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ASPECTOS NUTRICIONAIS E TÉCNICOS NA ÁREA CLÍNICA 5º período UCB.

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Apresentação em tema: "ASPECTOS NUTRICIONAIS E TÉCNICOS NA ÁREA CLÍNICA 5º período UCB."— Transcrição da apresentação:

1 ASPECTOS NUTRICIONAIS E TÉCNICOS NA ÁREA CLÍNICA 5º período UCB

2 Campos de atuação do nutricionista Nutrição clínica Indústrias de alimentos Saúde coletiva Área esportiva Alimentação coletiva Docência –Objetivo comum = prevenção e controle da saúde

3 Atuação do profissional em nutrição clínica Para atingir o objetivo o nutricionista deve: –1) Conhecer a realidade sócioeconômico- político-cultural da clientela- alvo da região de atuação Aprendizado generalizado e reciclagem constante –2) Conhecimento adequado e atualizado dos aspectos fisiopatológicos e nutricionais envolvidos na história da moléstia atual, antecedentes médicos e familiares do paciente, assim como o histórico psicossocial desse indivíduo e de seus cuidadores.

4 Atuação do profissional em nutrição clínica 3)Planejar estratégias de avaliação Prescrição/ingestão de medicamentos Interação droga ou fármaco-nutriente Produção de um desequilíbrio de nutrientes pela ação medicamentosa ou quando um efeito farmacológico é alterado pela ingestão alimentar escolha adequada dos horários das refeições

5 Atuação do profissional em nutrição clínica 4) Proceder ao inquérito alimentar(AN) Hábitos culturais e alimentares do paciente e sua família( preferências, intolerâncias, aversões e tabus alimentares e significados afetivos dos alimentos) inadequações, possíveis correlações com o diagnóstico clínico e favorecer a educação alimentar planejamento e orientações dietéticas

6 Atuação do profissional em nutrição clínica Educação alimentar ou aconselhamento nutricional –Processo onde os indivíduos são efetivamente orientados a selecionar e seguir comportamentos alimentares e de estilo de vida desejáveis, resultando em complementação de conhecimentos, mas principalmente, em mudanças de práticas e comportamentos. –Toda intervenção nutricional implica em prevenção e/ou controle de agravos, em promoção de uma vida mais saudável, conduzindo ao bem – estar geral do indivíduo, evitando novas internações. –PORÉM

7 Atuação do profissional em nutrição clínica

8 5) Avaliar o estado nutricional (EN) –Métodos objetivos e subjetivos 6) Iniciar a Intervenção Nutricional com o cálculo das necessidades nutricionais do paciente e quanto ele receberá de nutrientes, escolher a via de acesso, consistência e fracionamento da dieta. Planejar a dieta 7) Viabilizar a elaboração e a distribuição adequada da dieta planejada junto com a alimentação institucional (segurança alimentar e nutricional) 8) Acompanhar a distribuição aceitação do paciente

9 Atuação do profissional em nutrição clínica 9) As intervenções devem ser monitoradas e o cumprimento das metas avaliado com freqüência - Rever e replanejar se necessário Quando os objetivos não estão sendo alcançados ou surgirem novas necessidades, o processo começa novamente com a reavaliação, a identificação de novos diagnósticos nutricionais e formulação de um novo plano de cuidados nutricionais. Garantir o bom estado nutricional Imprescindível para a recuperação do estado nutricional

10 Atuação do profissional em nutrição clínica 10) Participar da equipe multidisciplinar de terapia nutricional. –Assim o nutricionista clínico é o profissional que define e prescreve a dieta

11 Atuação do profissional em nutrição clínica Três níveis de assistência nutricional –Primário Pacientes que não necessitam de dietoterapia específica e sem risco nutricional –Secundário Pacientes que necessitam de dietoterapia específica ou apresentam algum risco nutricional –Terciário Pacientes que contemplam os dois critérios, ou seja, necessitam de dietoterapia específica para tratamento de suas afecções e apresentam fatores de risco nutricional

12 Atuação do profissional em nutrição clínica Risco nutricional –Baixa aceitação da dieta –Dieta restrita –Terapêutica clínica empregada Quimioterapia, Radioterapia, Diálise... –Desvios do EN de eutrofia –Tempo de permanência hospitalar –Queixas sobre o TGI –Faixa etária –etc

