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DISCUTINDO UMA CONCPÇÃO EMANCIPADORA DE AVALIAÇÃO Curitiba, ABR /2007 Docente:Maria Madselva F.Feiges Diretora Geral do CEP.

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1 DISCUTINDO UMA CONCPÇÃO EMANCIPADORA DE AVALIAÇÃO Curitiba, ABR /2007 Docente:Maria Madselva F.Feiges Diretora Geral do CEP

2 O processo de avaliação na perspectiva da concepção diagnóstica pressupõe: -conceber a avaliação como parte constitutiva da vida humana, portanto, inerente à produção histórica e social do homem; - garantir a avaliação contínua e permanente com o objetivo de corrigir os rumos, aperfeiçoar os procedimentos e superar os problemas detectados no processo Ensino - Aprendizagem;

3 - compreender o educando enquanto sujeito do processo e não apenas como objeto da avaliação, ou seja, estabelecer o compromisso ético - político entre educando e educador na realização do trabalho pedagógico; - Apropriar - se da cultura em seus aspectos histórico- sociais, superando a visão reducionista de aquisição do conhecimento;

4 - assumir o caráter diagnóstico da avaliação como instrumento de compreensão da aprendizagem, tendo em vista a definição de encaminhamentos e medidas que privilegiem a transformação da ação docente, superando os meros aspectos classificatórios;

5 - compreender a auto-avaliação enquanto processo que sintetiza o constante desenvolvimento da personalidade, da autonomia e da auto- consciência em relação aos progressos e dificuldades, tanto do professor quanto do aluno;

6 -reconhecer que a qualidade ensino- aprendizagem decorre das relações de interdependência entre os processos avaliativos da aprendizagem e a avaliação institucional; - assumir a concepção de avaliação na perspectiva da aprendizagem dos alunos, com vistas à superação da idéia de aprovação / reprovação;

7 -adotar a aprendizagem como elemento estruturante da prática docente; - garantir ao educando a apropriação do conhecimento científico, entendendo que a função social da escola pressupõe a socialização deste conhecimento na perspectiva de sua reelaboração;

8 - respeitar os diferentes rítmos de aprendizagem do aluno, a partir da compreensão e utilização de diferentes estratégias de ensino e práticas avaliativas emancipatórias;

9 - superar a organização do ensino por etapas, assumindo uma concepção dialética de aprendizagem.

10 Portanto, a aprendizagem de qualidade de todas os alunos, a partir da reorganização do tempo e espaço requer: - a construção coletiva dos diversos níveis de planejamento: Do Projeto Político- Pedagógico à Proposta Pedagógica, do Plano de Trabalho Docente ao Plano de Ação da escola

11 -a efetivação de uma política de formação continuada no âmbito individual e coletivo, com vistas a superar as lacunas da formação inicial; - compromisso ético e político do professor e dos demais profissionais com a aprendizagem do aluno;

12 -garantir espaços físicos, materiais pedagógicos e equipamentos, considerando as necessidades educacionais específicas e a diversidade cultural; - o fortalecimento das relações entre a Instituição de Ensino e as famílias e/ ou responsáveis pelos alunos;

13 -garantia de que a Instituição de Ensino elabore, implemente e avalie coletivamente seu Projeto Político - Pedagógico, considerando os interesses e as necessidades da população atendida pelo Colégio; - garantir a reorganização da arquitetura escolar readequando às necessidades do próprio processo educativo, nas suas dimensões pedagógicas e administrativas.

14 QUESTÕES A SEREM CONSIDERADAS a comunicação dos resultados aos alunos a realização imediata da recuperação de estudos abordagem da totalidade dos conteúdos trabalhados, utilizando diferentes instrumentos em diferentes momentos acompanhamento rigoroso da freqüência do aluno às aulas.

15 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AZEVEDO, José Clóvis de. Escola Cidadã; desafios, diálogos e travessias. Petrópolis, RJ: Vozes,2000. VEIGA, Ilma Passos A (Org) Projeto Político- Pedagógico da Escola:uma construção possível. Campinas,SP:Papirus,1995. VEIGA, Ilma passos A. e REZENDE,Lúcia Maria G. de.(Org.) Escola:Espaço do Projeto Político- Pedagógico. Campinas,SP:Papirus,1998. PARO, V. H. Reprovação escolar: renúncia à educação. SP: Xamã, 2001.


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