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PRODUÇÃO DE TEXTOS PARA QUE A CRIANÇA DESENVOLVA HABILIDAES DE PRODUÇÃO DE TEXTOS ESCRITO O PROFESSOR PRECISA PLANEJAR: Atividades que criem oportunidades.

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1 PRODUÇÃO DE TEXTOS PARA QUE A CRIANÇA DESENVOLVA HABILIDAES DE PRODUÇÃO DE TEXTOS ESCRITO O PROFESSOR PRECISA PLANEJAR: Atividades que criem oportunidades para que o aluno descubra a possibilidade ou necessidade de usar a língua como forma de comunicação, de interlocução. (Magda Soares) Atividades de análise e avaliação em que junto com os alunos se discuta se as peculiaridades do texto foram observadas, se o texto está bem estruturado e há coerência no desenvolvimento das idéias... Se os recursos de coesão são utilizados de forma apropriada... Atividades de revisão e reescrita de textos, trabalhando pontuação, paragrafação e ortografia. PONTUAÇÃO -Expressiva – traduz emoções (jogo de efeito dentro do texto) - Lógica – responsável pela organização das idéias no texto (nas produções os alunos não utilizam pontuação, se aparece não há ligação com o sentido)

2 Aos poucos aparece a preocupação com vírgula e ponto final e o sentido da frase. Conseguem observar onde colocar a pontuação, mas não sabem decidir qual usar. Integram o onde com o qual. ESTRATÉGIAS: - Oferecer trechos sem pontuação para os alunos tentarem pontuar (ideal em grupos ou duplas);Não se preocupar com certo e errado, mas com o conflito; -Pontuar um texto informativo (separar as informações que o texto dá); -Pedir que os alunos leiam um texto sem pontuação (observar entonações, emoções); -Inventar frases iguais com pontuações diferentes; -Dramatizar -Discutir a pontuação na reescrita de textos

3 REPETIÇÃO DE PALAVRAS – As crianças repetem palavras para manter a unidade de idéias ao longo do texto. PARAGRAFAÇÃO – Conquista difícil para a criança -INDIFERENCIAÇÃO – não enxerga o parágrafo – escreve em um único bloco -Começa a observá-lo – fragmenta o texto em grandes blocos -Parágrafo simples – uma idéia para cada parágrafo -Parágrafo complexo – primeiramente de forma inadequada -Parágrafo formal ESTRATÉGIAS – Discussão dos parágrafos em textos; organização de textos sem paragrafação; organização de textos com parágrafos indevidos. ORTOGRAFIA –... Ortografia não é algo que faça parte do patrimônio adulto. (...) assim como os demais aspectos da escrita, é construída através de um processo que não acaba na segunda série, nem no segundo grau e nem mesmo na universidade; faz parte de um conhecimento, do qual vamos nos apropriando progressivamente... (Lerner)

4 POR QUE A CRIANÇA COMETE ERROS DE ORTOGRAFIA? Porque reflete, busca regularidades, trabalha com hipóteses sobre sistema ortográfico; Ortografia não pode ser tratada com uma simples questão de imitação e memorização de um modelo. Não é um processo passivo; é uma construção individual; De acordo com PCN (Língua Portuguesa), para ajudar a superação das dificuldades em ortografia: - dois eixos: produtivo – a partir de regras, permitindo a escrita de palavras nunca antes vistas por escrito; reprodutivo – o que obriga uma escrita de memória; - a distinção de palavras de uso frequente e infrequente. - inferência – quando a criança percebe as regularidades da escrita convencional a partir da exploração ativa e a observação dessas regularidades (refletir sobre alternativas das grafias); tomada de consciência de que existem palavras que não são definidas por regras,e exigem, portanto, a consulta a fontes e a memorização.

5 Nos casos em que as regras existem podem ser descritos por: -Princípio gerador biunívoco – próprio sistema alfabético nas correspondências grafema/fonema; -Regras do tipo contextual – são aquelas em que mais de um grafema para mesmo fonema, a norma restringe o uso aos contextos (RR, QU,GU,NH, M/N antes de consoante, etc.) - Regras do tipo morfológico, remetem à categoria gramatical da palavra para decidir a forma ortográfica (anda®, pensa®) O TRABALHO COM A NORMATIZAÇÃO ORTOGRÁFICA DEVE SER CONTEXTUALIZADO Importante: -colocar as crianças frente ao sistema da língua para que possa desvendá-lo -Pedir que os alunos façam pesquisas para trabalhar com a amostragem grande da língua; -O papel do professor é o de desequilibrador, o que faz perguntas - Registrar as conclusões e regras retiradas

6 EXEMPLO: A letra R Pode ser encontrada em diferentes posições -No início – sempre seguido de vogal – pronúncia forte – rato -Entre duas vogais – no interior da palavra –brando (caro) -forte (carro) -Consoante + r + vogal – muda pronuncia – cravo -Consoante + vogal + r – outra pronuncia – carta A CRIANÇA PRECISA: -Classificar palavras e sons que se encontram em cada série; -Classificar as consoantes que podem aparecer na série consoante +r + vogal – b, c, d, f, g, t, v (br, cr, dr, fr, gr, pr, tr, vr) e observar que nas demais consoantes (h, j, l, m, n, q, r, s, x, z) jamais aparecerão; -Perceber que na série consoante + vogal + r (carta) – todas as consoantes e vogais são possíveis e não apenas algumas -- perceber que após a série consoante + vogal + r – sempre virá outra consoante e jamais uma vogal, caso contrário o R formará sílaba com ela. Todas essas seriações e classificações tornam-se generalizáveis quando a criança percebe ser possível conservá-las.