13 Atuação do profissional em nutrição clínica Quanto mais precoce a detecção desses fatores, melhores os resultados, recuperação e alta Quanto maior o número de fatores de risco nutricional, mais difícil a intervenção e o prognóstico 25 a 50% dos pacientes são desnutridos pregressos, colaborando junto com os fatores de risco nutricional para o aumento da prevalência da desnutrição intra- hospitalar

14 Atuação do profissional em nutrição clínica Assim, é importante saber sobre o paciente: –Peso habitual –Peso atual –Estatura –Perda de peso x tempo –Exame físico Palidez, edema, icterícia... –Bioquímico Para a obtenção de diagnóstico nutricional mais acurado e para o planejamento nutricional adequado

15 Atuação do profissional em nutrição clínica Exercício profissional é regido pela RESOLUÇÃO CFN N o 380/05 (1) –Atribuição do nutricionista – CRN –Compete ao Nutricionista, no exercício de suas atribuições em Nutrição Clínica, –Parágrafos: –1.1.2.Elaborar o DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL, com base nos dados clínicos, bioquímicos, antropométricos e dietéticos (avaliação nutricional); –1.1.3.Elaborar a prescrição dietética, com base nas diretrizes do diagnóstico nutricional; a avaliação do estado nutricional é o pré-requisito necessário na prescrição dietética adequada

16 Atuação do profissional em nutrição clínica Anexo à resolução CFN nº 304/2003 (2) –Dispõe sobre critérios para prescrição dietética na área de nutrição clínica e dá outras providências: 1. Alteração da Ingestão Alimentar –Quantidade, Qualidade, Consistência, N o de Refeições 2. Avaliação da Tolerância Digestiva –Duração, Intensidade e Frequência 3. Antropometria –Grau de perda não intencional de peso é considerado o melhor elemento preditivo de risco nutricional, conforme OMS Capacidade Funcional 5. Avaliação Bioquímica 6. Exame Físico

17 Atuação do profissional em nutrição clínica Anexo à resolução CFN nº 306/03 (3) –Dispõe sobre critérios para Solicitação de exames laboratoriais E também pelo Código de Ética Profissional (4) Acima de tudo respeito pelo paciente = humanização

18 Atendimento Nutricional Domiciliar (Home Care) Tipos de atendimento, além do atendimento hospitalar/ambulatorial; Home Care –Planejar e estruturar a assistência nutricional domiciliar, para pacientes portadores de patologias crônicas e invalidantes e/ou doenças terminais, associada ou não ao trabalho em equipe multiprofissional, também busca melhorar e/ou manter o estado nutricional, contribuindo na qualidade de vida. –As atividades desenvolvidas compreendem: diagnóstico nutricional e dietético; ações educativas na área de nutrição e alimentação; prescrição alimentar e avaliação dos efeitos das condutas adotadas.

19 Atendimento Nutricional Domiciliar (Home Care) Os benefícios são: - Redução de custos assistenciais, -Retorno do paciente ao convívio familiar, em ambiente confortável e com maior privacidade, -Oferecer um tratamento mais humanizado favorecendo o fator psicológico reduzindo consequentemente, o tempo de recuperação/reabilitação do paciente, -Garantir conforto ao paciente, continuidade do tratamento instituído a nível hospitalar e o acompanhamento multiprofissional, -Redução dos riscos inerentes à internação hospitalar, -Otimização do uso de leitos hospitalares.

20 Atendimento Nutricional Domiciliar (Home Care) A atuação do nutricionista não se limita somente à orientação quanto, a oferta de alimentos, mas também, ao acompanhamento e aconselhamento nutricional necessários, sendo que a complexidade do atendimento será determinada pela: patologia de base e/ou associadas, que podem causar alterações no comportamento alimentar como, por exemplo, –antibioticoterapia, traqueostomia, ou a utilização de cateteres nasoenterais ou ostomias como via de alimentação, bem como a presença de transtornos da deglutição, digestão e absorção dos alimentos e nutrientes, como disfagia, odinofagia, náuseas e vômitos. NÃO APENAS EM HOME CARE

21 Atendimento Nutricional Domiciliar (Home Care) Um outro atendimento que pode ser considerado na área de nutrição é o Personal Diet - que consiste praticamente na reeducação alimentar e dietas, onde os nutricionistas orientam para reeducação alimentar com cardápios personalizados e receitas lights, com calorias e nutrientes de acordo com cada indivíduo/família.

