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O Papel da Avaliação Formativa: alternativa entre a concepção do desenvolvimento curricular e os processos de ensino- aprendizagem. Profª Maria de Fátima.

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1 O Papel da Avaliação Formativa: alternativa entre a concepção do desenvolvimento curricular e os processos de ensino- aprendizagem. Profª Maria de Fátima Di Gregorio apresenta

2 "(...) conceber e nomear o ' fazer testes', o 'dar notas', por avaliação é uma atitude simplista e ingênua! Significa reduzir o processo avaliativo, de acompanhamento e ação com base na reflexão, a parcos instrumentos auxiliares desse processo, como se nomeássemos por bisturi um procedimento cirúrgico". (Hoffmann, 2000: 53). Mensagem inicial:

3 A avaliação formativa não tem como objetivo classificar ou selecionar. Fundamenta-se nos processos de aprendizagem, em seus aspectos cognitivos, afetivos e relacionais. Preocupa-se com aprendizagens significativas e funcionais que se aplicam em diversos contextos e se atualizam o quanto for preciso para que se continue a aprender. Avaliação Formativa:

4 O papel da avaliação formativa alternativa na concepção e desenvolvimento curriculares 1. Considerações gerais 2. Desafios da educação escolar 3. Concepções de avaliação 4. Avaliação formativa alternativa 5. A Questão das práticas nas salas de aula 6. Considerações finais

5 Desafios da Educação Escolar Desafios da Educação Escolar Currículo Avaliação Aprendizagens Organização Ensino

6 Ao nível da organização e funcionamento das escolas Ao nível do desenvolvimento curricular e da avaliação Ao nível das aprendizagens Desafios da Avaliação

7 2.A relevância da comunicação, da integração e mobilização de conhecimentos. 3. O desenvolvimento de processos complexos de pensamento e múltiplos contextos. 1. O currículo como meio para o desenvolvimento de projetos, de experiências e investigações. Ao nível do planejamento curricular 4. O desenvolvimento dos ideais democráticos e da par_ ticipação crítica e ativa na vida na sociedade. Desafios da Avaliação

8 5. O currículo como questão moral e ética. 7.A avaliação formativa no cerne de um currículo orientado para regular e melhorar as aprendizagens. Ao nível do desenvolvimento curricular 6. A Integração Ensino-Aprendizagem-Avaliação. 8.A articulação da avaliação formativa com a avalia- ção somativa interna e externa.

9 Desafios da avaliação escolar 1. Todos os alunos podem aprender. 3. A seleção das tarefas de aprendizagem são essenciais Ao nível das aprendizagens 2. Um currículo necessita estar centrado em aprendizagens. 4. Compreender é aprender.

10 5. Atenção: Aos processos e produtos da aprendizagem. 7. Os alunos como participantes ativos nos processos de construção das suas aprendizagens. Ao nível da relação aprendizagem e alunos 6. Os alunos não aprendem todos da mesma forma. 8.As aprendizagens, como construções, são determinadas socialmente, obedecendo ritmos próprios. Desafios da Avaliação

11 Ensino-Aprendizagem, Conteúdos e Processos ENSINO?APRENDIZAGEM PROCESSOS CONTEÚDOS De pensamento De comunicação De seleção De aprendizagem De resolução de problemas De decisão De trabalho de grupo

12 E as aprendizagens? INTELIGÊNCIAS MULTIPLAS EMOCIONAL COGNITIVA I NTERPESSOAL LÓGICO-MATEMÁTICA ESPACIAL/VISUAL MUSICAL VERBAL/LINGUÍSTICA MORAL, ESPIRITUAL

13 Quais os desafios? Ensino para as elites homogêneas Ensino uniforme Ensino transmissivo Ensino expositivo, centrado no Professor Ensino para as camadas altas, médias e populares= UNIVERSAL Ensino diferenciado Ensino mais interativo Ensino centrado no aluno

14 Conhecendo melhor o aluno: suas competências, seu estilo de aprendizagem, seus interesses, suas técnicas de trabalho, sua história. Constatando o que está sendo aprendido ou não. Adequando o processo de ensino aos alunos como grupo e àqueles que apresentam dificuldades. Julgando globalmente o processo de ensino- aprendizagem. Revisando o planejamento de ensino. Como devemos agir?

