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A FORMAÇÃO CONTINUADA NA PERSPECTIVA DAS COORDENADORAS PEDAGÓGICAS DE CRECHES MUNICIPAIS DE FORTALEZA Maria Ilnair Martins Leite.

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1 A FORMAÇÃO CONTINUADA NA PERSPECTIVA DAS COORDENADORAS PEDAGÓGICAS DE CRECHES MUNICIPAIS DE FORTALEZA Maria Ilnair Martins Leite

2 OBJETIVO GERAL: Analisar qual a compreensão das coordenadoras pedagógicas de creche – CPC sobre a formação continuada que lhes foi oportunizada pela SME, entre 2008 a 2012.

3 OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Descrever quais e como foram desenvolvidas as experiências de formação continuada oferecidas pela SME de Fortaleza às CPC Apreender qual a compreensão das CPC sobre a formação continuada que lhes foi oferecida pela SME Identificar qual a percepção das CPC sobre o papel que desempenham junto às professoras

4 Critérios de escolha dos sujeitos a) Coordenadoras Pedagógicas: - Lotadas em creches municipais de Fortaleza; -Ter participado das formações promovidas pela SME nos anos de 2008 a b) Técnicas em educação - Lotadas na Secretaria Municipal de Educação/SME ou em uma Secretaria Executiva Regional/SER; - Possuir vínculo direto com a formação continuada oferecida pela SME.

5 ACHADOS DA PESQUISA As Formações Continuadas: ANO 2008: Público: CPC e Supervisoras da pré-escola Responsáveis: Técnicos COEI/SER Temas: Desenvolvimento infantil e decorrências para o trabalho docente Estratégia: Encontros mensais em cada SER

6 ACHADOS DA PESQUISA As Formações Continuadas: ANO 2009: PAIC/ Implementação da Proposta Pedagógica de Educação Infantil de Fortaleza Público: Professoras e auxiliares de creche e pré escola, supervisores, orientadores, CPC e anexos, diretoras e vice diretores das instituições que atendiam EI Responsáveis: Técnicos COEI/SER, supervisores, CP, vice- diretoras Carga horária: 52 horas/aula (presenciais) 32 horas (à distância)

7 ACHADOS DA PESQUISA As Formações Continuadas (ano 2009): Temas: Teorias construtivistas; concepção de criança, infância e EI; brincadeira e movimento; organização do espaço e do tempo; trabalho com projetos, documentação pedagógica; avaliação na EI Estratégias: Visitas às creches para observar a organização de espaços e compartilhar experiências in loco Estudos de caso Caderno volante Acompanhamento às creches para a (re)elaboração das PP das Instituições

8 ACHADOS DA PESQUISA As Formações Continuadas: ANO 2010: Orientações para (re)elaboração das PP das instituições Público: Professoras, auxiliares de sala e CPC Responsáveis: Técnicos COEI/SER Temas: Leis que regem a educação infantil, desenvolvimento infantil, linguagem oral e escrita, artes na educação infantil, inclusão

9 ACHADOS DA PESQUISA As Formações Continuadas: ANO 2010 Estratégias: Encontros presenciais Uma semana com dias e horários alternados Workshop: Educação Infantil: pensando e atuando na primeira infância Seminário sobre inclusão Carga horária: 52 horas/aula (presenciais)

10 ACHADOS DA PESQUISA As Formações Continuadas: ANO 2011 Orientações para a (re)elaboração das PP das instituições com base na Resolução nº02/2010 Responsáveis: Equipe técnica COEI/SER Estratégias Observar a dinâmica do trabalho de todos na creche; atividades propostas; relatórios das crianças; diários de sala. Ler os textos escritos que iriam compor a proposta pedagógica Formação em serviço

11 ACHADOS DA PESQUISA As Formações Continuadas: ANO 2012: Ampliar os conhecimentos com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil Público: professoras de creches e pré-escolas, CPC Responsáveis: Nova formatação do grupo de formadores (18 técnicos e 18 formadores)

12 ACHADOS DA PESQUISA As Formações Continuadas: Ano 2012 Temas: Princípios éticos, políticos e estéticos na educação infantil, ampliação de saberes e conhecimentos de diferentes naturezas, registros, o trabalho com as famílias, respeito à diversidade, construção de novas formas de sociabilidade e de subjetividade, sexualidade Estratégias Encontros presenciais Caderno Volante Formação em serviço Lançamento da Política Municipal de Educação Infantil