7 SUGESTÕES DE ATIVIDADES 1 – Leitura de histórias e outros textos: desperta e desenvolve o gosto pela leitura; favorece o conhecimento das características da escrita; possibilita a internalização do discurso escrito – a leitura frequente de texto narrativo favorece a apropriação da estrutura da narrativa e do uso de elementos de coesão do texto escrito (preposições, advérbios, conunções, etc.) contribuindo para que o aluno produza textos mais coerentes e mais claros. 2 – Elaboração de jornal: possibilita que o aluno se exercite na produção de diferentes tipos de textos (narrativo, informativo, publicitário, argumentativo, humorístico, etc.) desenvolve habilidades de: planejamento do jornal; coleta e organização de informações; escolha do tipo de texto mais adequado à finalidade definida; planejamento de texto a ser escrito, de acordo com a modalidade textual 9narrativo, publicitário...); revisão e reescrita de texto; diagramação; ilustração.

8 3 – Títulos (de histórias e outros textos): favorecem a leitura do texto (ajudam a criança antecipar conteúdo/ mensagem do texto); ajudam a estabelecer relação entre o texto e contexto (construção de sentido); contribuem para a alfabetização inicial; São modelos de escrita convencional – quando, após uma leitura feita, o professor registra o título na lousa ou num cartaz para o aluno ler e até copiar no caderno ou em uma ficha de textos já lidos; obrigam a criança a pensar sobre a escrita – quando ao aluno é proposto a escrever o título da história lida da forma como sabe; possibilitam observar a separação das palavras numa frase – quando essa informação já faz sentido para a criança; podem ser utilizados em diferentes atividades miúdas da alfabetização (dar títulos a desenhos, contos, histórias, etc.)

9 4 – Elaboração de listas: contribui para a alfabetização inicial porque: - mostra a escrita com a função informativa e de registro (que ela tem socialmente); - serve de modelo para a escrita convencional e também como apoio para a escrita espontânea; - leva a criança a pensar sobre a escrita 9quando solicitada a escrever uma lista – por exemplo, dos produtos de limpeza que sua mãe comprou so supermercado – tem que pensar em quantas e quais letras vai usar, em que ordem, etc.) 5 – Trabalho com nomes próprios: possibilita a organização de excelentes atividades que, além de serem muito significativas para as crianças, caracterizam-se por ser um ótimo ponto de partida para a alfabetização, porque: - são palavras significativas para os alunos; - funcionam como modelos estáveis de escrita convencional, principalmente o próprio nome, o de colegas da classe, o da professora, o de familiares mais próximos, o de amigos, o de personagens de histórias lidas, etc. – propiciam o confronto entre diferentes escritas 9diferentes nomes tem letras diversas, diferentes quantidades e diferentes arranjos das mesmas); - fornecem informações sobre letras e outras convenções da escrita de palavras (variedade, quantidade, posição das letras na palavra).

10 6 – Jogos (desde que usados contextualizadamente): facilitam a alfabetização inicial porque; - ajudam a criança no reconhecimento das letras do alfabeto; - ajudam a relacionar som e grafia; - contribuem para a percepção de como se combinam letras para formar palavras; - para os recém-alfabetizados, auxilia na fixação de grafia correta das palavras mais usuais (porque obrigam a criança a fazer seleção da letra que vai usar). 7 – Atividades com letras móveis: também facilitam a alfabetização inicial, porque: - os alfabetizandos arriscam-se mais em suas tentativas de escrita e corrigem com mais rapidez e menos esforço quando erram; - favorecem a reflexão sobre a escrita: que letras, quantas, em que orem usá-las; - dão mais pistas ao professor sobre o processo de aquisição da criança; - estimulam a cooperação entre os colegas – quando as atividades são propostas em duplas, em pequenos grupos – possibilitando que os que sabem mais ajudem aos que sabem menos. 8 – Revisão e reescrita individual e coletiva do texto: desenvolve a consciência da necessidade de estruturar bem o texto, evitando lacunas e repetições, utilizando eixos de coesão próprios da escrita (alunos que se alfabetizaram recentemente)

11 favorece o uso adequada da concordância verbal, nominal, pronominal; contribui para a grafia correta das palavras mais usuais. 9 – Trabalho com rimas: poesias, letras de músicas, parlendas, adivinhas, etc. : - desperta e desenvolve o gosto por esse tipo de texto; desenvolve a sensibilidade e a criatividade; ajuda a desenvolver a consciência sonora (fundamental para os iniciantes no processo de alfabetização) familiariza o aluno com aspectos discursivos do texto poético: rima ritmo, repetição, uso de metáforas e aspectos gráficos de organização desse tipo de texto; por ser fácil de memorizar (e sobretudo significativa essa tarefa de memorização – é usual as pessoas saberem, por exemplo, letras de música de cor – para cantarem0, o texto poético pode ser usado na alfabetização inicial: - como modelo de escrita convencional; - como texto para leitura de memória; - para atividades lúdicas do tipo: descobrir a palavra que falta, colocar em ordem os versos, remontar estrofes, - e ao mesmo tempo – cognitivas.

12 10 – Trabalho com rótulos e propagandas possibilita o reconhecimento de nomes de marcas de produtos conhecidos; propicia o contato com diferentes tipos de letras; funciona como modelo estável de escrita convencional; obriga a criança a pensar como se estruturam as palavras (letra inicial e final; relações entre som a grafia, posição das letras na palavra); favorece a capacidade de grafar textos (apoiando-se na memória) mesmo antes de estar alfabetizado. OBS.: todas as atividades e projetos desenvolvidos por professores que se proponham a alfabetizar crianças, devem garantir um destaque especial para a leitura – não só do que a criança escreve, como do texto apresentado – pela própria criança. A leitura é a melhor atividade de intervenção no processo de alfabetização.


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