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PLANEJAMENTO INSTRUCIONAL Tecnologia Educacional Leonides da Silva Justiniano.

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Apresentação em tema: "PLANEJAMENTO INSTRUCIONAL Tecnologia Educacional Leonides da Silva Justiniano."— Transcrição da apresentação:

1 PLANEJAMENTO INSTRUCIONAL Tecnologia Educacional Leonides da Silva Justiniano

2 Mini Currículo Graduado em Filosofia Graduado em Teologia Especialista em Psicopedagogia Mestre em Educação Doutor em Educação Doutorando em Ciências Sociais Docente do Centro Universitário de Lins Coordenador de Pesquisas do CTGIM (FPTE) Pesquisador de Grupos de Pesquisa da Unesp (Marília)

3 Objetivos Gerais – Capacitar o discente a compreender o processo do planejamento instrucional em toda e cada uma de suas etapas; – Aparelhar o discente para a elaboração do planejamento das ferramentas de ensino em seus vários níveis, do institucional ao operacional em sala de aula.

4 Específicos – Discutir os fundamentos legais do planejamento didático-pedagógico; – Analisar as possíveis ferramentas a serem utilizadas no processo de planejamento instrucional; – Capacitar no planejamento, uso e avaliação do processo instrucional e seus recursos didáticos e pedagógicos.

5 O processo de planejamento do ensino O profissional da educação pode se arrogar o relativo controle – dentro do processo educacional – dos aspectos e condições referentes ao ensino. Dois destaques: – controle relativo – restrição às atividades/práticas de ensino

6 O docente e a instituição podem colocar condições que favoreçam as atividades de ensino: que consiste na apresentação de ferramentas e fundamentos propícios à construção de saberes específicos. Tais saberes, contudo, só poderão ser construídos pelos próprios sujeitos, no caso, os estudantes.

7 Conforme já se pretendeu demonstrar em múltiplas ocasiões anteriores, muitos são os fatores que interferem nos dois âmbitos do processo educativo: o ensino e a aprendizagem. Donde a importância do planejamento, que consiste, sobretudo, na elaboração de um itinerário que contemple todas as etapas e recursos necessários para se atingir os objetivos determinados.

8 AVALIAÇÃO Mas... Aí vem uma dúvida atroz: como saber se os resultados desejados – as METAS, os OBJETIVOS - foram alcançados??

9 Avaliação e Planejamento Instrucional O que deve ficar claro para nós é que estamos dentro de um processo de discussão dos benefícios da tecnologia quando aplicada à educação. Não buscamos ser, exclusivamente, profissionais da informática, ou especialistas em computação, ou tecnocratas...

10 Nossa preocupação não deve ser o computador, em si mesmo.

11 No Planejamento Instrucional importa discutir o lugar e a importância – o significado – do uso da tecnologia enquanto ferramenta auxiliar na instrução, no percurso, então, do ensino que facilitará a aquisição ou construção da aprendizagem por parte do estudante.

12 O planejamento instrucional vai encontrar um importante aliado na avaliação (contínua e final). O que exige: – Objetivos claros – Metas – Critérios – Indicadores

13 O processo de avaliação O objetivo A inadequação na formulação dos objetivos dificulta a elaboração de um plano adequado, favorecendo a aquisição de um aprendizado que não corresponde ao que é desejado. É imprescindível destacar que é mediante a formulação dos objetivos para cada disciplina que se define o conteúdo a ser ministrado, a determinação das estratégias de ensino, a seleção de recursos instrucionais, como também das técnicas de avaliação.

14 A Aprendizagem A aprendizagem pode ser definida como uma modificação sistemática do comportamento, por efeito da prática ou experiência, com um sentido de progressiva adaptação ou ajustamento (CAMPOS, 1987, p. 30).

15 Aprendizagem: processo interno Docente: necessita certificar-se de sua ocorrência... Ou não! O professor pode observar o comportamento do aluno a fim de verificar se ocorreram modificações ou não no desempenho do aprendiz.

16 A constatação ou não de alterações no desempenho do aprendiz é tremendamente facilitada quando o docente tem a seu dispor um adequado planejamento instrucional que contemple previamente os objetivos de aprendizagem a serem alcançados no decorrer do planejamento de ensino.

17 Imparcialidade da avaliação

18 Mager (1978) afirma que o planejamento instrucional é uma ferramenta didática composta por cinco etapas que se complementam e se interinfluenciam. Ao educador o planejamento instrucional permite o estabelecimento dos objetivos de aprendizagem, da seqüência do ensino, do desenvolvimento das estratégias e dos meios instrucionais como também da escolha e fixação dos critérios de avaliação.

19 Objetivos da Aprendizagem Sequência do Ensino Desenvolvimento das Estratégias Desenvolvimento dos Meios Instrucionais Determinação dos Critérios de Avaliação

20 As taxonomias ou classificações dos resultados ou objetivos educacionais são exemplos de conhecimentos técnicos que facilitam o planejamento, a execução e a avaliação das ações voltadas à aprendizagem.

21 Um dos objetivos primeiros da classificação e hierarquização de resultados de aprendizagem é a elaboração de objetivos instrucionais em conformidade com a natureza e o grau de complexidade das habilidades a serem aprendidas, o que favorece na escolha dos meios e das estratégias instrucionais, no estabelecimento dos critérios de avaliação, na retenção e transferência de aprendizagem (aplicação do aprendido).

22 ATENÇÃO!! Se não houver a formulação dos objetivos instrucionais, por incrível que pareça, os esforços do professor podem ser em vão. Na falta de objetivos ou na formulação inadequada deles, não há uma base sólida para a seleção ou o planejamento dos métodos materiais ou conteúdos de aprendizagem.

23 O objetivo útil é aquele que especifica ou determina o que o aluno deve ser capaz de fazer ou pensar para demonstrar domínio do objetivo proposto, ou seja, é aquele que descreve um desempenho que será aceito como evidência de que o aluno alcançou o êxito daquilo que era proposto pelo profissional da educação (MAGER, 1976).

24 Dentro dessa conjuntura é que se sobressai a AVALIAÇÃO como um processo de verificação da eficácia do plano de educação proposto.

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29 Mais que complicadores e fatores de engessamento do processo educacional, o planejamento instrucional e os mecanismos de avaliação constituem-se em garantias de que a proposta educativa tem grandes chances de se concretizar.

30 Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória obtida sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo perderá todas as batalhas. Sun Tzu, A arte da guerra

31 Referências Bibliográficas CASAS, Luís Alberto Alfaro. Contribuições para a modelagem de um ambiente inteligente de educação baseado em realidade virtual. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção). Universidade Federal de Santa Catarina: Florianópolis, FUSARI, José Cerchi. O planejamento do trabalho pedagógico: algumas indagações e tentativas de resposta. GOLDBERG, Maria Amélia Azevêdo. Avaliação e planejamento educacional: problemas conceituais e metodológicos. LUCENA, Marisa. Diretrizes para a capacitação do professor na área de tecnologia educacional: critérios para a avaliação de software educacional. (Paper). MINGUILI, M. G.; DAIBEM, A. M. L. Projeto pedagógico e projeto de ensino: um trabalho com os elementos constitutivos da prática pedagógica. (Paper). PORTAL EDUCAÇÃO. Programa de educação continuada a distância: curso de avaliação educacional. S. l.: s.n., sd. 4 v. SILVA, Alexandre de Paula. A relevância da elaboração dos objetivos instrucionais. In: revista Facitec, v.3, n.1, dez


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