15 O que devemos assegurar? NOVAS APRENDIZAGENS, EMERGINDO A NECESSIDADE DE UMA AVALIAÇÃO CONSISTENTE COM OS DESAFIOS CONSTANTES PARA ALUNOS E PROFESSORES.

16 Concepções de Avaliação 1. A avaliação como medida quantitativa 2. A Avaliação como descrição qualitativa 3. A Avaliação como juízo de valor 4. A Avaliação como construção de conceitos

17 A avaliação como medida Classificar, selecionar, certificar. Não observar posturas e conhecimentos Não participar resultados aos pais e alunos Não contextualizar conteudos Olhar com neutralidade Proporcionar referência enganosa aos pais e à escola.

18 A avaliação como descrição Definição de metas a serem atingidas Verificação de erros Descrição de desempenho Avaliar não como medida Função reguladora de erros Futuros acertos

19 A avaliação como juízo de valor Decisões para possíveis regulações Resultados para novos processos Participação e interação de aprendizagens Referências para atuações Critérios para apreciação de méritos e valores

20 Limitações das três concepções de avaliação analisadas Referências situacionais para avaliação: Diagnóstica Formativa Somativa ou classificatória

21 Segundo Hoffmann (2000), avaliar nesse novo paradigma é dinamizar oportunidades de ação- reflexão, num acompanhamento permanente do professor e este deve propiciar ao aluno em seu processo de aprendência, reflexões acerca do mundo, formando seres críticos libertários e participativos na construção de verdades formuladas e reformuladas.

22 A Avaliação como construção Social Professores não usam poder ao avaliar Há integração no Ensino/Aprendizagem e Avaliação Predominância da Avaliação Formativa Relevância ao Feedback Avaliar para apoiar o desenvolvimentodos sujeitos Ênfase nos aspectos qualitativos Relevância dos contextos, na participação, na nego_ ciação e nos processos cognitivos /sociais.

23 Avaliação Formativa Influência cognitivista, social, cultural.. Conhecer a história de cada sujeito. Regular e melhorar as aprendizagens. Promover formas mais integradas de ensino.. Participação e transparências em atitudes. Relevância aos contextos, participação, negociação e construção dos processos cognitivos/ sociais.

24 Avaliação Formativa Avaliação reguladora Avaliação Detalhada Avaliação contextualizada Avaliação mais educativa Avaliação de cunho formador

25 Avaliação Somativa Avaliação horizontal, voltada para o desempenho AF AS Notas avaliativas do desempenho O professor está voltado para as notas e desempenhos formais AF

26 Avaliação Formativa Essa modalidade visa uma avaliação de DE MELHORIA DA QUALIDADE E NÃO BEHAVIORISTA

27 Avaliação Formativa Quais são as visões? Visão que destaca processos cognitivos internos aos alunos Metacognição Auto regulação Auto controle Auto avaliação Visão que destaca o currículo, as tarefas e o Feedback que se tem. Que destaque o papel do professor e o feedback que eleva qualidade

28 Avaliação Formativa Destacam o papel da cognição e da capacidade de conviver e regular aprendizagens Destacam o papel dos fatores culturais que estão em jogo Perspectivas Socioconstrutivistas Perspectivas Socioculturais

29 Reflexões sobre as formas avaliativas: 1. A Avaliação é uma questão técnica? 2. Qual a natureza de uma avaliação formativa? 3. Como articular a avaliação formativa com a somativa? 4. Como integrar a avaliação ao ensino/aprendizagem? 5. A avaliação é de natureza subjetiva ou objetiva? 6. Avaliamos bem?

30 Ensino-aprendizagem Ensino Avaliação Aprendizagem Feedback Integração Ensino-Aprendizagem-Avaliação

31 A questão da compreensãodos conteúdos Domínio A Domínio D Domínio B Domínio C Ap1Ap4Ap2Ap3 Tarefas estruturantes em cada domínio Assunto 1 Ensino/aprendizagem/avaliação através de cada tarefa e sujeito Seleção de conteúdos

32 Engenharia triangular Triangulação Estratégias e instrumentos utilizados Intervenções de colegas e professor Espaços,Tempos, ritmos de cada um Processo ensino-aprendizagem acontecendo

33 Papel e natureza do Feedback que se processa Estratégias de Avaliação Formativa e a retroalimentação Erros e acertos Tarefas reconstrutoras de atividades Relatórios Reações, críticas, comentários positivos Função da avaliação formativa?


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