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2013.1. Planejar e controlar a produção são atividades extremamente operacionais, que finalizam um ciclo de planejamento mais longo que se iniciou com.

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1 2013.1

2 Planejar e controlar a produção são atividades extremamente operacionais, que finalizam um ciclo de planejamento mais longo que se iniciou com o planejamento da capacidade e a fase intermediária com o planejamento agregado.

3 Os objetivos do planejamento da produção são: permitir que os produtos tenham a qualidade especificada; fazer com que máquinas e pessoas operem com os níveis desejados de produtividade; reduzir os estoques e os custos operacionais; manter ou melhorar o nível de atendimento ao cliente.

4 As atividades de produção podem ser decompostas em duas partes: técnica – que executa as tarefas suporte – a gerencial O PCP se insere na parte de suporte onde projeta o que deve ser feito, acionando, e após exercendo os devidos controles, sendo definido como a atividade de fazer planos para orientar a produção e servir de guia para seu controle.

5 Então, o planejamento, programação e controle da produção são um conjunto de funções inter-relacionadas que objetivam comandar o processo produtivo e coordená-lo com os demais setores administrativos da empresa (Zaccarelli, 1986).

6 É responsável pela mobilização dos recursos necessários à fabricação dos produtos, estando nele centralizado todo o processo decisório de planejamento e controle da produção. Funciona como órgão de assessoria à gestão de produção, exercendo influência funcional sobre a área de fabricação.

7 Contudo, embora raro, nada impede que o PCP pertença à linha na estrutura organizacional. Neste caso, exerce um comando direto sobre os setores produtivos, deixando de funcionar como assessoria.

8 Planejar a produção envolve inicialmente a alocação de carga, que é a distribuição das operações pelos vários centros de trabalho. Em seguida, dadas diversas operações, aguardando processamento em um centro qualquer, o planejamento da produção envolve também o processo de determinar a ordem na quais essas operações serão realizadas.

9 Controlar a produção significa assegurar que as ordens de produção serão cumpridas da forma certa e na data certa. Para isso, é preciso dispor de um sistema de informações que relate periodicamente sobre: material em processo acumulado nos diversos centros, o estado atual de cada ordem de produção, as quantidades produzidas de cada produto, como está a utilização dos equipamentos etc.

10 Toda a atividade do PCP tem início a partir da previsão de vendas. De posse dos pedidos ou da previsão de demanda elaborada e encaminhada pela área comercial (ou marketing), o PCP determina o que, quanto, como, onde, com quem e quando produzir, além de controlar todas as fases, medindo o desempenho do processo: máquinas, pessoas e insumos. Além disso, acompanha o abastecimento de material, feito pelo setor de suprimentos, e controla o material em processo

11 O PCP age antes, durante e após o processo produtivo: Antecedem e criam condições para a produção: planejando ações sobre o produto/processo, materiais; Promove o ato de produzir: aciona as unidades produtivas através da sua capacidade de coordenação ; Sucede o ato de produzir: através do exercício dos controles. Material em processo representa a matéria-prima com trabalho iniciado e não concluído, e que está aguardando a realização de uma tarefa adicional.

12 Ele é um sistema processador de informações, ou seja, um sistema que determina os rumos da produção e a acompanha, exercendo os respectivos controles. Planejamento, programação e controle da produção determina o que vai ser produzido, quanto, como, onde, por quem e quando.

13 Existem várias formas de conduzir o planejamento, programação e o controle da produção, devido ao fato de existirem diversos tipos de produção, diferentes tipos de indústrias, exigências dos mercados, o dinamismo dos setores. Por isso mesmo, algumas das funções do PCP podem nem mesmo estar abrigadas dentro do setor da produção em uma organização. Porém elas ligam-se entre si e deverão subsidiar a produção.

14 O que, como e quanto – dizem respeito a horizontes longos e por isso fazem parte do planejamento. Para o dia-a-dia da produção – estabelece-se quanto (precisamente a cada período), com que materiais, onde, por quem e quando acontecerá, ou seja, a programação da produção. Ao controle compete a verificação de todas as atividades e etapas, comparando o que foi realizado com o projetado, adotando medidas necessárias para a correção dos desvios, ou seja, o que resultou.

15 O que produzir? A pergunta necessária ao planejamento da produção, onde se define o projeto do produto, que contém as informações técnicas – dimensões, tolerâncias, descrições de cores e acabamentos, matéria-prima, desempenho entre outros. Como produzir? Descrição do processo da produção, ou seja, detalhamento da sequencia das etapas, das máquinas utilizadas, dos acessórios e ferramentas e o tempo.