22 Atuação do profissional em nutrição clínica Após a avaliação do estado nutricional, os diagnósticos nutricionais são identificados, priorizados e documentados no prontuário. –Um Diagnóstico Nutricional inclui identificação do problema, etiologia e sinais/ sintomas em uma declaração simples e clara. Todos os dados devem ser anotados em uma ficha exclusiva para cada paciente e documentados no prontuário do paciente.

23 Documentação: O Prontuário do Cuidado Nutricional O Tratamento nutricional ou Cuidado nutricional deve ser documentado no prontuário do paciente. O Prontuário clínico é um documento legal. Se as intervenções não forem registradas, presume-se que elas não ocorreram. A documentação oferece as seguintes vantagens: Assegura que o cuidado nutricional será relevante, completo e eficaz, fornecendo um registro que identifica problemas e estabelece critérios para a avaliação do atendimento. Possibilita que toda a equipe de saúde compreenda o fundamento do cuidado nutricional, o meio pelo qual ele será prestado, bem como o papel que cada membro da equipe deve desempenhar para reforçar o plano e garantir seu sucesso.

24 Diretrizes gerais para Documentação (Prontuário) Todas as entradas devem ser escritas em caneta preta ou azul e/ou digitadas; A documentação deve ser: completa, clara, concisa, objetiva, legível e precisa; As anotações devem conter data, hora e serviço. Cada página deve incluir o nome do paciente e o número de registro no hospital; As anotações devem ser em ordem cronológica e devem ser consecutivas; A 1ª palavra de cada declaração deverá ser com letra maiúscula, com pontos finais no final de cada pensamento. Frases completas não são necessárias, mas a gramática e a ortografia devem ser corretas;

25 Diretrizes gerais para Documentação (Prontuário) Todas as anotações devem ser coerentes e não contraditórias; Todas as anotações devem ser assinadas no final e devem incluir credenciais. Ninguém deve registrar ou assinar o prontuário por outra pessoa; As opiniões pessoais ou comentários criticando ou lançando dúvidas sobre o profissionalismo de outras pessoas nunca devem ser incluídas no prontuário; A documentação deve ser feita no momento do procedimento ou serviço real. As anotações nunca devem ser feitas antes de uma tarefa ser executada; Registros tardios devem ser identificados como tais, incluindo a data e a hora em que deveriam ser registrados.

26 Diretrizes gerais para Documentação (Prontuário) As anotações no prontuário devem ser sempre legíveis. Ao corrigir um erro, NUNCA: - Use corretivo branco, fita corretiva ou etiquetas auto- adesivas; - Apague uma anotação com uso de um pincel grosso ou riscos de caneta; - Adicione notas após o fato sem autenticar, datar e fazer referência à anotação inicial original com precisão; - Remova o original e substitua-o por uma cópia.

27 Diretrizes gerais para Documentação (Prontuário) Os pequenos erros podem ser corrigidos riscando o erro com uma única linha, entrando com a correção e rubricando e datando a correção; Se houver omissão acidental de informações, escrever ver adendo na anotação original, adicionar a data e rubricar, e escrever o adendo no prontuário, identificando como um adendo, com data e hora da entrada original.

28 Adesão ao tratamento Como promover a aderência às orientações nutricionais –Desenvolver um relacionamento estreito, de confiança e de longo prazo. De preferência o mesmo profissional em cada consulta. –Avaliar os pensamentos e sentimentos do indivíduo sobre as orientações nutricionais. –Manter contato, agendar uma série de consultas para assegurar o uso de estratégias apropriadas à mudança de comportamento

29 Adesão ao tratamento Cont. –Ser positivo. Enfatizar alimentos que o cliente pode comer, incluindo seus preferidos, antes de abordar as restrições –Valorizar o sabor, fornecer dicas fáceis para melhorá-lo –Evitar sobrecarga de informações. Uma mudança pode ser complexa. Concentrar-se nas informações mais importantes e relevantes, baseadas no seu estilo de vida

30 Adesão ao tratamento Cont. –Estabelecer prioridades. Auxiliar a estabelecer objetivos claros, alcançáveis e de curto prazo. Com cada êxito trabalhar junto para aumentar o número e a complexidade dos objetivos –Pedir ao cliente que repita os objetivos e estratégias para se certificar que houve compreensão por parte do cliente –Entregar material escrito –Medir o sucesso, realizar periodicamente a avaliação nutricional e metabólica e relatar o sucesso ao cliente –Buscar apoio se necessário, dos familiares, amigos e outros profissionais, até mesmo de grupos de apoio.

