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FARMACOECONOMIA Profª.Priscila. Qual é a definição de Farmacoeconomia? É uma ciência que estuda o impacto do custo dos medicamentos para o tratamento.

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1 FARMACOECONOMIA Profª.Priscila

2 Qual é a definição de Farmacoeconomia? É uma ciência que estuda o impacto do custo dos medicamentos para o tratamento de doenças no serviço nacional de saúde. A Farmacoeconomia atribui um preço a uma eficácia.

3 Compras de medicamentos Em função do tipo administrativo da instituição os processos de compras ganham características específicas. No setor público a aquisição deve ser sempre realizada através de licitação e nos estabelecimentos privados são empregados diversos sistemas de compras. LICITAÇÃO - é o procedimento administrativo mediante o qual a administração pública seleciona a proposta mais vantajosa para o contrato de seu interesse. Visa a proporcionar iguais oportunidades aos que desejam contratar com o poder público

4 Princípios da Licitação Lei Federal 8666/93 e suas atualizações. 1.Procedimento formal; 2.Publicidade de seus atos; 3. Igualdade entre os licitantes; 4.Sigilo na apresentação das propostas; 5.Vinculação ao edital; 6. Julgamento objetivo; 7.Adjudicação compulsória ao vencedor.

5 Modalidades de Licitação Concorrência – É a modalidade de licitação própria para contratos de grande valor,em que se admite a participação de quaisquer interessados, desde que, na fase inicial de habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos exigidos no edital. Tomada de preços – É a licitação para contratos de valor imediatamente inferior aos que exigem concorrência, realizado entre interessados previamente registrados, observada a necessária habilitação, convocados com antecedência mínima de 15 dias, por edital fixado na repartição e comunicação às entidades de classe que os representem.

6 Convite – É a modalidade de licitação mais simples, destinada às contratações de pequeno valor. A participação é de pelo menos três interessados convocados com antecedência mínima de três dias pela administração. Leilão e concursos – Modalidades que não são normalmente utilizadas para aquisição de produtos farmacêuticos. Pregão Eletrônico – É a modalidade de licitação do tipo menor preço, realizada à distância em sessão pública, por meio de sistema que promova a comunicação pela internet.

7 Aquisição em órgãos privados Em hospitais privados a aquisição pode ser feita por meio de pesquisas de preços, contrato de com fornecimento fornecedores previamente selecionados ou adotando normas particulares estabelecidas pela instituição para assegurar competitividade e transparência nas negociações. Nos processos de compras em órgãos privados é recomendável observar os seguintes aspectos: número mínimo de cotações; cadastramento de fornecedores; preço objetivo; aprovação da compra; e registro da compra.

8 Qualidade dos medicamentos As farmácias hospitalares devem adotar as estratégias para assegurar a aquisição de medicamentos de qualidade, eficazes e seguros: 1. Solicitar aos laboratórios industriais fabricantes de medicamentos a apresentação de cópia da autorização de funcionamento. 2. Exigir das distribuidoras a autorização de funcionamento, e o credenciamento pelos fabricantes dos produtos que vendem e exigir de todos os fornecedores a numeração dos lotes na nota fiscal de venda. 3. Os fornecedores deverão apresentar também cópia do registro do medicamento no MS (Ministério da Saúde). Os produtos importados devem possuir o registro no MS, bem como o representante legal registrado no MS. 4. Certificar-se se as empresas importadoras de medicamentos seguem as determinações da ANVISA

9 Qualidade dos medicamentos 5. Solicitar para os produtos importados a apresentação do certificados de boas práticas de fabricação e controle emitido pela autoridade sanitária do país de origem ou laudo de inspeção emitido pela autoridade sanitária brasileira, bem como o laudo analítico do lote a ser fornecido, emitidos no Brasil. 6. No caso de produtos importados que dependam de alta tecnologia e que por ventura não exista tecnologia nacional para os testes de controle de qualidade necessários, poderão ser aceitos laudos analíticos do fabricante, desde que comprovada a certificação de origem dos produtos, certificação de boas práticas de fabricação, bem como as boas práticas de laboratório, todos traduzidos para o idioma português.

