguma, forma de se relacionar tal atividade com os produtos.

13 SEQUÊNCIA DE APROPRIAÇÃO DE CUSTOS PELO MÉTODO ABC RecursosAtividadesProdutos Pessoal A 1 P 1 Instalações A 2 P 2 Comunicações Etc. A n P n

14 COMPARAÇÃO ENTRE MÉTODOS DE CUSTEIO

15 CUSTEIO POR PROCESSOS (PRODUÇÃO CONTÍNUA) Tipo de Custeio por Absorção: todos os custos fixos e variáveis, diretos e indiretos incorridos na produção; Utilizado por empresas que possuem produção ou serviços em série, com processo de fabricação padronizado; Produção resulta de pesquisas mercadológicas e não das solicitações dos clientes; Exemplos: Indústria de alimentos, química, automobilística, farmacêutica, as companhias de energia, de telefonia, de saneamento básico etc.

16 CUSTEIO POR PROCESSOS (PRODUÇÃO CONTÍNUA) Custos incorridos são apontados em cada uma das fases do processo de produção definidos em um determinado período de tempo (dia, semana, mês, trimestre, etc); Os custos são atribuídos ao processo e aos departamentos onde incorreram e não a cada produto específico; Cada centro de custo acumula seus custos, que depois serão divididos pelo volume produzido, gerando os custos unitários.

17 CUSTEIO DE PRODUÇÃO POR ORDEM Outro tipo de Custeio por Absorção: todos os custos fixos e variáveis, diretos e indiretos incorridos na produção; Utilizado por empresas que trabalham sob regime de encomenda dos clientes; Exemplos: Indústria de equipamentos e máquinas pesadas, indústrias gráficas, estaleiros, empresas de construção, de prestação de serviços, escritórios de planejamento, de auditoria, consultorias, algumas indústrias de móveis, construtoras etc.

18 CUSTEIO DE PRODUÇÃO POR ORDEM Ponto de partida é a solicitação do cliente e a elaboração de um orçamento para a aprovação do solicitante, após emite- se a ordem de serviço ou produção que deve conter todos os informes relevantes, como: material, mão-de-obra, máquinas, equipamentos e ferramentas necessárias, etc. Os custos incorridos são acumulados em uma ordem de produção de bens ou serviços, até que o produto daquela ordem esteja acabado; Assim a regra geral é a acumulação dos custos para sua transferência ao resultado apenas por ocasião da entrega, quando há o reconhecimento também da receita.

19 CUSTEIO DE PRODUÇÃO POR ORDEM Observações: - Algumas indústrias trabalham em parte por ordem de serviço e em parte por processo. - Quando uma ordem de serviço tem uma duração muito longa (mais de um ano), reconhece-se uma parte da receita em cada período (através de uma medição por exemplo) e apropriam-se os custos.

20 Q UADRO C OMPARATIVO Sistemas/ Características Custeio por Processo Custeio por Ordem Período de Apuração dos Custos Finais Início / Término do Período Contábil (ex: mês) Início / Término do Lote ou Encomenda Acumulação de Custos MAT-MOD-CIF para Departamento e do Depto. para os Produtos MAT-MOD-CIF por Ordem de Prod. ou Encomenda Custo Unitário Médio do PeríodoEspecífico de 1 Lote de Produtos ou Encomenda Usos do Custo Unitário Comparação em Diferentes Períodos Subsídios para Futuros Preços Requisição de Materiais Indica-se o Depto. e o código do produto. Indica-se o número da OP (Ordem de Produção) ou Encomenda MAT (Materiais) / MOD (Mão-de-obra) / CIF (Custos Indiretos Fixos)

21 EXERCÍCIOS 1) Um fator que determina as características de um sistema de custeio (por Ordem ou por Processo) é : a) Característica da atividade b) Relevância do patrimônio c) Negociação com o sindicato d) Determinação da empresa e) Pagamento de horas extras 2) Um Sistema de acumulação de custos por ordem de produção pode ser caracterizado por: a) Custos acumulados e analisados por centros de custos; b) Custos acumulados e analisados por períodos contábeis; c) Contas de custos que expressam os diferentes modelos; d) Produtos padronizados produzidos em grande escala; e) Produção de cimento e de produtos petroquímicos.

22 E XERCÍCIOS : F ALSO (F) OU V ERDADEIRO (V) 1) ( ) Produção em série caracteriza-se pela elaboração do mesmo bem ou serviço de forma não continuada por um longo período; 2) ( ) Produção por ordem consiste na produção de um bem ou serviço de forma contínua ao longo do tempo; 3) ( ) Na Produção Contínua, os custos são apropriados e reportados por período de tempo; 4) ( ) Na Produção por Ordem, acumulam-se os custos até o término da ordem ou encomenda, mesmo passando por vários períodos; 5) ( ) São exemplos de Produção Contínua as indústrias de cimento, de equipamento pesado e de produtos alimentícios; 6) ( ) Na produção contínua as contas de custos devem ser encerradas ao final de cada período contábil. Assinalar (O) Produção por Ordem e (C) Produção Contínua: a) ( ) Não há encerramento das contas de custos à medida que os bens ou os serviços são elaborados, apenas no fim do período contábil; b) ( ) A conta só deixa de receber custos quando o pedido estiver encerrado; c) ( ) Os custos são acumulados em contas representativas das diversas linhas e etapas de produção.