13 O COORDENADOR PEDAGÓGICO É ele quem, num espírito de parceria e coletividade, conduz o processo, participa, discute, ouve e partilha responsabilidades com os professores, indica ações, enfim, exerce uma posição natural de liderança, de autoridade. (Geglio, 2010, p. 118)

14 A compreensão das coordenadoras pedagógicas de creche sobre a formação continuada: Necessária: “ se você não ficar estudando, você para no tempo” Inexperiência na função: “as formações me deram um respaldo muito bom, porque a gente tinha oportunidade de ouvir relatos de experiências” “A cada formação vou mudando e fundamentando a minha prática” ACHADOS DA PESQUISA

15 Uma maneira de se autoafirmar: “à medida que eu ia fazendo os cursos, eu ia fortalecendo a minha prática, meu pensamento” Contribuem para disseminar algumas ideias: “O poder de convencimento era maior, eu tinha como me apoiar no que eu queria fazer porque eu tinha o respaldo do que estava sendo apresentado na formação”

16 ACHADOS DA PESQUISA Quanto aos conteúdos: “Faltaram mais conteúdos relacionados à prática” “A formação precisava trazer questões que na escola não se discute como alteridade e ética” “Eu nunca compreendi como os temas foram escolhidos” Quanto às metodologias: “se diz que a criança não deve ficar muito tempo sentada porque isso pode prejudicar o cognitivo. E aí, em algumas formações, a gente ficava 3, 4 horas sentada.

17 ACHADOS DA PESQUISA Quanto aos formadores: “Existem pessoas que só se preparam para aquele momento e, não faz uma leitura maior. Às vezes a gente pega pessoas que vão fazer a gente se questionar, que a gente vê que tem outros saberes, que sabe dar respostas”

18 ACHADOS DA PESQUISA A percepção das coordenadoras pedagógicas de creches sobre o papel que desempenham junto às professoras “É o acompanhamento propriamente dito” “Ser formador em serviço não é só planejar junto. Quando eu trago uma ideia e ajudo a aplicá-la também é formação” “Tem um tempo prá fazer os planos, as anotações do diário, mas também um tempo para o estudo”

19 ACHADOS DA PESQUISA “Disseram que a gente tem que estudar junto com os professores. Eu disse que não me importo, desde que isso me dê uma certificação, pois estou estudando na minha vez e na dos outros, tendo meu horário dobrado” “E porque não as professoras? Elas também são formadoras. Todas somos” “Como vou falar de algo que eu não sei?”

20 ACHADOS DA PESQUISA As coordenadoras pedagógicas de creches, a formação continuada e as condições de trabalho “falta de tempo”, “acúmulo de tarefas” “Você não pode nem adoecer. Se isso acontecer, quem vai tomar conta de tudo?” “Eu não posso, na minha angústia, dificultar o trabalho dos outros. Às vezes é difícil você sair, mas as coisas precisam acontecer”

21 CONSIDERAÇÕES FINAIS 2008 a 2012 Avanços no que diz respeito à Educação Infantil Proposta pedagógica de educação infantil (SME) Propostas Pedagógicas das creches Constituição de um grupo de formadores Princípios da formação: reflexão, trocas, diálogo, contexto PAIC Municipalização das creches

22 CONSIDERAÇÕES FINAIS Limitações Número reduzido de técnicos para acompanhar, apoiar e oferecer subsídios ao trabalho de qualidade nas creches Acúmulo de atividades das CPC Tempo e espaço que favoreçam o desempenho da função de formador Descumprimento à “Lei do piso”

23 CONSIDERAÇÕES FINAIS Quanto à dimensão formativa da atividade de coordenação pedagógica As coordenadoras pedagógicas entendem que estar na creche ao lado dos professores pode concretizar uma boa possibilidade de formação. No entanto, parece haver falta de clareza sobre o que seja essa ação.

24 CONSIDERAÇÕES FINAIS E, se o aprendizado é contínuo e as ações pedagógicas com as crianças pequenas são complexas e possuem especificidades, novas investigações que tenham como alvo a formação continuada focando nas coordenadoras pedagógicas de creche são válidas e necessárias.


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