16 Quanto produzir ? Observa-se as possíveis restrições, tais como: capacidade (máquinas, pessoal, financeira); mercado (o que o consumidor deseja) e as decisões estratégicas. Onde/ Por quem/ Com que materiais e Que quantidade? Necessita de dados sobre o parque fabril, tais como: descrição do maquinário, capacidade, localização, fluxo de materiais, consumo de matéria-prima, cronograma de manutenção e carga alocada.

17 Quando/ Em que sequencia? Decorrência da distribuição de ordens/tarefas, onde o cliente impõe datas de entregas, ou há questões financeiras ou técnicas que determinam limites de tempo para fabricar determinado produto. O que resultou? Controlar implica em tomar informações sobre a produção, processá- las e adotar medidas corretivas.

18 Projeto do produto e do processo – define exatamente o que vai ser produzido, detalhando o produto através de desenhos, especificações, características (desempenho, cor, cheiro etc) e roteiros, que descrevem como o produto será elaborado. Definições de quantidades a produzir - depende da demanda e da capacidade produtiva do sistema.

19 Definição das quantidades de produtos finais – é o ponto de partida da programação. Cada tipo que precisa ser produzido e até quando estarão disponíveis. Cálculo das necessidades de material – corresponde aos materiais, peças e matérias-primas. Definição de prazos, capacidades e ajustes – existem prazos nas etapas intermediárias do processo produtivo e conseqüente necessidade de capacidades específicas.

20 Liberação das ordens – após os procedimentos anteriores deve-se determinar que a produção se inicie, através de uma ordem de produção. Controle – é um procedimento de acompanhamento, onde se compara o que esta acontecendo com o que foi programado.

21 Na visão de Martins (1993), "o objetivo principal do PCP é comandar o processo produtivo, transformando informações de vários setores em ordens de produção e ordens de compra - para tanto exercendo funções de planejamento e controle - de forma a satisfazer os consumidores com produtos e serviços e os acionistas com lucros".

22 Para atingir estes objetivos o PCP reúne informações vindas de diversas áreas do sistema de manufatura. A figura a seguir relaciona as áreas e as informações fornecidas ao PCP

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24 Russomano (1995) considera o PCP um elemento decisivo na estratégia das empresas para enfrentar as crescentes exigências dos consumidores por melhor qualidade, maior variação de modelos, entregas mais confiáveis. Por isso, a necessidade de se buscar uma maior eficiência nos sistemas de PCP.

25 Zacarelli (1979) afirma que dificilmente se encontra, na prática, dois sistemas de Planejamento e Controle da Produção iguais. Os principais fatores responsáveis por esta diferenciação são : tipo de indústria, tamanho da empresa e diferenças entre estruturas administrativas.

26 No entanto, independente do sistema de manufatura e estrutura administrativa, um conjunto básico de atividades de PCP deve ser realizado. Estas atividades são necessárias para a consecução dos objetivos do PCP, mas não necessariamente deverão estar todas sendo executadas numa área específica. Isto dependerá da configuração organizacional adotada pelo sistema de manufatura (Martins / 1993).

27 A figura a seguir ilustra as atividades de PCP mais facilmente encontradas e executadas. As atividades devem ter uma hierarquia, isto é, devem ser executadas segundo uma ordem. No entanto, Gelders e Wassenhove (1982) lembram que o uso dessa abordagem requer cuidados para não se incorrer em sub-otimização.

28 Silver & Peterson (1985) estabelecem três níveis hierárquicos para o PCP : Nível Estratégico (longo prazo); Nível Tático (médio prazo); Nível Operacional (curto prazo)

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30 Por princípios operativos podemos entender como a classificação das formas tradicionais de comandar a produção, que é o princípio de empurrar, o princípio de puxar e o princípio de orientação pelo gargalo.

31 De puxar: o processo é desencadeado regressivamente, isto é, puxado pelo consumidor cliente. De empurrar: é a forma tradicional da produção, onde o sistema age progressivamente, a partir do surgimento da necessidade de produzir, iniciando pela obtenção de materiais, sendo que os demais passos ocorrem sucessivamente até a montagem do produto final.

32 De orientação pelo gargalo: é utilizado o OPT (Optimized Production Technology" - Tecnologia de Produção Otimizada), onde o sistema de produção é gerenciado pelos seus recursos críticos (gargalos). A programação se dá em função da capacidade do gargalo, e é feita deste para trás, e, também, deste para frente.


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