23 C USTOS C ONJUNTOS Produção Conjunta: o fenômeno do aparecimento de diversos produtos a partir da mesma matéria-prima; Decorrem de um mesmo material diversos produtos conjuntos normalmente classificados em co-produtos ou subprodutos. Exemplos: Agroindústria - Soja (óleo, farelos,etc) - Boi (ossos, tipos de carne, couro, etc). Petroquímica – Petróleo (gasolina, querosene, emulsão asfaltica, etc)

24 C USTOS C ONJUNTOS Sucatas: Podem ou não ser decorrência normal do processo de produção; São aqueles itens cuja venda é esporádica e realizada por valor não previsível na data em que surgem na produção; Não recebem os custos e sua venda não diminui os custos totais de produção, não aparece como estoque na Contabilidade Geral; Quando ocorrer sua venda, tem sua receita integral considerada como Outras Receitas Operacionais.

25 C USTOS C ONJUNTOS Subprodutos: São aqueles itens que nascem de forma normal durante o processo de produção; Possuem mercado de venda relativamente estável, tanto no que diz respeito à existência de compradores como quanto ao preço; Representam porção ínfima do faturamento total ou pequena participação nas receitas da empresa; Não recebem parcelas dos custos de produção; A receita originada de sua venda é considerada normalmente como redução do custo de produção da empresa (recuperação de parte do custo);

26 C USTOS C ONJUNTOS Co-produtos: São os próprios produtos principais, só que assim chamados porque nascidos de uma mesma matéria-prima; Respondem substancialmente pelo faturamento da empresa; São atribuídos custos aos co-produtos; Custo Conjunto: representado pela soma dos gastos de produção incorridos até o momento em que de uma matéria-prima surgem diversos produtos;

27 C USTOS C ONJUNTOS Para a determinação de quanto alocar dos Custos Conjuntos a cada Co-produto, existem diversos critérios: - Valor de Mercado (proporção): maior valor, maior custo; - Volumes Produzidos (proporção): quando os produtos tem valores iguais – maior volume, maior custo. - Igualdade do Lucro Bruto; - Ponderações em termos de grau de dificuldade, importância, facilidade de venda, etc...

28 E XERCÍCIOS 1) A geração de diversos produtos a partir do processamento do mesmo material caracteriza a produção: a) Contínua b) Conjunto c) Completa d) Estocada e) Processo 2) O rateio do Custos Conjuntos, em relação ao rateio de Custos Indiretos, é mais: a) Relevante b) Objetivo c) Arbitrário d) Funcional e) Gerencial 3) O principal critério de apropriação de Custos Conjuntos é: a) Valor de mercado b) Igualdade de Lucro c) Volume d) Ponderações 4) Sobras de materiais que não tem preço firme de mercado ou condições normais de comercialização são denominadas: a) Co-produtos b) Subprodutos c) Sucatas d) Secundários e) Auxiliares

29 E XERCÍCIOS : F ALSO (F) OU V ERDADEIRO (V) 1) São características básicas do subproduto: ( ) Possui valor de venda estável; ( ) São os próprios produtos principais; ( ) É decorrência normal do processo produtivo; ( ) Possui pouca relevância dentro do faturamento global;

30 C USTEIO V ARIÁVEL Margem de Contribuição: É a diferença entre a Receita e a soma de Custos e Despesas Variáveis, tem a finalidade de tornar mais facilmente visível a potencialidade de cada produto; Mostra como cada produto contribui para amortizar os gastos fixos e depois formar o lucro. Margem de Contribuição por Unidade (MCU): É a diferença entre o Preço de Venda e os Custos Variáveis de cada produto; É o valor que cada unidade efetivamente traz à empresa de sobra entre sua receita e o custo que de fato provocou e que lhe pode ser imputado sem erro; Não podemos dizer que isso seja lucro do produto, já que faltam os Custos Fixos;

31 C USTEIO V ARIÁVEL Para se chegar ao Lucro : - MCU é multiplicada pela quantidade vendida e somada às MCUs dos demais produtos, sendo igual a MCT (Margem de Contribuição Total). Desse montante são deduzidos os Custos Fixos Totais e chega-se ao Lucro. Os Custos Fixos são deduzidos da soma de todas as Margens de Contribuição, já que de fato não pertencem a este ou àquele produto e sim ao global. Prod LProd MProd NTotal Vendas ( - ) Custo Variável dos Produtos Vendidos Margem de Contribuição ( - ) Custos Fixos Resultado (Lucro) 3575

32 C USTEIO V ARIÁVEL Aplicações: - Formação de Preços de produtos, ordens ou encomendas; - Aceitar ofertas com preços definidos pelos clientes; - Definir a exportação de produtos; - Decidir sobre comprar (Terceirização) ou produzir; - Orçamentos, etc...

33 T RABALHO F INAL 1) Qual a diferença fundamental entre custo e despesa? 2) Por que Perda não deve ser classificada como custo ou despesa? 3) O método de custeio variável destaca-se como de maior relevância no gerenciamento dos custos que o método de Custeio por Absorção. Por quê? 4) Quando se deve usar o custo por ordem ? E o custo por processo? 5) Qual a inovação introduzida pelo sistema ABC no gerenciamento dos custos empresariais? 6) Quais os principais benefícios e restrições no uso do custo-padrão ? 7) Verifique o funcionamento dos seguintes itens do gerenciamento dos custos em sua empresa: - Metodologia de Custeamento; - Sistema de Apropriação; - Critérios de Apuração; - Sistemática de Rateio. (Analise/compare tais elementos pesquisados diante dos conceitos apresentados na aula).


Carregar ppt "AULA 2 GERENCIAMENTO DE CUSTOS E GESTÃO DE OPERAÇÕES PARA A QUALIDADE TOTAL Prof. Glauce Almeida Figueira."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google