31 Intervenção nutricional As dietas terapêuticas baseiam-se em uma dieta geral, adequada, que tenha sido modificada, quando necessário, para atender as necessidades individuais, como a capacidade digestiva e de absorção, alívio ou detenção de um processo de doença e fatores psicossociais. A Dietary Reference Intakes (DRI), Ingestão dietética de referência, e a Recommended Dietary Allowances (RDA), Cota dietética recomendada de nutrientes específicos, são formulados para pessoas saudáveis, mas elas também são utilizadas como base para avaliar a adequação das dietas terapêuticas. As necessidades nutricionais específicas para a constituição genética, estado da doença ou distúrbio de uma determinada pessoa devem ser mantidas em mente durante o planejamento da dieta.

32 Prescrição Nutricional ou de Dieta Designa o tipo, a quantidade, a freqüência e a via de ingestão dos alimentos incluindo as necessidades calóricas diárias, protéicas, de carboidratos e lipídeos. Pode também limitar ou aumentar vários nutrientes (vitaminas, minerais, álcool, fitonutrientes, fibras e água) tudo com base no processo de doença do indivíduo e nas metas de tratamento da doença. É necessário acompanhamento diário do paciente verificando a aceitabilidade da dieta prescrita, suas possíveis intercorrências e modificações necessárias

33 Vias de administração e consistências das dietas Nutrição via Oral –Indicações: Manter ou recuperar o EN; Nível de consciência: o paciente deve estar lúcido e orientado; TGI: deve estar funcionante (apetite, mastigação, deglutição, peristaltismo, absorção/excreção). –Contra-indicações: Necessidades nutricionais que não estão sendo supridas pela via oral; Nível de consciência: desorientação, torpor ou coma; Trato gastrointestinal: presença de alterações, como hiporexia ou anorexia, traumatismos de oro-faringe, ausência de peristalse e vômitos ou diarréias incontroláveis. NESTES CASOS OPTAREMOS PELAS VIAS ENTERAL E/OU PARENTERAL

34 Vias de administração e consistências das dietas Variações da nutrição via oral: –Alterações químicas – modificação dos nutrientes. Ex.: dieta hiperprotéica ou hipoprotéica, dieta hipoglicídica, dieta hipossódica, dieta hipolipídica, dieta sem resíduo ou constipante, dieta laxativa ou rica em resíduo. –Alterações físicas – modificação na consistência. Ex.: dieta normal, dieta branda, dieta pastosa, dieta semi-líquida e dieta líquida; e suas adaptações como por exemplo dieta pastosa hipossódica com arroz da dieta branda

35 Dietas hospitalares padrões: Geral: Também chamada de 4.ª dieta, dieta padrão,dieta livre ou normal. –Finalidade: fornecer calorias e nutrientes em quantidades adequadas para a manutenção da saúde. –Características: é uma dieta suficiente, completa, harmônica, adequada e sem qualquer tipo de restrição. Valor calórico ~ 2500 Kcal/dia.

36 Dieta geral Preparações indicadas: Folhosos: crus ou cozidos; Carnes: assadas, cozidas, grelhadas ou fritas; Legumes: crus ou cozidos (vapor, forno, refogados ou fritos); Frutas: cruas, cozidas, assadas, em pasta ou sucos; Pastelaria: ao forno ou frito; Bolo: confeitado ou simples; Sorvete: fruta ou cremosos; Sopas: legumes, massas, farinhas, cereais, leguminosas ou com carnes. Evita-se excesso de gordura, colesterol, açúcar e sal.

37 Dietas hospitalares padrões: Branda: Pode ser chamada de 3.ª dieta ou dieta de transição. –Finalidade: facilitar a ingestão e digestão, pobre em resíduos, utilizada também para pacientes com poucos dentes. –Características: alimentos modificados pela cocção, exceto frutas muito maduras, sucos de fruta ou vegetal. Valor calórico ~ 2000 a 1800 Kcal/dia. –Restrições: alimentos crus ou com consistência endurecida, frituras, temperos fortes, confeitos e alimentos que produzam flatulência.

