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AULA TÉCNICA 27 2006 INSTRUTOR: SCOPINO. SCOPINO TREINAMENTOS INJEÇÃO ELETRÔNICA SISTEMA: MOTRONIC ATUADORES 1.

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1 AULA TÉCNICA INSTRUTOR: SCOPINO

2 SCOPINO TREINAMENTOS INJEÇÃO ELETRÔNICA SISTEMA: MOTRONIC ATUADORES 1

3 ENVIE SUAS DÚVIDAS À UMEC TEMOS PLANTÃO DE DÚVIDAS AO VIVO COM O INSTRUTOR SCOPINO NO FINAL DESTA AULA.

4 INFORMAÇÕES TÉCNICAS AO ALUNO UMEC GRP NA PÁGINA INICIAL DO SITE UMEC

5 Já tivemos aulas sobre os sensores no sistema de injeção eletrônica MOTRONIC. Agora veremos: DETALHES SOBRE OS ATUADORES 1

6 DIAGRAMAÇÃO ECUECU TEMP. ÁGUA TEMP. AR ROTAÇÃO MEDIÇÃO DE AR POSIÇÃO BORBOLETA DETONAÇÃO SENSOR DE OXIGÊNIO INJETORES BOBINA CANISTER ATUADOR M. LENTA EGR LÂMPADA DE DIAGNOSE CONECTOR DIAGNOSE RELÉS SENSOR DE FASE

7 VÁLVULA INJETORA

8 VÁLVULAS INJETORAS SÃO SOLENÓIDES (DO TIPO ABRE / FECHA) QUE CONTROLAM A QUANTIDADE DE COMBUSTÍVEL ENVIADA AO MOTOR. POR SER DO TIPO MULTIPONTO, HÁ UMA VÁLVULA INJETORA POR CILINDRO DO MOTOR. O VOLUME DE COMBUSTÍVEL ESTÁ DIRETAMENTE RELACIONADO AO TI.

9 T.I. O TI É O TEMPO DE INJEÇÃO, É O TEMPO EM ms (milisegundos) QUE O INJETOR FICA ENERGIZADO, COM POSITIVO E NEGATIVO, OU SEJA, O TEMPO EM QUE O INJETOR SE ENCONTRA ABERTO, PULVERIZANDO O COMBUSTÍVEL.

10 BOBINA INTERNA

11 DICA TÉCNICA EXISTE UMA TELA DE AÇO INTERNA NA ENTRADA DO INJETOR, DENOMINADO DE PRÉ FILTRO DO INJETOR, PEÇA QUE É COMERCIALIZADA SEPARADAMENTE. QUANDO A VAZÃO DO INJETOR ESTIVER BAIXA PODEMOS TER O SEU ENTUPIMENTO.

12 PRÉ FILTRO

13 INTERFACE COM CÂMBIO EXISTE UMA ESTRATÉGIA DE ENVIO DE SINAL DA ECU DO CÂMBIO AUTOMÁTICO PARA A ECU DA INJEÇÃO, ONDE É ATRASADO O PONTO DE IGNIÇÃO PARA SE TER MENORES TRANCOS OU ACELERAÇÕES BRUSCAS NO MOMENTO DE TROCA DE MARCHAS.

14 DICA TÉCNICA TEMOS MOTRONIC COM OU SEM DISTRIBUIDOR. QUANDO TEMOS O DISTRIBUIDOR É DENOMINADO DE IGNIÇÃO MAPEADA DINÂMICA. QUANDO NÃO TEMOS O DISTRIBUIDOR (BOBINA DE MULTI TORRES) É A IGNIÇÃO MAPEADA ESTÁTICA.

15 ATUADOR DE M.L.

16 É O ATUADOR RESPONSÁVEL PELO CONTROLE DA ROTAÇÃO DO MOTOR, DETERMINADO PELA ECU. É UM MOTOR ELÉTRICO QUE CONTROLA A PASSAGEM DE AR, ESTA VÁLVULA PERMITE UM CONTROLE DESTE DESVIO DE AR DA BORBOLETA.

17 GUILHOTINA

18 VECTRA M 1.5.4

19 DICA TÉNICA O ATUADOR DE MARCHA LENTA ESTÁ SUJEITO A MUITA CARBONIZAÇÃO, E LENTIDÃO DE MOVIMENTO DEVIDO A ICRUSTAÇÃO DE ÓLEO DO MOTOR, PROVENIENTE DO BLOW BY, RECIRCULAÇÃO DOS GASES DO CÁRTER, QUE ARRASTA TAMBÉM VAPORES DE ÓLEO LUBRIFICANTE.

20 M 1.5.5

21 DICA TÉCNICA TEMOS SISTEMAS MOTRONIC COM ATUADOR DE MARCHA LENTA EXTERNO, QUE ACIONA UMA HASTE DA BORBOLETA. É O CASO APLICADO NO M DO NOVO ASTRA, SEMELHANTE AO QUE A UMEC JÁ APRESENTOU NO SISTEMA MONOMOTRONIC.

22 PERGUNTA OS INJETORES SÃO DIFERENTES ENTRE O OMEGA A ÁLCOOL E A GASOLINA ?

23 RESPOSTA SIM. O QUE MUDA É A RESISTÊNCIA DE SUA BOBINA, TRATAMENTO ANTI CORROSÃO E VAZÃO INJETADA.

24 OBRIGADO PELO ACOMPANHAMENTO DAS AULAS. ATÉ A PRÓXIMA: INJEÇÃO ELETRÔNICA 28 ATUADORES 2 Instrutor Scopino

25 E AGORA VAMOS AO VIVO AO PLANTÃO DE DÚVIDAS COM O SCOPINO UMEC – UNIVERSIDADE DO MECÂNICO


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