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O currículo do ensino médio, seus sujeitos e o desafio da formação humana integral Profª Drª Monica Ribeiro da Silva

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Apresentação em tema: "O currículo do ensino médio, seus sujeitos e o desafio da formação humana integral Profª Drª Monica Ribeiro da Silva"— Transcrição da apresentação:

1 O currículo do ensino médio, seus sujeitos e o desafio da formação humana integral Profª Drª Monica Ribeiro da Silva

2 QUESTÕES HISTÓRICAS IDENTIDADE DUALIDADE O FRÁGIL ACESSO À EDUCAÇÃO SUPERIOR: “preparar para o vestibular” A FORMAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO: “preparar para o mercado”

3 O currículo do Ensino Médio •Hierarquias •Fragmentos •A dualidade •A ênfase na repetição/reprodução de conceitos

4 Currículo: discussão conceitual  O CURRÍCULO COMO CONJUNTO DE CONHECIMENTOS ORDENADOS POR ORDEM DE COMPLEXIDADE  O CURRÍCULO COMO CONJUNTO DE EXPERIÊNCIAS  O CURRÍCULO COMO SELEÇÃO DA CULTURA  O CURRÍCULO COMO PRÁTICAS DE SIGNIFICAÇÃO

5 QUAL CURRÍCULO? A nanotecnología é a manipulação dos materiais na escala atômica ou molecular; é aplicação da nanociência em campos diversos que trabalham com materiais que vão de 1 a 100 nanômetros. Um nanômetro é um bilionésimo de metro, ou um milionésimo de milímetro. Um cabelo humano, por exemplo, pode ter nanômetros de espessura. A nanotecnologia traz a possibilidade de fabricar materiais e máquinas a partir do reordenamento de átomos e moléculas em nanoescala. => isso implica na fusão de vários campos disciplinares

6 QUAL CURRÍCULO/ESCOLA ? TEMPOS ESPAÇOS SUJEITOS SABERES

7 Qual currículo? Qual conhecimento? “O currículo tem que levar em consideração o conhecimento local e cotidiano que os alunos trazem para a escola, mas esse conhecimento nunca poderá ser uma base para o currículo. A estrutura do conhecimento local é planejada para relacionar-se com o particular e não pode fornecer a base para quaisquer princípios generalizáveis. Fornecer acesso a tais princípios é uma das principais razões pelas quais todos os países têm escolas”. (YOUNG, Michael. Para que servem as escolas. 2007, p. 13)

8 DESAFIOS E PERSPECTIVAS AS NOVAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA O ENSINO MÉDIO PORQUE O CNE SE IMPÔS A TAREFA DE “ATUALIZAR” AS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS? 1. Os limites das diretrizes anteriores: origens e proposições 2. A aderência ou incorporação apenas formal

9 Novas DCNEM – Parecer CNE/CEB 05/2011 e Resolução 02/2012 O PRINCÍPIO EDUCATIVO DO TRABALHO A PESQUISA COMO PRINCÍPIO PEDAGÓGICO O PRINCIPIO DA DIVERSIDADE DE SUJEITOS A POSSIBILIDADE DE DIFERENTES ARRANJOS CURRICULARES COMPREENSÃO DE CURRÍCULO E DE PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO A RELAÇÃO ENTRE CUIDAR E EDUCAR INDICATIVOS PARA A GESTÃO DA ESCOLA E PARA A FORMAÇÃO E TRABALHO DOCENTE....

10 Princípios e proposições A compreensão dos processos sociais a partir dos significados produzidos pela articulação entre trabalho e cultura, entre ciência e tecnologia, conforme estabelecido nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (Brasil, Parecer CNE/CEB 05/ Resolução CNE/CEB 02/2012) confere uma identidade para o ensino médio ao propor que está última etapa da educação básica se oriente pela busca de uma formação humana integral.

11 O princípio educativo O currículo integrado em torno do eixo trabalho- ciência-tecnologia-cultura deve ser capaz de atribuir novos sentidos à escola, dinamizar as experiências oferecidas aos alunos, re-significar os saberes e experiências. Desse modo, cada disciplina, cada experiência curricular, deverão se perguntar em que medida estão articuladas a esse eixo integrador. O ponto de partida: a vivência que têm da cultura, do trabalho, da ciência, da tecnologia.

12 Tempos-espaços-saberes Integração ente um núcleo de disciplinas do currículo obrigatório com atividades e opções do próprio interesse do estudante o princípio pedagógico específico do ensino médio não deve ser buscado na preparação para o mercado ou para o vestibular, mas no método de estudo e pesquisa que conduz à autonomia de estudos, à autonomia intelectual e moral

13 A pesquisa como princípio pedagógico A pesquisa como princípio pedagógico instiga o estudante no sentido da curiosidade em direção ao mundo que o cerca, gera inquietude, para que não sejam incorporados “pacotes fechados” de visão de mundo, de informações e de saberes, quer sejam do senso comum, escolares ou científicos (DCNEM).

14 Perspectiva integrada Eixo de articulação e de atribuição de sentido ao conjunto de saberes que serão tratados no ensino médio: as dimensões do trabalho, da ciência, da tecnologia e da cultura Formação Humana integral: a partir dessas dimensões pensar a formação humana de “um sujeito por inteiro”: é o que atribui finalidade e sentido à ciência, à ética, à estética...enfim, aos grandes desafios que o mundo contemporâneo tem nos colocado.

15 Perspectiva integrada A integração entre as dimensões do trabalho, ciência, tecnologia e cultura na perspectiva do trabalho como princípio educativo tem por fim propiciar a compreensão dos fundamentos científicos e tecnológicos dos processos sociais e produtivos, devendo orientar a definição de toda proposição curricular, constituindo- se no fundamento da seleção dos conhecimentos, disciplinas, metodologias, estratégias, tempos, espaços, arranjos curriculares alternativos e formas de avaliação (DCNEM).

16 Perspectiva de currículo integrado O reconhecimento do caráter histórico-cultural da formação humana nos leva ao encontro do avanço do conhecimento científico e tecnológico, e isso significa, em termos curriculares, que se parta da contextualização dos fenômenos naturais e sociais, de sua significação a partir das experiências dos sujeitos, bem como da necessidade de superação das dicotomias entre humanismo e tecnologia. Tal organização curricular pressupõe, ainda, a ausência de hierarquias entre saberes, áreas e disciplinas.

17 O currículo: uma construção coletiva Essa perspectiva de planejamento curricular tem, ainda, como principais diretrizes, que a ação de planejar implica a participação de todos os elementos envolvidos no processo – alunos, professores, coordenadores pedagógicos, gestores; que há necessidade de se priorizar a busca da unidade entre o que se planeja e o que se realiza; que o planejamento escolar deve partir da realidade concreta e estar voltado para atingir as finalidades da educação básica definidas no projeto coletivo da escola.

18 Obrigada! https://www.facebook.com/pactonacionalpelofortalecimentodoensinom edio?ref=hlhttps://www.facebook.com/pactonacionalpelofortalecimentodoensinom edio?ref=hl


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