38 Dieta Branda Preparações indicadas: Folhosos e legumes: cozidos (vapor, forno ou refogados); Carnes: assadas, cozidas ou grelhadas; Legumes: cozidos (vapor, forno, refogados ou fritos); Frutas: cozidas, assadas, em pasta, em compota. Pastelaria: forno; Pães macios, torradas, biscoitos (sem recheios); Bolo: simples (sem confeitos); Sorvete: simples (sem coberturas); Sopas: todas; Óleos e gorduras: para cocção e não frituras; Molhos simples e temperos leves. Consistência normal Frituras excluídas

39 Dietas hospitalares padrões: Pastosa: Pode ser chamada de 2.ª dieta ou dieta de transição. –Finalidade: favorecer a digestibilidade prejudicada por causas mecânicas, como falta de dentes, dificuldades de deglutição, insuficiência respiratória, etc. Mínimo de mastigação, fácil trânsito e digestibilidade. –Características: dieta com teor de fibra e resíduos diminuídos e modificados pela cocção. Valor calórico ~ 1800 a 1500 Kcal/dia.

40 Dieta Pastosa Preparações indicadas: Folhosos e legumes: bem cozidos (vapor, forno ou refogados), purê, creme ou suflê; Arroz papa, feijão liquidificado Carnes: moída ou desfiada; Frutas: cozidas, assadas, em purê ou sucos; Pães macios, torradas ou biscoitos amolecidos; Leite e derivados: queijos cremosos, iogurte e leites enriquecidos; Cereais e leguminosas: bem cozidos; Sobremesas: pudim, flan, gelatina, doces em pasta, ou em calda, geléia, sorvete simples, arroz doce, etc.

41 Dietas hospitalares padrões: Semi-líquida: –Finalidade: fornecer alimentação que dê repouso digestivo ou quando os alimentos sólidos não são bem tolerados. –Características: a base da dieta é líquida, agregando alimentos sólidos para espessar ou enriquecer. Exclui a mastigação, fácil deglutição e digestibilidade. Contém pouco resíduo e diminui a formação de bolo fecal. É necessário aumentar o número de refeições.

42 Dieta Semi-líquida Preparações indicadas: Sucos de frutas ou vegetais; Caldo de carnes ou vegetais; Água e infusos: chá, mate ou café; Leite, iogurte ou coalhada; Legumes: purê (mais dissolvido); Frutas: em papas, purê ou liquidificadas; Sopas: espessas, liquidificadas ou cremes; Sorvetes, gelatinas, pudins ou cremes. Feijão liquidificado, arroz papa Carnes liquidificadas ou desfiadas Gelatina, doces em pasta

43 Dietas hospitalares padrões: Líquida completa: Pode ser chamada de 1.ª dieta ou dieta de transição. –Finalidade: facilitar o trabalho digestivo, mastigação e deglutição. Em caso de total disfagia, úlceras orais ou digestivas, pacientes altamente debilitados ou desidratados. Em algumas situações podem ser sugadas com auxílio de canudos ou oferecidas em seringas Há necessidade de melhorar o paladar e aumentar as calorias. –Características: são pobres em resíduos, fracionadas de 2/2 ou 3/3 horas e com volume de ~ 200 ml.

44 Dieta líquida Preparações indicadas: Sopas liquidificadas, sopas cremes Vitaminas Mingaus Sorvetes, pudins, flans, gelatinas, espumones, cremes ou papas de frutas Sucos, chás, mate, café com leite

45 Dietas hospitalares padrões: Líquida restrita: Pode ser chamada de líquida de prova ou de teste. –Finalidade: testar o trânsito abdominal após cirurgias abdominais, como ressecções gástricas, entéricas, colecistectomias. Em algumas situações podem ser sugadas com auxílio de canudos ou oferecidas em seringas. –Características: são pobres em resíduos, fracionadas de 2/2 ou 3/3 horas e com volume de 200 ml. A intenção não é alimentar o paciente e sim testar o abdome, assim tal dieta não fornece calorias, proteínas e fibras para atender as necessidades dos pacientes, por isso só deve ser oferecida por um dia, salvo nos casos em que o paciente não a tenha tolerado (Vômitos, náuseas, distensão...)

46 Dieta Líquida Restrita Preparações indicadas: Mate ou chá infusos bem diluídos (facilmente absorvidos, com o mínimo estímulo do TGI e resíduos mínimos); Água adocicada (nidex ou dextrosol); Sucos de frutas ou vegetais, água de coco (coados e bem diluídos), exceto os ácidos; Caldos de carnes ou vegetais (coados e bem diluídos, geralmente caldo tamisado de legumes); Sobremesa: gelatina; Inadequada em calorias, proteínas e fibras.


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