10 Qualidade dos medicamentos 7. Adquirir medicamentos sujeitos a controle legal apenas de fabricantes e distribuidoras que apresentarem a autorização especial exigida pela Portaria n.º 344/ Os medicamentos adquiridos pelo hospital devem ser entregues acompanhados de laudo analítico. Deve ser exigido dos fornecedores o certificado de boas práticas de fabricação e controle por linha de produção/produtos. 9. Solicitar das distribuidoras e indústrias o alvará do SUS e o certificado de responsabilidade do Conselho Regional de Farmácia.

11 A Farmacoeconomia busca ser exatamente a ciência que tenta balancear o custo com o resultado do tratamento, buscando encontrar uma opção que traga o melhor resultado possível dentro de um contexto de recursos limitados.

12 Aspectos Essenciais A ética deve nortear todas as decisões. As decisões relativas à ética dos lucros de fabricantes, distribuidores e provedores de produtos e serviços em saúde pode ser objeto de uma visão crítica econômicos-social, mas não é o foco da farmacoeconomia. O contexto geral pode ser observado, observando-se as condições econômicas do paciente, da instituição ou do sistema de saúde no qual o paciente está amparado buscando reconhecer as eventuais limitações existentes.

13 Identificar se o medicamento a ser usado tem características que, em uma certa parcela de indivíduos, cria fatores dificultadores que podem agregar custos e/ou reduzir os benefícios clínicos esperados. Considerar efeitos imediatos e em prazos mais longos, ainda que afetando a outros indivíduos.

14 Custo Dado complexo que engloba elementos mensuráveis, tanto qualitativa, quanto quantitativamente e aos quais podem ser atribuídos valores financeiros. custos diretos: implicam em uma retirada financeira real e imediata custos indiretos, representado por ganhos não realizados custos intangíveis, representados por dor, sofrimento, incapacidade e perda da qualidade de vida

15 Consequências Análise de custo-benefício: quando uma opção terapêutica é avaliada em termos de suas vantagens ou desvantagens econômicas. Análise de custo-efetividade: quando a opção terapêutica é avaliada em termos de resultados clínicos obtidos. Análise de custo-utilidade: quando a opção terapêutica é avaliada em termos do aumento ou redução dos indicadores de qualidade de vida dos usuários. Análise de minimização de custos, consequências são consideradas equivalentes

16 Análise de custo-benefício Se procura identificar a opção de tratamento que permite reduzir custos ou aumentar lucros,especificamente olhando a resposta financeira obtida por cada opção. Análise de custo-efetividade Têm por objetivo identificar a opção terapêutica que consegue obter o melhor resultado clínico por unidade monetária aplicada. Uma melhor compreensão de seus objetivos pode ser alcançada quando se define o termo rendimento de um processo.

17 Análise de custo-utilidade O profissional de saúde, possui a tendência de se deixar dominar pelos aspectos concretos e objetivos da ciência. Por este motivo vêm sendo desenvolvidas ferramentas de análise que obtém e quantificam a satisfação do paciente com relação ao tratamento empregado, traduzindo se estes dados como a mensuração da qualidade de vida associada à saúde.

18 Análise de custo-utilidade Dos resultados obtidos são atribuídos valores quantitativos que representam escores de qualidade de vida (comumente chamado valores de QOL – Quality Of Life). Os valores de QOL são expressos em uma escala variando de 0 a 1, onde zero é a pior qualidade de vida possível (morte) e 1 é a melhor condição física, mental e social que um indivíduo pode desejar. Os indicadores QOL podem ser também usados em associação com o tempo de vida de um paciente portador de uma enfermidade, observando-se os valores de QALY ou DALY, que expressam a utilidade percebida pelo paciente no tempo de vida em tratamento ao qual foi submetido.

19 Uma vantagem dos estudos de custo-utilidade é que a mesma utiliza-se de um parâmetro que independe da natureza da enfermidade ou do tratamento, que é a satisfação dos pacientes.

20 Análise de Decisão É entendida como um conjunto de técnicas que formalizam o processo por meio do qual o indivíduo seleciona uma opção dentre várias possíveis. Possibilita fazer escolhas com baixa condição de incerteza,mediante aplicação de modelos matemáticos. A AD é uma estrutura geométrica ramificada, que indica todas as possibilidades que podem seguir um problema de tomada de decisão e as conseqüências decadaopção.Estima-se as probabilidades a partir de estudos clínicos.

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